inovando na educação
Projeto de ensino na Amazônia ganha prêmio mundial
A iniciativa “Ensino à distância na Floresta Amazônica”, da Hughes brasileira, que viabiliza educação para jovens que vivem em comunidades rurais, foi uma das ganhadoras do Wise, prêmio internacional de educação. A ação será premiada na Cúpula Mundial de Educação, de 16 a 18 de novembro, em Doha
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 13/11/2009
O Prêmio Wise 2009, da Fundação Qatar, que visa melhorar a qualidade do ensino mundial, reuniu práticas educacionais inovadoras, aplicadas nos quatro cantos do planeta, e, com a ajuda de um júri de especialistas, elegeu os melhores projetos, em três quesitos: pluralismo, sustentabilidade e inovação.
Para orgulho dos brasileiros, um dos seis premiados pela iniciativa foi o projeto “Ensino à distância na Floresta Amazônica”, idealizado por Délio Morais – presidente da filial brasileira da Hughes, uma multinacional especializada em comunicação via satélite – e desenvolvido pela Seduc-AM – Secretaria do Estado de Educação do Amazonas.
A iniciativa foi considerada, pela banca julgadora, uma “solução inovadora para o ensino a distância interativo”, por viabilizar a transmissão diária e ao vivo de aulas audiovisuais para cerca de 25 mil alunos que estudam em escolas em condições precárias, localizadas nas comunidades rurais do Amazonas.
Segundo a Seduc, para dar início ao projeto, foi preciso comprar geradores de eletricidade para os colégios, porque quase 60% das comunidades envolvidas no programa não possuíam luz elétrica. Com a iniciativa, os alunos passaram a ter mais interesse em ir para a escola, principalmente porque a tecnologia via satélite permite que eles interajam com os professores que dão as aulas, de Manaus.
O projeto brasileiro, juntamente com os outros cinco que também foram selecionados pelo Prêmio Wise, será homenageado durante o evento da Wise – Cúpula Mundial de Inovação para a Educação, que acontecerá de 16 a 18 de novembro, em Doha, a fim de debater os principais desafios que os educadores do século XXI terão que enfrentar na busca por uma educação de qualidade, com foco na sustentabilidade.
Os vencedores do Prêmio receberão, durante o evento, um prêmio de US$20.000,00, que ajudará o projeto “Ensino à distância na Floresta Amazônica” a cumprir sua meta para 2010: aumentar, de 700 para 1.000, o número de salas de aula capazes de transmitir as aulas à distância nas comunidades rurais, atingindo, assim, um número ainda maior de alunos.
*Wise
*Hughes
*Seduc-AM
O Prêmio Wise 2009, da Fundação Qatar, que visa melhorar a qualidade do ensino mundial, reuniu práticas educacionais inovadoras, aplicadas nos quatro cantos do planeta, e, com a ajuda de um júri de especialistas, elegeu os melhores projetos, em três quesitos: pluralismo, sustentabilidade e inovação.
Para orgulho dos brasileiros, um dos seis premiados pela iniciativa foi o projeto “Ensino à distância na Floresta Amazônica”, idealizado por Délio Morais – presidente da filial brasileira da Hughes, uma multinacional especializada em comunicação via satélite – e desenvolvido pela Seduc-AM – Secretaria do Estado de Educação do Amazonas.
A iniciativa foi considerada, pela banca julgadora, uma “solução inovadora para o ensino a distância interativo”, por viabilizar a transmissão diária e ao vivo de aulas audiovisuais para cerca de 25 mil alunos que estudam em escolas em condições precárias, localizadas nas comunidades rurais do Amazonas.
Segundo a Seduc, para dar início ao projeto, foi preciso comprar geradores de eletricidade para os colégios, porque quase 60% das comunidades envolvidas no programa não possuíam luz elétrica. Com a iniciativa, os alunos passaram a ter mais interesse em ir para a escola, principalmente porque a tecnologia via satélite permite que eles interajam com os professores que dão as aulas, de Manaus.
O projeto brasileiro, juntamente com os outros cinco que também foram selecionados pelo Prêmio Wise, será homenageado durante o evento da Wise – Cúpula Mundial de Inovação para a Educação, que acontecerá de 16 a 18 de novembro, em Doha, a fim de debater os principais desafios que os educadores do século XXI terão que enfrentar na busca por uma educação de qualidade, com foco na sustentabilidade.
Os vencedores do Prêmio receberão, durante o evento, um prêmio de US$20.000,00, que ajudará o projeto “Ensino à distância na Floresta Amazônica” a cumprir sua meta para 2010: aumentar, de 700 para 1.000, o número de salas de aula capazes de transmitir as aulas à distância nas comunidades rurais, atingindo, assim, um número ainda maior de alunos.
*Wise
*Hughes
*Seduc-AM