DIREITOS HUMANOS
A Companhia e o Pacto Global da ONU
No final de 2003, a Petrobras aderiu ao Pacto Global das Nações Unidas, um acordo voluntário pelo qual empresas de todo o mundo se comprometem a garantir o respeito aos dez princípios relativos a Direitos Humanos, condições de trabalho, meio ambiente e transparência
Comunicação Institucional da Petrobras
11/12/2008
[img1]Ao subscrever o documento da ONU, a Petrobras comprometeu-se a:
- emitir declaração de apoio ao Pacto Global, divulgando-o entre empregados, acionistas, clientes e fornecedores;
- integrar os dez princípios ao seu programa de desenvolvimento corporativo;
- incorporar estes princípios à declaração da missão da companhia e
- incluir o compromisso em seu relatório anual.
E, assim, uma vez por ano, deve informar à ONU sobre um exemplo concreto de aplicação desses princípios.
A Petrobras é signatária do Pacto Global desde 2003 e a única empresa da América Latina a integrar o Conselho. Em abril de 2006, o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annam, nomeou o presidente da Companhia, José Sergio Gabrielli, para o Conselho do Pacto Global da ONU, que é formado por quatro grupos - empresarial, sociedade civil, trabalho e Nações Unidas - com papéis e responsabilidades diferenciadas além de sua função consultiva geral.
Em 2007, a Companhia esteve presente nas reuniões do Conselho Internacional e destacou-se como patrocinadora master do 2º Encontro de Líderes Globais, em Genebra, na Suíça. Também esteve representada no Encontro Mundial de Redes, em Monterrey, no México, onde delegações de diversos países trocaram experiências e conhecimentos. No Brasil, a Companhia participa do Comitê Brasileiro do Pacto Global, ocupando a vice-presidência empresarial desde 2006.
O Balanço Social e Ambiental das empresas é enviado anualmente ao Pacto Global da ONU como forma de Comunicação do Progresso (Communication on Progress – COP) em relação aos dez princípios assumidos. E o seu envio é uma das condições para que as organizações permaneçam ativas junto ao Pacto.
[img1]Ao subscrever o documento da ONU, a Petrobras comprometeu-se a:
- emitir declaração de apoio ao Pacto Global, divulgando-o entre empregados, acionistas, clientes e fornecedores;
- integrar os dez princípios ao seu programa de desenvolvimento corporativo;
- incorporar estes princípios à declaração da missão da companhia e
- incluir o compromisso em seu relatório anual.
E, assim, uma vez por ano, deve informar à ONU sobre um exemplo concreto de aplicação desses princípios.
A Petrobras é signatária do Pacto Global desde 2003 e a única empresa da América Latina a integrar o Conselho. Em abril de 2006, o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annam, nomeou o presidente da Companhia, José Sergio Gabrielli, para o Conselho do Pacto Global da ONU, que é formado por quatro grupos - empresarial, sociedade civil, trabalho e Nações Unidas - com papéis e responsabilidades diferenciadas além de sua função consultiva geral.
Em 2007, a Companhia esteve presente nas reuniões do Conselho Internacional e destacou-se como patrocinadora master do 2º Encontro de Líderes Globais, em Genebra, na Suíça. Também esteve representada no Encontro Mundial de Redes, em Monterrey, no México, onde delegações de diversos países trocaram experiências e conhecimentos. No Brasil, a Companhia participa do Comitê Brasileiro do Pacto Global, ocupando a vice-presidência empresarial desde 2006.
O Balanço Social e Ambiental das empresas é enviado anualmente ao Pacto Global da ONU como forma de Comunicação do Progresso (Communication on Progress – COP) em relação aos dez princípios assumidos. E o seu envio é uma das condições para que as organizações permaneçam ativas junto ao Pacto.