sustentabilidade na floresta
Centro de Excelência Ambiental na Amazônia
Através de parcerias estratégicas com universidades, instituições de pesquisa, órgãos governamentais e agentes econômicos, este centro reúne a vanguarda tecnológica e conhecimento científico na busca pelo aprimoramento das ações socioambientais implantadas na região. Dois são os projetos de destaque: Piatam e Mutirão das Águas
Comunicação Institucional da Petrobras
04/12/2008
Ciente da grande responsabilidade das organizações com o futuro do planeta, a Petrobras executa diversas ações pela preservação do meio ambiente. Uma delas é garantida pelo CEAP - Centro de Excelência Ambiental da Petrobras na Amazônia. Lançado em 2007, trata-se de uma iniciativa que reúne a vanguarda tecnológica e o conhecimento científico ao compromisso com a responsabilidade social e ambiental necessários à atuação sustentável da Companhia na Floresta Amazônica.
O Ceap viabiliza as parcerias estratégicas da Companhia com universidades, instituições de pesquisa, órgãos governamentais, organizações não-governamentais e agentes econômicos, que já somam 34, buscando integração e cooperação para o aprimoramento das ações socioambientais já implantadas na região. Com reflexos positivos também para outras redes, o Centro atua na redução dos riscos associados às intervenções da indústria do petróleo por meio de 30 projetos em andamento, que concentrarão investimentos superiores a R$ 500 milhões, até 2012.
O Projeto Piatam, por exemplo, é uma das iniciativas englobadas pelo Ceap que monitora as atividades de produção e transporte de petróleo e gás natural oriundos de Urucu, a maior província terrestre brasileira de óleo e gás, localizada na Floresta Amazônica. São mais de 200 pesquisadores, que, quatro vezes por ano, realizam excursões durante as diferentes estações hidrológicas do Rio Solimões (cheia, seca, vazante e enchente).
Os pesquisadores do Projeto Piatam percorrem 400 quilômetros e pesquisam nove comunidades ribeirinhas. Os dados e amostras coletados são integrados num sistema de informações, permitindo a criação de mapas de sensibilidade ambiental que podem auxiliar a indústria petrolífera em caso de acidentes. É uma gestão única de cálculo de risco ambiental na Amazônia. A execução do projeto vai ser facilitada pelo Robô Ambiental Híbrido, desenvolvido pelo grupo de robótica do Projeto Cognitus, em fase de testes de campo para implantação na região amazônica.
Já o Projeto Mutirão das Águas: Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Hídricos por Meio da Gestão Compartilhada - desenvolvido em parceria com o Conselho Nacional dos Seringueiros - atua na sustentabilidade da área de influência do gasoduto Urucu–Manaus, com ações voltadas às comunidades ribeirinhas e extrativistas, incentivando a gestão compartilhada dos recursos hídricos e a compreensão dos riscos ou potenciais impactos da operacionalização do gasoduto.
Para a valorização econômica do agroextrativismo familiar na região, a Petrobras realiza a Certificação Socioparticipativa de Produtos Agroextrativistas, uma parceria entre o Grupo de Trabalho Amazônico e a Rede de Tecnologia Social. O projeto trabalha com as famílias das comunidades, promovendo a construção da cidadania e a preservação dos ambientes naturais, a partir de um processo que prioriza o aperfeiçoamento das técnicas tradicionais de manejo dos recursos naturais.
sustentabilidade na floresta
Centro de Excelência Ambiental na Amazônia
Através de parcerias estratégicas com universidades, instituições de pesquisa, órgãos governamentais e agentes econômicos, este centro reúne a vanguarda tecnológica e conhecimento científico na busca pelo aprimoramento das ações socioambientais implantadas na região. Dois são os projetos de destaque: Piatam e Mutirão das Águas
Ciente da grande responsabilidade das organizações com o futuro do planeta, a Petrobras executa diversas ações pela preservação do meio ambiente. Uma delas é garantida pelo CEAP - Centro de Excelência Ambiental da Petrobras na Amazônia. Lançado em 2007, trata-se de uma iniciativa que reúne a vanguarda tecnológica e o conhecimento científico ao compromisso com a responsabilidade social e ambiental necessários à atuação sustentável da Companhia na Floresta Amazônica.
O Ceap viabiliza as parcerias estratégicas da Companhia com universidades, instituições de pesquisa, órgãos governamentais, organizações não-governamentais e agentes econômicos, que já somam 34, buscando integração e cooperação para o aprimoramento das ações socioambientais já implantadas na região. Com reflexos positivos também para outras redes, o Centro atua na redução dos riscos associados às intervenções da indústria do petróleo por meio de 30 projetos em andamento, que concentrarão investimentos superiores a R$ 500 milhões, até 2012.
O Projeto Piatam, por exemplo, é uma das iniciativas englobadas pelo Ceap que monitora as atividades de produção e transporte de petróleo e gás natural oriundos de Urucu, a maior província terrestre brasileira de óleo e gás, localizada na Floresta Amazônica. São mais de 200 pesquisadores, que, quatro vezes por ano, realizam excursões durante as diferentes estações hidrológicas do Rio Solimões (cheia, seca, vazante e enchente).
Os pesquisadores do Projeto Piatam percorrem 400 quilômetros e pesquisam nove comunidades ribeirinhas. Os dados e amostras coletados são integrados num sistema de informações, permitindo a criação de mapas de sensibilidade ambiental que podem auxiliar a indústria petrolífera em caso de acidentes. É uma gestão única de cálculo de risco ambiental na Amazônia. A execução do projeto vai ser facilitada pelo Robô Ambiental Híbrido, desenvolvido pelo grupo de robótica do Projeto Cognitus, em fase de testes de campo para implantação na região amazônica.
Já o Projeto Mutirão das Águas: Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Hídricos por Meio da Gestão Compartilhada - desenvolvido em parceria com o Conselho Nacional dos Seringueiros - atua na sustentabilidade da área de influência do gasoduto Urucu–Manaus, com ações voltadas às comunidades ribeirinhas e extrativistas, incentivando a gestão compartilhada dos recursos hídricos e a compreensão dos riscos ou potenciais impactos da operacionalização do gasoduto.
Para a valorização econômica do agroextrativismo familiar na região, a Petrobras realiza a Certificação Socioparticipativa de Produtos Agroextrativistas, uma parceria entre o Grupo de Trabalho Amazônico e a Rede de Tecnologia Social. O projeto trabalha com as famílias das comunidades, promovendo a construção da cidadania e a preservação dos ambientes naturais, a partir de um processo que prioriza o aperfeiçoamento das técnicas tradicionais de manejo dos recursos naturais.