passo a passo
Manuais para uso sustentável da madeira
Governo do Estado de São Paulo e organizações da sociedade civil lançam duas publicações – o guia Seja Legal: Boas Práticas para manter a madeira ilegal fora de seus negócios e o manual Madeira: Uso Sustentável na Construção Civil – para orientar as pessoas a utilizar o recurso natural de maneira sustentável
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 17/03/2009
O consumo ilegal da madeira, bem como o uso intensivo e constante de determinadas espécies, gera uma série de impactos negativos – sociais, ambientais e, até mesmo, econômicos – para as regiões que exercem tais atividades.
Foi pensando nisso que a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo e o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), juntamente com algumas organizações da sociedade civil, como a WWF e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), se uniram para disponibilizar ao público dois manuais sobre o uso sustentável da madeira legal e certificada.
O primeiro guia, “Seja Legal: Boas Práticas para manter a madeira ilegal fora de seus negócios”, é destinado, principalmente, a formuladores de políticas públicas e empresários que atuam no ramo madeireiro. A publicação mostra os impactos negativos da compra de madeira ilegal e fornece orientações para quem está disposto a adotar o consumo de produtos com a certificação FSC (Conselho de Manejo Florestal).
Já o segundo manual, “Madeira: Uso Sustentável na Construção Civil”, está em sua segunda edição e continua levantando a bandeira do uso de espécies alternativas de madeira nas atividades de construção civil. Tudo porque a utilização constante e intensiva de algumas espécies coloca em risco a preservação e a sustentabilidade das florestas brasileiras. A publicação, que sugere tipos de madeira alternativa com propriedades semelhantes às espécies habituais, é voltada para profissionais do ramo e, também, para consumidores – afinal, não comprar produtos feitos com matéria-prima ilegal, extraída de maneira predatória, também é uma forma de inibir as atividades.
Os dois manuais serão lançados nesta quarta-feira, 18 de março, no Centro Cultural de São Paulo. Depois disso, os guias ficarão a disposição do público no site do SindusCon-SP e da WWF e também, aqui, no Planeta Sustentável.
O consumo ilegal da madeira, bem como o uso intensivo e constante de determinadas espécies, gera uma série de impactos negativos – sociais, ambientais e, até mesmo, econômicos – para as regiões que exercem tais atividades.
Foi pensando nisso que a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo e o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), juntamente com algumas organizações da sociedade civil, como a WWF e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), se uniram para disponibilizar ao público dois manuais sobre o uso sustentável da madeira legal e certificada.
O primeiro guia, “Seja Legal: Boas Práticas para manter a madeira ilegal fora de seus negócios”, é destinado, principalmente, a formuladores de políticas públicas e empresários que atuam no ramo madeireiro. A publicação mostra os impactos negativos da compra de madeira ilegal e fornece orientações para quem está disposto a adotar o consumo de produtos com a certificação FSC (Conselho de Manejo Florestal).
Já o segundo manual, “Madeira: Uso Sustentável na Construção Civil”, está em sua segunda edição e continua levantando a bandeira do uso de espécies alternativas de madeira nas atividades de construção civil. Tudo porque a utilização constante e intensiva de algumas espécies coloca em risco a preservação e a sustentabilidade das florestas brasileiras. A publicação, que sugere tipos de madeira alternativa com propriedades semelhantes às espécies habituais, é voltada para profissionais do ramo e, também, para consumidores – afinal, não comprar produtos feitos com matéria-prima ilegal, extraída de maneira predatória, também é uma forma de inibir as atividades.
Os dois manuais serão lançados nesta quarta-feira, 18 de março, no Centro Cultural de São Paulo. Depois disso, os guias ficarão a disposição do público no site do SindusCon-SP e da WWF e também, aqui, no Planeta Sustentável.