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feira de ciências/USP

Feira de ciências Febrace reúne mais de 300 projetos

Mônica Nunes/Ana Luíza Vastag - Planeta Sustentável - 24/03/2011

Com o objetivo de incentivar a ciência desde cedo e estimular os jovens a seguir carreira científica, a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), organizada pela USP e maior do país, recebe estudantes dos ensinos fundamental, médio e técnico que apresentam nesta semana, em São Paulo, projetos de ciência e tecnologia que desenvolveram em suas escolas. Esta edição conta com 301 projetos de 670 estudantes de todo o país - e um da Colômbia. 

A feira mostra os resultados práticos com projetos que revelam a criatividade dos alunos e professores que os conduzem. Em geral, os projetos selecionados apontam soluções de baixo custo, tendo em vista o cuidado com o meio ambiente e a acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, entre outros temas. 

Projetada pelos alunos Lana Pousa, Paulo Henrique Cerqueira e Nilcélia de Freitas, do Senai Geraldo Vieira Martins, de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), a Palmilha ecológica é feita a partir de cascas de arroz que seriam jogadas fora. O processo é simples: as cascas são unidas com cola branca e formam um material bastante resistente. Depois, são cortadas no formato do molde. Quando o calçado é confeccionado, a palmilha é revestida como outra qualquer.

O Tapete sonoro, projeto assinado por Amanda Balbinotti, Juliane Cristina dos Santos e Monize Picinini, alunas da Escola Técnica Estadual Trajano Camargo, de Limeira (SP), é uma ideia criativa para ajudar a tomar conta de crianças. Quando alguém pisa, os fios se tocam, acionam o circuito elétrico e ele emite um som. 

Outros projetos apresentados na feira é um Destilador caseiro para filtrar a água do mar e torná-la potável, de Maria Esther Marinho, Bianca Tavares e Lucas Jansen, alunos do Colégio Damas, de Recife; e uma Cadeira de rodas acionada pelo sopro, desenvolvida por Joaquim Eduardo de Oliveira, Wellington Rodrigues e Nixon Teixeira, da Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa, em Santa Rita do Sapucaí (MG) visando, principalmente, ajudar os tetraplégicos.

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