campus party - MÍDIA ESCOLA
Educando pela comunicação
Alunos da rede pública viram repórteres no Campus Party; cobertura dos jovens é registrada em vídeo e rádio
Por Carlos Minuano
Planeta Sustentável - 15/02/2007
Cerca de 100 alunos da rede municipal de ensino estão registrando suas impressões, em vídeo e em rádio, da primeira edição no Brasil, e fora da Espanha, do maior evento de tecnologia do mundo, o Campus Party, que acontece entre 11 e 17 de fevereiro na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo.
Os jovens repórteres fazem parte do programa "Nas Ondas do Rádio", da Secretaria Municipal de Educação, ação que propõe a educação por meio das mídias, realizado nas escolas municipais de ensino fundamental e médio de São Paulo.
"Os estudantes montam os programas com base em temas sugeridos pelos educadores como saúde, meio ambiente, ou informações relevantes para a comunidade e são transmitidos durante o intervalo das aulas", explica a professora Rita Aníbal, da equipe do programa "Nas Ondas do Rádio" e do "Informática Educativa", dirigido à capacitação de professores para o uso das mídias na educação.
As aulas são práticas, os alunos aprendem sobre edição e produção de rádio, acrescenta o professor Edmilson Nazareno, que acompanhou sua turma durante uma tarde no Campus Party. Ele defende que o programa estimula o processo de aprendizagem. "O desenvolvimento desses alunos passou a ocorrer de maneira muito mais rápida", afirmou o professor.
LEITOR E ESCRITOR
Durante a cobertura do Campus Party, todo o trabalho está sendo dividido entre eles, detalha a professora Rita Aníbal. "Um cuida da produção, outro do texto, e assim também nas outras tarefas, como revisão e locução". O foco, no entanto, é sempre voltado para a educação, ressalta. "Quando você trabalha a oralidade, melhora também a escrita. A idéia e que o aluno se torne leitor e escritor".
O sucesso da experiência acabou estimulando a criação da Lei municipal nº 13.941 "Educom - Educomunicação pelas Ondas do Rádio". Aprovada em 2005, ela insere o rádio como política pública nas escolas municipais e garante a continuidade do programa no município. "A idéia é promover o protagonismo dos estudantes", conclui Carlos Lima, professor e coordenador do programa.
Cerca de 100 alunos da rede municipal de ensino estão registrando suas impressões, em vídeo e em rádio, da primeira edição no Brasil, e fora da Espanha, do maior evento de tecnologia do mundo, o Campus Party, que acontece entre 11 e 17 de fevereiro na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo.
Os jovens repórteres fazem parte do programa "Nas Ondas do Rádio", da Secretaria Municipal de Educação, ação que propõe a educação por meio das mídias, realizado nas escolas municipais de ensino fundamental e médio de São Paulo.
"Os estudantes montam os programas com base em temas sugeridos pelos educadores como saúde, meio ambiente, ou informações relevantes para a comunidade e são transmitidos durante o intervalo das aulas", explica a professora Rita Aníbal, da equipe do programa "Nas Ondas do Rádio" e do "Informática Educativa", dirigido à capacitação de professores para o uso das mídias na educação.
As aulas são práticas, os alunos aprendem sobre edição e produção de rádio, acrescenta o professor Edmilson Nazareno, que acompanhou sua turma durante uma tarde no Campus Party. Ele defende que o programa estimula o processo de aprendizagem. "O desenvolvimento desses alunos passou a ocorrer de maneira muito mais rápida", afirmou o professor.
LEITOR E ESCRITOR
Durante a cobertura do Campus Party, todo o trabalho está sendo dividido entre eles, detalha a professora Rita Aníbal. "Um cuida da produção, outro do texto, e assim também nas outras tarefas, como revisão e locução". O foco, no entanto, é sempre voltado para a educação, ressalta. "Quando você trabalha a oralidade, melhora também a escrita. A idéia e que o aluno se torne leitor e escritor".
O sucesso da experiência acabou estimulando a criação da Lei municipal nº 13.941 "Educom - Educomunicação pelas Ondas do Rádio". Aprovada em 2005, ela insere o rádio como política pública nas escolas municipais e garante a continuidade do programa no município. "A idéia é promover o protagonismo dos estudantes", conclui Carlos Lima, professor e coordenador do programa.