passo a passo
Manual de reciclagem de gesso
A Associação dos Fabricantes de Drywall lançou cartilha com dicas sobre o uso e a armazenagem sustentável do gesso, além de indicações de centros de reciclagem que recebem os resíduos do material. O manual está disponível, gratuitamente, nas versões impressa e on line
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 03/07/2009
[img1] Os resíduos gerados pela construção civil representam 60% de todo o lixo urbano da sociedade e, desse total, 5% correspondem aos restos de gesso, que, ao serem manipulados de forma incorreta, emitem gás sulfídrico no ambiente, que é inflamável e altamente tóxico.
Para conscientizar os profissionais que atuam no setor da construção civil sobre a importância da destinação e reciclagem correta dos resíduos de gesso – que, inclusive, estão sendo cada vez mais usados nas edificações modernas –, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas de Drywall, em parceria com Sinduscon–SP – Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo, está lançando o manual “Resíduos de Gesso na Construção Civil”.
A publicação descreve, passo a passo, toda a ação de coleta e armazenagem do gesso que deve ser feita para preparar o material para a reciclagem. Além disso, a cartilha esclarece sobre o processo de transporte do material e, também, de destinação. Atualmente, segundo o manual, já existem ATTs – Áreas de Transbordo e Triagem licenciadas em vários municípios brasileiros, que são totalmente capacitadas para receber os resíduos de gesso e, após separação, distribuí-los aos setores responsáveis pela reciclagem do material.
A cartilha ainda traz informações complementares sobre o uso do gesso nas construções civis, como, por exemplo, as normas técnicas brasileiras que existem para a utilização do material e, também, a resolução do CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente, que considera o gesso um resíduo de Classe C – isto é, que não possui destinação economicamente viável. Apesar disso, a Drywall garante que o material pode ser reutilizado como aditivo de concreto, calcário para correção pH do solo e, ainda, ajudar na confecção de novas peças para o setor de construção civil.
Segundo a Drywall, o manual será distribuído para todas as construtoras e empresas brasileiras que trabalham com gesso e qualquer interessado poderá entrar em contato com a Associação para pedir um exemplar. Além disso, existe uma versão em PDF, no site, que pode ser baixada por qualquer um que esteja cadastrado, gratuitamente, no portal.
[img1] Os resíduos gerados pela construção civil representam 60% de todo o lixo urbano da sociedade e, desse total, 5% correspondem aos restos de gesso, que, ao serem manipulados de forma incorreta, emitem gás sulfídrico no ambiente, que é inflamável e altamente tóxico.
Para conscientizar os profissionais que atuam no setor da construção civil sobre a importância da destinação e reciclagem correta dos resíduos de gesso – que, inclusive, estão sendo cada vez mais usados nas edificações modernas –, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas de Drywall, em parceria com Sinduscon–SP – Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo, está lançando o manual “Resíduos de Gesso na Construção Civil”.
A publicação descreve, passo a passo, toda a ação de coleta e armazenagem do gesso que deve ser feita para preparar o material para a reciclagem. Além disso, a cartilha esclarece sobre o processo de transporte do material e, também, de destinação. Atualmente, segundo o manual, já existem ATTs – Áreas de Transbordo e Triagem licenciadas em vários municípios brasileiros, que são totalmente capacitadas para receber os resíduos de gesso e, após separação, distribuí-los aos setores responsáveis pela reciclagem do material.
A cartilha ainda traz informações complementares sobre o uso do gesso nas construções civis, como, por exemplo, as normas técnicas brasileiras que existem para a utilização do material e, também, a resolução do CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente, que considera o gesso um resíduo de Classe C – isto é, que não possui destinação economicamente viável. Apesar disso, a Drywall garante que o material pode ser reutilizado como aditivo de concreto, calcário para correção pH do solo e, ainda, ajudar na confecção de novas peças para o setor de construção civil.
Segundo a Drywall, o manual será distribuído para todas as construtoras e empresas brasileiras que trabalham com gesso e qualquer interessado poderá entrar em contato com a Associação para pedir um exemplar. Além disso, existe uma versão em PDF, no site, que pode ser baixada por qualquer um que esteja cadastrado, gratuitamente, no portal.