exposição
Tradição do redendê
Exposição de fotos mostra o trabalho das bordadeiras do povoado de Entremontes. Este é o resultado de um projeto social desenvolvido pela loja Collectania, de São Paulo
Por Isabel Abreu Braga
Planeta Sustentável - 14/09/2007
Até o dia 24 de setembro acontece a exposição de fotos "Olhar sobre Entremontes", que mostra o trabalho realizado pelas mãos ágeis de 60 mulheres: o redendê. Esta técnica de bordado trazida, principalmente, por belgas e holandeses no começo do século passado, é a principal fonte de renda destas bordadeiras, que trabalham em uma casa doada pela prefeitura no povoado de Entremontes, pequeno distrito da cidade alagoana de Piranhas, às margens do Rio São Francisco.
O redendê produzido por elas viaja até o Estado de São Paulo, difundindo seus motivos geométricos para dar acabamento à linha de roupa de cama da loja Collectania. "Elas fazem um trabalho incrível e a gente acaba não tendo acesso a ele aqui", diz Lili Tuneu, sócia da loja.
Sem a parceria com a loja, as vendas do bordado estão mais sujeitas a altos e baixos. Agora, elas têm maior garantia de renda e um trabalho mais digno - e que sustenta a tradicional técnica do bordado da região. "Quem participa da parceria e quem compra os produtos fica com a sensação de levar trabalho para essas mulheres", conta Lili, que se encantou logo que viu o trabalho do rendedê em uma almofada.
Desde 2000, essas 60 bordadeiras estão organizadas sob a forma de cooperativa, através do projeto Comunidade Solidária, do Governo do Estado. A equipe da Collectania, acompanhada pelo fotógrafo Rômulo Fialdini, foi conhecer de perto a realidade dessas mulheres de Entremontes. O resultado desse trabalho está na exposição organizada pela loja, à Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1456, fone (11) 3088-6555, São Paulo, SP.
Até o dia 24 de setembro acontece a exposição de fotos "Olhar sobre Entremontes", que mostra o trabalho realizado pelas mãos ágeis de 60 mulheres: o redendê. Esta técnica de bordado trazida, principalmente, por belgas e holandeses no começo do século passado, é a principal fonte de renda destas bordadeiras, que trabalham em uma casa doada pela prefeitura no povoado de Entremontes, pequeno distrito da cidade alagoana de Piranhas, às margens do Rio São Francisco.
O redendê produzido por elas viaja até o Estado de São Paulo, difundindo seus motivos geométricos para dar acabamento à linha de roupa de cama da loja Collectania. "Elas fazem um trabalho incrível e a gente acaba não tendo acesso a ele aqui", diz Lili Tuneu, sócia da loja.
Sem a parceria com a loja, as vendas do bordado estão mais sujeitas a altos e baixos. Agora, elas têm maior garantia de renda e um trabalho mais digno - e que sustenta a tradicional técnica do bordado da região. "Quem participa da parceria e quem compra os produtos fica com a sensação de levar trabalho para essas mulheres", conta Lili, que se encantou logo que viu o trabalho do rendedê em uma almofada.
Desde 2000, essas 60 bordadeiras estão organizadas sob a forma de cooperativa, através do projeto Comunidade Solidária, do Governo do Estado. A equipe da Collectania, acompanhada pelo fotógrafo Rômulo Fialdini, foi conhecer de perto a realidade dessas mulheres de Entremontes. O resultado desse trabalho está na exposição organizada pela loja, à Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1456, fone (11) 3088-6555, São Paulo, SP.