construção sustentável
Toque final
Construção sustentável requer opções por materiais e produtos de baixo consumo de água e energia, não tóxicos, recicláveis e de procedência conhecida
Por Giuliana Capello
Revista Arquitetura & Construção - 07/2008
Não é de hoje que as construtoras oferecem a possibilidade de personalizar os revestimentos e metais sanitários para quem compra um apartamento na planta. “As boas empresas permitem que o morador faça opções diferentes do memorial descritivo para evitar reformas logo após a entrega do imóvel, desperdício de materiais e geração de entulho”, conta Odair Senra, vice-presidente do Sinduscon-SP.
Aproveitando essa flexibilidade, alguns compradores já optam por materiais e produtos de baixo consumo de água e energia, não tóxicos, recicláveis e de procedência conhecida. No apartamento do economista Hugo Penteado, por exemplo, a madeira muiracatiara que reveste paredes e portas tem o selo verde do FSC, as tintas são à base de água e o concreto empregado nas bancadas leva cimento tipo CPIII, produzido com resíduos industriais. Projeto do arquiteto Gustavo Calazans.
PARA FAZER BOAS OPÇÕES
“Sustentabilidade é uma prática de consumo consciente e envolve pesquisa de materiais e produtos”, diz Marcia Mikai, arquiteta do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. Veja algumas dicas da especialista. Pisos e paredes. Se a obra incluir madeira, opte por fornecedores de produtos certificados pelo FSC, como Masisa, Duratex, Ecoleo e Eucatex. Antes de escolher cerâmicas e carpetes, visite o site dos fabricantes, que informam sobre compromisso socioambiental e diferenciais dos produtos. Tintas.
Empresas como Suvinil,Coral e Lukscolor oferecem produtos à base de água, com baixo teor de compostos orgânicos voláteis, prejudiciais à saúde. Metais sanitários. Redutores de pressão, arejadores, torneiras com sensores e caixas acopladas com descarga de 3 e 6 litros diminuem o consumo de água. Da Deca, Docol, Roca e Esteves.
Não é de hoje que as construtoras oferecem a possibilidade de personalizar os revestimentos e metais sanitários para quem compra um apartamento na planta. “As boas empresas permitem que o morador faça opções diferentes do memorial descritivo para evitar reformas logo após a entrega do imóvel, desperdício de materiais e geração de entulho”, conta Odair Senra, vice-presidente do Sinduscon-SP.
Aproveitando essa flexibilidade, alguns compradores já optam por materiais e produtos de baixo consumo de água e energia, não tóxicos, recicláveis e de procedência conhecida. No apartamento do economista Hugo Penteado, por exemplo, a madeira muiracatiara que reveste paredes e portas tem o selo verde do FSC, as tintas são à base de água e o concreto empregado nas bancadas leva cimento tipo CPIII, produzido com resíduos industriais. Projeto do arquiteto Gustavo Calazans.
PARA FAZER BOAS OPÇÕES
“Sustentabilidade é uma prática de consumo consciente e envolve pesquisa de materiais e produtos”, diz Marcia Mikai, arquiteta do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. Veja algumas dicas da especialista. Pisos e paredes. Se a obra incluir madeira, opte por fornecedores de produtos certificados pelo FSC, como Masisa, Duratex, Ecoleo e Eucatex. Antes de escolher cerâmicas e carpetes, visite o site dos fabricantes, que informam sobre compromisso socioambiental e diferenciais dos produtos. Tintas.
Empresas como Suvinil,Coral e Lukscolor oferecem produtos à base de água, com baixo teor de compostos orgânicos voláteis, prejudiciais à saúde. Metais sanitários. Redutores de pressão, arejadores, torneiras com sensores e caixas acopladas com descarga de 3 e 6 litros diminuem o consumo de água. Da Deca, Docol, Roca e Esteves.