rotação de culturas
Acordo incentiva integração lavoura-pecuária-floresta
Contrato assinado, em junho, entre a empresa e a Embrapa prevê a doação de 300 toneladas de fertilizantes por ano para projeto
Por Thays Prado
Planeta Sustentável - 10/09/2008
Desde 2001, a Bunge faz doação de fertilizantes para a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Em 2006, a empresa foi convidada pela entidade a participar de um projeto de integração entre agricultura, pecuária e floresta que, este ano, vai ser difundido em todas as regiões brasileiras e contará com doação, feita pela Bunge, de 300 toneladas de fertilizantes por ano.
Além da preservação ambiental, a vantagem de integrar as três atividades está no melhor aproveitamento do solo das propriedades rurais, com ganhos de produtividade e aumento da fertilidade da terra.
Os locais onde a pastagem fica degradada são usados para o cultivo de grãos e fibras e o plantio de árvores, que podem crescer em um solo rico em nutrientes, enquanto as culturas se desenvolvem. Em seguida, a pastagem volta a ocupar o espaço da agricultura e se aproveita dos nutrientes que ficaram no solo para se constituir. Com a rotação de culturas e atividades, há ainda a diminuição da necessidade de desmatamento e queda do risco econômico dos proprietários rurais.
Desde 2001, a
Bunge faz doação de fertilizantes para a
Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Em 2006, a empresa foi convidada pela entidade a participar de um projeto de integração entre agricultura, pecuária e floresta que, este ano, vai ser difundido em todas as regiões brasileiras e contará com doação, feita pela Bunge, de 300 toneladas de fertilizantes por ano.
Além da preservação ambiental, a vantagem de integrar as três atividades está no melhor aproveitamento do solo das propriedades rurais, com ganhos de produtividade e aumento da fertilidade da terra.
Os locais onde a pastagem fica degradada são usados para o cultivo de grãos e fibras e o plantio de árvores, que podem crescer em um solo rico em nutrientes, enquanto as culturas se desenvolvem. Em seguida, a pastagem volta a ocupar o espaço da agricultura e se aproveita dos nutrientes que ficaram no solo para se constituir. Com a rotação de culturas e atividades, há ainda a diminuição da necessidade de desmatamento e queda do risco econômico dos proprietários rurais.