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Ética, o que é e como se aplica
O profissional que preza pela sua imagem age com retidão
Célia Leão
Revista Você S/A – 11/2009
[img01] Já reparou como a palavra ética voltou a fazer parte das conversas corporativas? Escreveu não leu, vem à tona a palavra ética. Seja ético, use de ética em suas relações com fornecedores, são alguns dos mantras que ouvimos nas organizações. Afinal, será que sabemos o que é ética e como ela se traduz nas ações do nosso cotidiano? Proponho dois testes para que você rapidamente avalie seu padrão ético no dia a dia.
TESTE 1. Imagine que você tem de optar por um fornecedor para um projeto. Seu critério de escolha é:
a) menor preço;
b) o mais qualificado;
c) aquele com quem você tem uma boa relação.
TESTE 2. Supondo que a sua empresa tem políticas explícitas que não lhe permitem receber presentes de fornecedores, você age de que forma ao receber um mimo:
a) recebe o presente, afinal, é só uma lembrança;
b) respeita na íntegra a política e, de forma elegante, devolve o presente;
c) pede que o presente seja enviado para sua casa. Se você não escolheu a alternativa “b” para ambas as questões, vale a pena rever seu comportamento, ou então vale aprofundar seu entendimento sobre o tema.
Ética é uma ciência que estuda a moral, procurando avaliá-la criticamente para chegar a valores sustentáveis e universais. Essa ciência é um ramo da filosofia, que tem como objetivos maiores o bom e o bem. As organizações em geral precisam de códigos de condutas que possam ir além dos valores e costumes individuais de seus colaboradores, a fim de conseguirem firmar, de maneira uníssona, a imagem de empresas sérias e elegíveis no nicho de mercado em que atuam. A credibilidade de uma corporação passa pela forma como ela é vista no mercado. O mesmo vale para o funcionário.
O profissional que preza por sua imagem, que pensa a longo prazo e quer traçar para si um futuro promissor pauta todas as suas atitudes em valores éticos e íntegros: o jeitinho, a vantagem, o só levar a melhor não são parte de seus valores e de seu cotidiano. E esse profissional merece o aplauso de todos nós, pois entendeu que, sem ética, a elegância inexiste.
[img01] Já reparou como a palavra ética voltou a fazer parte das conversas corporativas? Escreveu não leu, vem à tona a palavra ética. Seja ético, use de ética em suas relações com fornecedores, são alguns dos mantras que ouvimos nas organizações. Afinal, será que sabemos o que é ética e como ela se traduz nas ações do nosso cotidiano? Proponho dois testes para que você rapidamente avalie seu padrão ético no dia a dia.
TESTE 1. Imagine que você tem de optar por um fornecedor para um projeto. Seu critério de escolha é:
a) menor preço;
b) o mais qualificado;
c) aquele com quem você tem uma boa relação.
TESTE 2. Supondo que a sua empresa tem políticas explícitas que não lhe permitem receber presentes de fornecedores, você age de que forma ao receber um mimo:
a) recebe o presente, afinal, é só uma lembrança;
b) respeita na íntegra a política e, de forma elegante, devolve o presente;
c) pede que o presente seja enviado para sua casa. Se você não escolheu a alternativa “b” para ambas as questões, vale a pena rever seu comportamento, ou então vale aprofundar seu entendimento sobre o tema.
Ética é uma ciência que estuda a moral, procurando avaliá-la criticamente para chegar a valores sustentáveis e universais. Essa ciência é um ramo da filosofia, que tem como objetivos maiores o bom e o bem. As organizações em geral precisam de códigos de condutas que possam ir além dos valores e costumes individuais de seus colaboradores, a fim de conseguirem firmar, de maneira uníssona, a imagem de empresas sérias e elegíveis no nicho de mercado em que atuam. A credibilidade de uma corporação passa pela forma como ela é vista no mercado. O mesmo vale para o funcionário.
O profissional que preza por sua imagem, que pensa a longo prazo e quer traçar para si um futuro promissor pauta todas as suas atitudes em valores éticos e íntegros: o jeitinho, a vantagem, o só levar a melhor não são parte de seus valores e de seu cotidiano. E esse profissional merece o aplauso de todos nós, pois entendeu que, sem ética, a elegância inexiste.