eficiência ecológica
Replan mostra sua eficiência
Maior refinaria do país, a Replan reduz em quase um terço a geração de efluentes nos últimos seis anos, apesar de ter aumentado em 20% o volume de petróleo processado
Comunicação Institucional da Petrobras
04/12/2008
Reúso é palavra de ordem na Replan - Refinaria de Paulínia desde que a Petrobras iniciou projeto para reduzir o consumo de água e a geração de efluentes, em 1999. O trabalho continua em andamento, mas já tem resultados expressivos. Nos últimos seis anos, o volume de efluentes caiu de 785 m³/hora para 550 m³/hora – cerca de 30%. A redução é ainda mais significativa se for considerado que, no período, o volume de petróleo processado pela refinaria aumentou quase 20%, indo de 296 mil barris por dia para 351 mil b/d.
Em meados de 1999, a equipe da Replan notou que a emissão de efluentes estava crescendo de forma acelerada devido à ampliação da capacidade de processamento da refinaria. Desde 1996, havia aumentado de 611 m³/h para 785 m³/h. A situação era ainda mais crítica porque a refinaria está inserida na bacia dos rios Piracicaba e Capivari, que abastece mais de 60 cidades e fica em uma região de grande concentração industrial e forte demanda por água.
Um grupo de trabalho foi criado, então, para analisar o problema e em um mês as primeiras medidas começaram a ser tomadas. Uma mudança simples na filtragem da água de refrigeração que sai da estação de tratamento permitiu a redução de grandes volumes de efluentes. Com isso conseguiu-se uma economia de 40 m³/h.
Esta e outras mudanças não só reduziram significativamente a geração de efluentes, como renderam, em 2000, dois prêmios à unidade. A refinaria ganhou as categorias “Monitoramento de água” e “Reúso de água” do prêmio “Ação pela água”, concedido pelo Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.
Reúso é palavra de ordem na Replan - Refinaria de Paulínia desde que a Petrobras iniciou projeto para reduzir o consumo de água e a geração de efluentes, em 1999. O trabalho continua em andamento, mas já tem resultados expressivos. Nos últimos seis anos, o volume de efluentes caiu de 785 m³/hora para 550 m³/hora – cerca de 30%. A redução é ainda mais significativa se for considerado que, no período, o volume de petróleo processado pela refinaria aumentou quase 20%, indo de 296 mil barris por dia para 351 mil b/d.
Em meados de 1999, a equipe da Replan notou que a emissão de efluentes estava crescendo de forma acelerada devido à ampliação da capacidade de processamento da refinaria. Desde 1996, havia aumentado de 611 m³/h para 785 m³/h. A situação era ainda mais crítica porque a refinaria está inserida na bacia dos rios Piracicaba e Capivari, que abastece mais de 60 cidades e fica em uma região de grande concentração industrial e forte demanda por água.
Um grupo de trabalho foi criado, então, para analisar o problema e em um mês as primeiras medidas começaram a ser tomadas. Uma mudança simples na filtragem da água de refrigeração que sai da estação de tratamento permitiu a redução de grandes volumes de efluentes. Com isso conseguiu-se uma economia de 40 m³/h.
Esta e outras mudanças não só reduziram significativamente a geração de efluentes, como renderam, em 2000, dois prêmios à unidade. A refinaria ganhou as categorias “Monitoramento de água” e “Reúso de água” do prêmio “Ação pela água”, concedido pelo Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.