NAS TERRAS DE GUIMARÃES
Produtores rurais do Cerrado dispõem de cartilha sustentável
Os produtores rurais da região central do Brasil têm, agora, uma cartilha que informa como empregar a sustentabilidade em suas plantações
Por Thiago Carrapatoso
Planeta Sustentável - 17/12/2007
O foco agora é o Cerrado. Depois de fazer parte da moratória da soja - que envolve, principalmente, plantadores do grão na região amazônica -, a Bunge lança uma cartilha voltada aos produtores rurais do Cerrado, bioma comum na região central e a segunda maior formação vegetal do Brasil.
O objetivo da cartilha, elaborada em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, é informar sobre o código ambiental - para que os produtores se adeqüem à legislação - e exemplificar as melhores práticas e tendências mercadológicas.
A publicação, intitulada "Responsabilidade Ambiental na Produção Agrícola", será distribuída pelas equipes de campo da Bunge, do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A tiragem inicial é de 20 mil exemplares, mas há a versão online para quem quiser fazer o download. "A ação está alinhada com nossa proposta de colaborar com o desenvolvimento sustentável do agronegócio", comenta Adalgiso Telles, diretor corporativo de Comunicação da Bunge.
Os leitores poderão encontrar na cartilha informações úteis para tornar suas plantações mais sustentáveis. Entre os temas abordados estão a responsabilidade social na produção agrícola, divisão territorial brasileira de biomas, legalização de áreas de produção em relação às reservas ambientais, medidas de legalização, regularização das atividades produtivas, boas práticas agrícolas e novas oportunidades de negócios para o produtor rural.
A Bunge, hoje, é a única empresa do setor a seguir as diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), uma Ong internacional que desenvolve diretrizes para a elaboração de relatórios de sustentabilidade. "A política de sustentabilidade da Bunge no Brasil é empregada em todas as áreas de negócio da empresa, mantendo a atenção nos compromissos socioambientais. Atuamos com ética e, em muitos casos, vamos além da legislação ambiental em requisitos pertinentes aos nossos processos, produtos e serviços", afirma Telles.
O foco agora é o Cerrado. Depois de fazer parte da
moratória da soja - que envolve, principalmente, plantadores do grão na região amazônica -, a Bunge lança uma cartilha voltada aos produtores rurais do Cerrado, bioma comum na região central e a segunda maior formação vegetal do Brasil.
O objetivo da cartilha, elaborada em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, é informar sobre o código ambiental - para que os produtores se adeqüem à legislação - e exemplificar as melhores práticas e tendências mercadológicas.
A publicação, intitulada "Responsabilidade Ambiental na Produção Agrícola", será distribuída pelas equipes de campo da Bunge, do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A tiragem inicial é de 20 mil exemplares, mas há a versão online para quem quiser fazer o download. "A ação está alinhada com nossa proposta de colaborar com o desenvolvimento sustentável do agronegócio", comenta Adalgiso Telles, diretor corporativo de Comunicação da Bunge.
Os leitores poderão encontrar na cartilha informações úteis para tornar suas plantações mais sustentáveis. Entre os temas abordados estão a responsabilidade social na produção agrícola, divisão territorial brasileira de biomas, legalização de áreas de produção em relação às reservas ambientais, medidas de legalização, regularização das atividades produtivas, boas práticas agrícolas e novas oportunidades de negócios para o produtor rural.
A Bunge, hoje, é a única empresa do setor a seguir as diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), uma Ong internacional que desenvolve diretrizes para a elaboração de relatórios de sustentabilidade. "A política de sustentabilidade da Bunge no Brasil é empregada em todas as áreas de negócio da empresa, mantendo a atenção nos compromissos socioambientais. Atuamos com ética e, em muitos casos, vamos além da legislação ambiental em requisitos pertinentes aos nossos processos, produtos e serviços", afirma Telles.