REPOVOAMENTO
Rio Pardo recebe 100 mil novos peixes
Em 9 de outubro, o Rio Pardo – um dos principais rios da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema – recebeu, por intermédio de uma importante parceria da Sabesp e da Duke Energy, 100 mil novos peixes em suas águas
Sabesp
19/10/2009
O evento – realizado no ginásio de esportes da Associação Sabesp de Santa Cruz do Rio Pardo - contou com a participação de, aproximadamente, 500 pessoas, entre alunos, professores, diretores, representantes das empresas, políticos da região, ambientalistas e a imprensa local.
As apresentações tiveram início com a palestra “Rio Pardo Vivo”, ministrada pelo profissional da Sabesp – Luiz Carlos Cavalchuki - um retrato das condições hídricas desse corpo d’água, suas belezas, seus pontos positivos e sua contribuição para o desenvolvimento de toda a região.
Em Santa Cruz do Rio Pardo, a Sabesp desenvolve trabalhos socioambientais, como o Programa de Visitas – Por Dentro da Sabesp –, que tem o objetivo de conscientizar a sociedade – principalmente os estudantes – sobre o trabalho desenvolvido pela empresa para retirada, tratamento, distribuição de água, bem como coleta, afastamento e tratamento de esgoto.
Para se ter uma idéia, atualmente, a cobertura é de 99% de abastecimento de água, 94% de coleta e, em breve, chegará aos 100% de tratamento de esgotos – graças ao sistema que entrou em operação recentemente no município. Segundo estudos, o Rio Paranapanema – o qual o Rio Pardo é um de seus principais afluentes - é considerado o menos poluído do Estado de São Paulo e essas ações contribuirão, ainda mais, para manter suas condições hídricas.
Após a apresentação da Sabesp, Luciana Menegatto da Duke Energy explicou como é realizado o trabalho de reprodução em cativeiro das espécies de peixes, que serão utilizadas para “repovoamento dos rios”.
A piscicultura provém da aquacultura ou aquicultura, que é o cultivo de organismos aquáticos, incluindo peixes, moluscos, crustáceos, anfíbios e plantas aquáticas para uso do homem, sendo que a piscicultura refere-se ao cultivo de peixes principalmente de água doce. Atualmente, a proporção do pescado cultivado em viveiros para o total da produção mundial é da ordem de 10%, com tendência a aumentar.
O “repovoamento com peixes” é uma prática que tem o objetivo de equilibrar a fauna marinha de determinados corpos d’água. Geralmente, sete espécies são reproduzidas e criadas em cativeiro para depois serem colocadas nos recursos hídricos. Este trabalho é executado, exclusivamente, com espécies nativas da região e, em Santa Cruz do Rio Pardo foram utilizadas pacu-guaçus e curimbatás.
No final, todos puderam acompanhar o momento da “soltura” dos peixes no Rio Pardo realizada por profissionais da Duke Energy. Os personagens Super H20 e Gota Borralheira também estiveram no local para interagir com as crianças e adolescentes, além de distribuir um kit com material escolar e folhetos de pintura e gibi com história da turma do Clubinho Sabesp.
O evento – realizado no ginásio de esportes da Associação Sabesp de Santa Cruz do Rio Pardo - contou com a participação de, aproximadamente, 500 pessoas, entre alunos, professores, diretores, representantes das empresas, políticos da região, ambientalistas e a imprensa local.
As apresentações tiveram início com a palestra “Rio Pardo Vivo”, ministrada pelo profissional da Sabesp – Luiz Carlos Cavalchuki - um retrato das condições hídricas desse corpo d’água, suas belezas, seus pontos positivos e sua contribuição para o desenvolvimento de toda a região.
Em Santa Cruz do Rio Pardo, a Sabesp desenvolve trabalhos socioambientais, como o Programa de Visitas – Por Dentro da Sabesp –, que tem o objetivo de conscientizar a sociedade – principalmente os estudantes – sobre o trabalho desenvolvido pela empresa para retirada, tratamento, distribuição de água, bem como coleta, afastamento e tratamento de esgoto.
Para se ter uma idéia, atualmente, a cobertura é de 99% de abastecimento de água, 94% de coleta e, em breve, chegará aos 100% de tratamento de esgotos – graças ao sistema que entrou em operação recentemente no município. Segundo estudos, o Rio Paranapanema – o qual o Rio Pardo é um de seus principais afluentes - é considerado o menos poluído do Estado de São Paulo e essas ações contribuirão, ainda mais, para manter suas condições hídricas.
Após a apresentação da Sabesp, Luciana Menegatto da Duke Energy explicou como é realizado o trabalho de reprodução em cativeiro das espécies de peixes, que serão utilizadas para “repovoamento dos rios”.
A piscicultura provém da aquacultura ou aquicultura, que é o cultivo de organismos aquáticos, incluindo peixes, moluscos, crustáceos, anfíbios e plantas aquáticas para uso do homem, sendo que a piscicultura refere-se ao cultivo de peixes principalmente de água doce. Atualmente, a proporção do pescado cultivado em viveiros para o total da produção mundial é da ordem de 10%, com tendência a aumentar.
O “repovoamento com peixes” é uma prática que tem o objetivo de equilibrar a fauna marinha de determinados corpos d’água. Geralmente, sete espécies são reproduzidas e criadas em cativeiro para depois serem colocadas nos recursos hídricos. Este trabalho é executado, exclusivamente, com espécies nativas da região e, em Santa Cruz do Rio Pardo foram utilizadas pacu-guaçus e curimbatás.
No final, todos puderam acompanhar o momento da “soltura” dos peixes no Rio Pardo realizada por profissionais da Duke Energy. Os personagens Super H20 e Gota Borralheira também estiveram no local para interagir com as crianças e adolescentes, além de distribuir um kit com material escolar e folhetos de pintura e gibi com história da turma do Clubinho Sabesp.