sem dor
Acordo brasileiro deve aliviar o sofrimento dos animais de abate
Assinado entre a Sociedade Mundial de Proteção Animal e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, esse acordo ainda envolve as Secretarias Estaduais e um amplo programa de treinamento dos envolvidos no sistema
Por Danilo Romeiro
Planeta Sustentável - 16/01/2008
O acordo prevê o treinamento de fiscais agropecuários e médicos veterinários que atuam na área de fiscalização dos frigoríficos. Paralelamente estão sendo feitos acordos de cooperação com as Secretarias Estaduais de Agricultura para estimular a melhoria do Programa de Abate Humanitário.
Por acreditar que o declínio na produção e no consumo de carne no mundo pode levar muito tempo, a Sociedade Mundial de Proteção Animal - WSPA tem lutado incansavelmente por essa medida. Agora, a partir do acordo assinado com o Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento - MAPA, que tem alcance internacional, o Brasil deve seguir os padrões europeus de qualidade desse segmento, criando uma reação em cadeia. Isto porque espera-se que os produtores de animais brasileiros influenciem, de forma positiva, outros países da América do Sul, procurando aprimorar o manejo e o tratamento dos animais para abate.
O projeto piloto, resultado dessa parceria, terá início no estado de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2008. Posteriormente, abrangerá também o Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.
O acordo prevê o treinamento de fiscais agropecuários e médicos veterinários que atuam na área de fiscalização dos frigoríficos. Paralelamente estão sendo feitos acordos de cooperação com as Secretarias Estaduais de Agricultura para estimular a melhoria do Programa de Abate Humanitário.
Por acreditar que o declínio na produção e no consumo de carne no mundo pode levar muito tempo, a
Sociedade Mundial de Proteção Animal - WSPA tem lutado incansavelmente por essa medida. Agora, a partir do acordo assinado com o
Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento - MAPA, que tem alcance internacional, o Brasil deve seguir os padrões europeus de qualidade desse segmento, criando uma reação em cadeia. Isto porque espera-se que os produtores de animais brasileiros influenciem, de forma positiva, outros países da América do Sul, procurando aprimorar o manejo e o tratamento dos animais para abate.
O projeto piloto, resultado dessa parceria, terá início no estado de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2008. Posteriormente, abrangerá também o Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.