lazer
Pedaladas de aluguel
Repórter de Veja Rio testa o novo sistema de locação de bicicletas na orla
Vanessa Barbosa
Revista Veja Rio – 04/02/2009
Animada por morar numa cidade com 140 quilômetros de ciclovia, fui testar o novo sistema de aluguel de bicicletas. Inspirado em iniciativas semelhantes realizadas em Paris e Amsterdã, o Pedala Rio começou a funcionar no último dia 5 com seis estações, todas em Copacabana. O primeiro passo é se cadastrar no site Mobilicidade (por que não pedalario.com.br?). Para isso, é preciso ter mais de 18 anos e possuir cartão de crédito. Automaticamente fica reservado um valor de caução, entre 260 e 350 reais. A etapa seguinte foi escolher a duração do passe, que pode ser diário, semanal, mensal ou anual. Optei pelo mais barato, que custou 10 reais – o válido para o ano todo é trinta vezes mais caro. Efetuada a compra, fui ao ponto na Rua Santa Clara e, via celular, solicitei a liberação da magrela telefonando para o número indicado no painel (um turista sem celular terá problemas). Digitei minha senha e o sistema de autoatendimento destravou a bicicleta do engate eletrônico.
As bicicletas são novas e ajustáveis para ciclistas de tamanhos variados. Todas têm quinze marchas. Um detalhe que me chamou a atenção foi que elas vêm com partes soldadas, certamente para evitar o roubo de peças. Pedalei do Posto 6 ao Leme e o sistema foi aprovado, mas não com louvor. Para que ele caia nas graças dos cariocas, será preciso contornar a burocracia do acesso exclusivo pela internet. "Não há venda nas estações para evitar a ação de vândalos e dar mais segurança ao usuário, que pode comprar o passe em casa ou em uma lan house", afirma Ângelo Leite, presidente da Serttel, empresa que fechou contrato de cinco anos com a prefeitura para explorar o serviço. Outras duas estações estão em implantação nos acessos do metrô no Cantagalo e na Siqueira Campos. Até o fim do ano está prevista a instalação de mais 42 terminais no Leblon, Ipanema, Lagoa, Aterro do Flamengo, Botafogo, Centro e Tijuca. Ao todo, serão 600 bikes à disposição da população. Resta saber se o carioca vai incorporar esse sistema a seu dia-a-dia. A conferir.
Animada por morar numa cidade com 140 quilômetros de ciclovia, fui testar o novo sistema de aluguel de bicicletas. Inspirado em iniciativas semelhantes realizadas em Paris e Amsterdã, o Pedala Rio começou a funcionar no último dia 5 com seis estações, todas em Copacabana. O primeiro passo é se cadastrar no site Mobilicidade (por que não pedalario.com.br?). Para isso, é preciso ter mais de 18 anos e possuir cartão de crédito. Automaticamente fica reservado um valor de caução, entre 260 e 350 reais. A etapa seguinte foi escolher a duração do passe, que pode ser diário, semanal, mensal ou anual. Optei pelo mais barato, que custou 10 reais – o válido para o ano todo é trinta vezes mais caro. Efetuada a compra, fui ao ponto na Rua Santa Clara e, via celular, solicitei a liberação da magrela telefonando para o número indicado no painel (um turista sem celular terá problemas). Digitei minha senha e o sistema de autoatendimento destravou a bicicleta do engate eletrônico.
As bicicletas são novas e ajustáveis para ciclistas de tamanhos variados. Todas têm quinze marchas. Um detalhe que me chamou a atenção foi que elas vêm com partes soldadas, certamente para evitar o roubo de peças. Pedalei do Posto 6 ao Leme e o sistema foi aprovado, mas não com louvor. Para que ele caia nas graças dos cariocas, será preciso contornar a burocracia do acesso exclusivo pela internet. "Não há venda nas estações para evitar a ação de vândalos e dar mais segurança ao usuário, que pode comprar o passe em casa ou em uma lan house", afirma Ângelo Leite, presidente da Serttel, empresa que fechou contrato de cinco anos com a prefeitura para explorar o serviço. Outras duas estações estão em implantação nos acessos do metrô no Cantagalo e na Siqueira Campos. Até o fim do ano está prevista a instalação de mais 42 terminais no Leblon, Ipanema, Lagoa, Aterro do Flamengo, Botafogo, Centro e Tijuca. Ao todo, serão 600 bikes à disposição da população. Resta saber se o carioca vai incorporar esse sistema a seu dia-a-dia. A conferir.