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Brasil instala quiosques com produtos orgânicos nas cidades-sede da Copa

Carolina Gonçalves - Edição: Davi Oliveira - Agência Brasil - 17/06/2014

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[box-leia]Brasileiros e turistas que estiverem nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 terão opções alternativas de alimentação tipicamente brasileira produzida por agricultores familiares do país.

Estará em funcionamento, nessas capitais, quiosques onde representantes de unidades de produção vão vender doces, conservas, cocada, queijada, jenipapo, café torrado e moído, sucos, vinhos, pimentas, geleias, frutas desidratadas, canjiquinha e mingau.

Esse tipo de ponto de comercialização está sendo instalado pelo governo federal, que pretende usar o Mundial para aumentar os números da produção orgânica tanto em relação ao consumo interno como do comércio para outros países. Em Salvador, as vendas vão ocorrer até o dia 19 de junho. Outros quiosques batizados com o nome da campanha, Brasil Orgânico e Sustentável, também serão instalados em mais nove cidades-sede (Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo).

Nesses espaços, a ideia encampada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome é que 60 organizações comercializem seus produtos até o final da Copa. De acordo com dados mais recentes do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos do governo federal, referentes a 2013, o número de produtores orgânicos individuais no país ultrapassa os 6,7 mil. Ainda existem 10 mil unidades de produção - que reúnem mais de um agricultor - distribuídas pelo país.

A maior concentração de produtores e unidades de produção está no Nordeste, com quase 3 mil produtores e 3,1 mil unidades de produção cadastradas, principalmente no Piauí e em Pernambuco; e no Sul, com 1,9 mil produtores e 3,1 mil unidades.

Segundo os números do cadastro de 2012, havia 5,5 mil produtores agrícolas que trabalhavam segundo as diretrizes dos sistemas orgânicos de produção. O salto entre os resultados do levantamento revela que o setor teve um crescimento de 22% no intervalo de 12 meses.

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