PERFIL
Sustentabilidade estratégica
Cada vez mais presente em seu planejamento, tanto no âmbito da gestão como de políticas corporativas, o tema sustentabilidade contempla as dimensões econômica, ambiental e social desenvolvidas e consolidadas desde a privatização da empresa, em 1997
O setor elétrico brasileiro tem na matriz hídrica sua principal fonte de geração de energia (76,7% do total gerado), matriz essa que além de renovável, depois de implantada gera impactos ambientais mínimos. Essa informação, por si só, demonstra a importância de uma boa gestão ambiental pelas empresas do setor. Neste sentido, diversas ações vêm sendo desencadeadas pela CPFL Energia como forma de contribuir para a gestão eficiente e sustentável dos recursos naturais nos segmentos de distribuição e geração que abrange os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins, Santa Catarina e Paraná.
Ciente do seu papel como instituição inserida na sociedade e atenta aos seus anseios, a empresa está atenta ao problema do aquecimento global. Por isso, desenvolve atividades baseados no princípio do desenvolvimento sustentável. Também é que busca participar do processo de mudança da sociedade fomentando reflexões - envolvendo os setores acadêmico, a mídia, o poder público e a sociedade - sobre as necessárias e urgentes transformações econômicas, sociais e culturais para tentar responder a um dos maiores desafios da humanidade na atualidade: "Sobreviver ao século 21".
Esta é uma reflexão contínua e ampliada este ano através de um dos principais programas de responsabilidade corporativa do grupo: o "Espaço Cultural CPFL" que definiu sua programação de 2007 com base numa questão: "O Fim de um Mundo Não é o Fim do Mundo: como sobreviveremos no século XXI?"
[img02] A programação é composta por três eixos: mudanças climáticas, violência urbana e insuficiência das instituições. Os cientistas Carlos Nobre e Marcelo Gleiser e o jornalista André Trigueiro estão entre os especialistas que organizarão módulos de reflexão sobre aquecimento global, contribuindo com suas experiências e propondo formas de adaptação, mitigação e intervenção.
Para a CPFL Energia, o enfrentamento dessas questões, entretanto, exige mais do que diagnósticos incontestáveis: é necessária a revisão do estilo de vida e dos padrões de consumo da sociedade como um todo, hoje incompatíveis com os finitos recursos da Terra. E é nessa perspectiva que busca a construção de uma agenda positiva de desenvolvimento sustentável.
O setor elétrico brasileiro tem na matriz hídrica sua principal fonte de geração de energia (76,7% do total gerado), matriz essa que além de renovável, depois de implantada gera impactos ambientais mínimos. Essa informação, por si só, demonstra a importância de uma boa gestão ambiental pelas empresas do setor. Neste sentido, diversas ações vêm sendo desencadeadas pela CPFL Energia como forma de contribuir para a gestão eficiente e sustentável dos recursos naturais nos segmentos de distribuição e geração que abrange os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins, Santa Catarina e Paraná.
Ciente do seu papel como instituição inserida na sociedade e atenta aos seus anseios, a empresa está atenta ao problema do aquecimento global. Por isso, desenvolve atividades baseados no princípio do desenvolvimento sustentável. Também é que busca participar do processo de mudança da sociedade fomentando reflexões - envolvendo os setores acadêmico, a mídia, o poder público e a sociedade - sobre as necessárias e urgentes transformações econômicas, sociais e culturais para tentar responder a um dos maiores desafios da humanidade na atualidade: "Sobreviver ao século 21".
Esta é uma reflexão contínua e ampliada este ano através de um dos principais programas de responsabilidade corporativa do grupo: o "Espaço Cultural CPFL" que definiu sua programação de 2007 com base numa questão: "O Fim de um Mundo Não é o Fim do Mundo: como sobreviveremos no século XXI?"
[img02] A programação é composta por três eixos: mudanças climáticas, violência urbana e insuficiência das instituições. Os cientistas Carlos Nobre e Marcelo Gleiser e o jornalista André Trigueiro estão entre os especialistas que organizarão módulos de reflexão sobre aquecimento global, contribuindo com suas experiências e propondo formas de adaptação, mitigação e intervenção.
Para a CPFL Energia, o enfrentamento dessas questões, entretanto, exige mais do que diagnósticos incontestáveis: é necessária a revisão do estilo de vida e dos padrões de consumo da sociedade como um todo, hoje incompatíveis com os finitos recursos da Terra. E é nessa perspectiva que busca a construção de uma agenda positiva de desenvolvimento sustentável.