conflito indígena
Índio não quer hidrelétrica
Em terras indígenas no norte do país, técnicos da Empresa de Pesquisa Energética encontram dificuldades para explorar potencial hídrico
Por Fabiane Stefano
Revista Exame - 03/12/2008
A bacia do rio Aripuanã, na divisa entre Rondônia, Mato Grosso e Amazonas, é cheia de cachoeiras e, por isso, estima-se que haja um potencial hidrelétrico de 3 000 megawatts. Mas que ninguém se atreva a pensar em gerar energia ali. Os índios cintas-largas e suruís não deram autorização aos técnicos da Empresa de Pesquisa Energética, órgão federal do setor, para avaliar o potencial hídrico da região.
Em outras três terras indígenas, nas bacias de Juruena e Araguaia, funcionários da EPE também foram proibidos de entrar. O absurdo é que o governo não pretende instalar nenhuma hidrelétrica na reserva, o que é proibido por lei. O estudo serve para avaliar a viabilidade de empreendimentos em outras partes da bacia. A EPE está negociando com a Funai o acesso às áreas.
A bacia do rio Aripuanã, na divisa entre Rondônia, Mato Grosso e Amazonas, é cheia de cachoeiras e, por isso, estima-se que haja um potencial hidrelétrico de 3 000 megawatts. Mas que ninguém se atreva a pensar em gerar energia ali. Os índios cintas-largas e suruís não deram autorização aos técnicos da Empresa de Pesquisa Energética, órgão federal do setor, para avaliar o potencial hídrico da região.
Em outras três terras indígenas, nas bacias de Juruena e Araguaia, funcionários da EPE também foram proibidos de entrar. O absurdo é que o governo não pretende instalar nenhuma hidrelétrica na reserva, o que é proibido por lei. O estudo serve para avaliar a viabilidade de empreendimentos em outras partes da bacia. A EPE está negociando com a Funai o acesso às áreas.