difusor de conhecimento
Brasil é referência mundial para preservação da água?
O Instituto Hidroex, localizado na região do Triângulo Mineiro, tem grandes chances de ser incluído na rede internacional de referência em recursos hídricos da Unesco por promover, com seriedade, debates sobre a utilização e preservação da água na América Latina e na África
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 07/05/2009
Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Brasil detém 26% da água doce de todo o planeta. Entender sobre a utilização e preservação do recurso hídrico, portanto, é praticamente obrigatório no país, principalmente, na região que é conhecida por ser a “Caixa d’água do Brasil”, como é o caso de Minas Gerais. O estado é o maior fornecedor de água potável no país e, ainda, é divisor de várias bacias hidrográficas, inclusive internacionais.
Nesse cenário, foi praticamente irresistível a criação do Instituto Hidroex, na região do Triângulo Mineiro, em 2001, para atuar como centro produtor e difusor de conhecimento das questões relacionadas à água na América Latina e na África. A ideia deu tão certo que, na semana passada, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, foi até Paris participar de uma reunião com o diretor-geral da Unesco, Koichiro Matssura, que, entre outras coisas, visava discutir a inclusão do Hidroex na rede mundial de referência em recursos hídricos da Unesco.
Aécio Neves voltou sem uma resposta definitiva da Unesco. No entanto, o Conselho da organização deixou claro, no final da reunião, que o Hidroex atua de acordo com as normas e objetivos da Unesco, o que é um passo extremamente positivo rumo à aprovação do Instituto na rede.
Uma das exigências da Unesco para todos os integrantes da rede internacional de referência em recursos hídricos, no entanto, ficou faltando para o Hidroex: a autonomia administrativa e jurídica do Instituto. Mas o governo de Minas Gerais já anunciou que enviará, em breve, para a Assembléia Legislativa um projeto de Lei que modifique a condição do Hidroex.
Dessa maneira, a expectativa é de que, ainda este ano, durante a Conferência Geral da Unesco, o Instituto seja oficializado como membro da rede mundial e coloque o Brasil no rol de países que estão, realmente, engajados na preservação da água . “A criação do Hidroex vai além dos méritos de estudos, qualificação de pessoal. Ele me sensibilizou pelo espírito de solidariedade que carrega”, disse Márcio Barbosa, diretor-geral adjunto da Unesco.
Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Brasil detém 26% da água doce de todo o planeta. Entender sobre a utilização e preservação do recurso hídrico, portanto, é praticamente obrigatório no país, principalmente, na região que é conhecida por ser a “Caixa d’água do Brasil”, como é o caso de Minas Gerais. O estado é o maior fornecedor de água potável no país e, ainda, é divisor de várias bacias hidrográficas, inclusive internacionais.
Nesse cenário, foi praticamente irresistível a criação do Instituto Hidroex, na região do Triângulo Mineiro, em 2001, para atuar como centro produtor e difusor de conhecimento das questões relacionadas à água na América Latina e na África. A ideia deu tão certo que, na semana passada, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, foi até Paris participar de uma reunião com o diretor-geral da Unesco, Koichiro Matssura, que, entre outras coisas, visava discutir a inclusão do Hidroex na rede mundial de referência em recursos hídricos da Unesco.
Aécio Neves voltou sem uma resposta definitiva da Unesco. No entanto, o Conselho da organização deixou claro, no final da reunião, que o Hidroex atua de acordo com as normas e objetivos da Unesco, o que é um passo extremamente positivo rumo à aprovação do Instituto na rede.
Uma das exigências da Unesco para todos os integrantes da rede internacional de referência em recursos hídricos, no entanto, ficou faltando para o Hidroex: a autonomia administrativa e jurídica do Instituto. Mas o governo de Minas Gerais já anunciou que enviará, em breve, para a Assembléia Legislativa um projeto de Lei que modifique a condição do Hidroex.
Dessa maneira, a expectativa é de que, ainda este ano, durante a Conferência Geral da Unesco, o Instituto seja oficializado como membro da rede mundial e coloque o Brasil no rol de países que estão, realmente, engajados na preservação da água . “A criação do Hidroex vai além dos méritos de estudos, qualificação de pessoal. Ele me sensibilizou pelo espírito de solidariedade que carrega”, disse Márcio Barbosa, diretor-geral adjunto da Unesco.