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conexão sem fronteiras

Facebook quer acesso mundial à internet com drone solar

Débora Spitzcovsky - Planeta Sustentável - 17/03/2014

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[box-leia]Mark Zuckerberg mal sumiu dos noticiários por comprar o aplicativo de mensagens WhatsApp e já está de volta, com novos planos para o setor de comunicação. Dessa vez, o empresário norte-americano pretende comprar, por US$ 60 milhões, a empresa fabricante de drones Titan Aerospace

O interesse de Zuck pela companhia é, na verdade, um só: o Solara 60, primeiro drone movido a energia solar da história, que pode ajudá-lo a concretizar seu mais novo projeto, o Internet.org. Trata-se de uma parceria global, criada pelo Facebook, juntamente com seis companhias de telefonia, que visa tornar a internet acessível a qualquer pessoa do planeta. 

A missão não é fácil, já que dois terços da população mundial ainda não está conectada, mas pode se tornar menos complicada com a ajuda do drone Solara 60. Equipado com três mil painéis solares, o veículo aéreo não tripulado que fez brilhar os olhinhos de Zuck atua como um satélite orbital e é capaz de armazenar energia do sol suficiente para se manter 20 km acima do nível do mar, por cerca de cinco anos, sem a necessidade de aterrissar. 

A tecnologia pode ser usada para diversos fins - entre eles, monitoramento meteorológico e facilitador de comunicação em regiões remotas, exatamente a função que interessa a Zuckerberg. Se a negociação fluir e a compra da Titan Aerospace realmente rolar, o empresário norte-americano promete 11 mil drones do tipo Solara 60 já na primeira fase do projeto Internet.org. 

Assista, abaixo, ao vídeo de como funciona o Solara 60. O filme foi divulgado em 2013, quando a Titan Aerospace anunciou o primeiro drone movido a energia solar da história. 

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