empregos verdes
Treinamento em manejo florestal
A Fundação Roberto Marinho e o governo do Pará oferecerão, a partir de 2010, o Telecurso Manejo Florestal Sustentável, que pretende aumentar a qualidade técnica dos profissionais dessa promissora área da sustentabilidade, que, atualmente, está em defasagem
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 14/05/2009
O Serviço Florestal Brasileiro deverá licitar, até 2010, cerca de 4 milhões de hectares de floresta pública e esse volume ainda pode triplicar, chegando a 13 milhões de hectares, nos próximos dez anos, já que há previsão de aumento das áreas que serão licitadas no Brasil.
Essas são informações do diretor de desenvolvimento interinstitucional da Fundação Roberto Marinho, Ricardo Piquet, que ressaltou que a qualidade do manejo florestal dessas áreas dependerá da qualidade técnica dos profissionais do setor, que, atualmente, não são bem preparados.
Para mudar esse cenário, a Fundação fechou um acordo com o governo do Pará e, ainda, com a Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (Abiec) e com a Fundação Orsa, que viabiliza a existência de um telecurso sobre manejo florestal sustentável no Estado paraense a partir de 2010.
A metodologia aplicada nas aulas será semelhante à dos telecursos convencionais da Fundação Roberto Marinho. No entanto, os alunos vão se reunir em telessalas para assistir às aulas, que serão ministradas à distância. Entre os temas que serão abordados durante o curso, estão: diagnóstico socioambiental, legislação, inventário florestal, plano de manejo, análise de custo e benefícios do manejo.
Ainda de acordo com Ricardo Piquet, a implantação desse tipo de telecurso é fundamental para o futuro das áreas que serão licitadas. Isso porque, para atender com qualidade todas as regiões florestais, são necessários, pelo menos, 10 mil profissionais. No entanto, as escolas técnicas e instituições de ensino que formam profissionais de manejo sustentável, hoje em dia, só consegue colocar 5 mil profissionais por ano no mercado.
A secretária de educação do Pará, Iracy Gallo, afirmou que tem todo o interesse em receber o telecurso e ampliar,de 13 para 29, o número de escolas tecnológicas aptas a formar profissionais capacitados em manejo florestal sustentável no estado.
Leia também:
O imbróglio do manejo florestal na Amazônia
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Essas são informações do diretor de desenvolvimento interinstitucional da Fundação Roberto Marinho, Ricardo Piquet, que ressaltou que a qualidade do manejo florestal dessas áreas dependerá da qualidade técnica dos profissionais do setor, que, atualmente, não são bem preparados.
Para mudar esse cenário, a Fundação fechou um acordo com o governo do Pará e, ainda, com a Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (Abiec) e com a Fundação Orsa, que viabiliza a existência de um telecurso sobre manejo florestal sustentável no Estado paraense a partir de 2010.
A metodologia aplicada nas aulas será semelhante à dos telecursos convencionais da Fundação Roberto Marinho. No entanto, os alunos vão se reunir em telessalas para assistir às aulas, que serão ministradas à distância. Entre os temas que serão abordados durante o curso, estão: diagnóstico socioambiental, legislação, inventário florestal, plano de manejo, análise de custo e benefícios do manejo.
Ainda de acordo com Ricardo Piquet, a implantação desse tipo de telecurso é fundamental para o futuro das áreas que serão licitadas. Isso porque, para atender com qualidade todas as regiões florestais, são necessários, pelo menos, 10 mil profissionais. No entanto, as escolas técnicas e instituições de ensino que formam profissionais de manejo sustentável, hoje em dia, só consegue colocar 5 mil profissionais por ano no mercado.
A secretária de educação do Pará, Iracy Gallo, afirmou que tem todo o interesse em receber o telecurso e ampliar,de 13 para 29, o número de escolas tecnológicas aptas a formar profissionais capacitados em manejo florestal sustentável no estado.
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