raio X da produção
Bunge terá indicadores de sustentabilidades específicos para o setor alimentício
A empresa que possui operações em toda a cadeia produtiva é uma das pioneiras na utilização de indicadores de sustentabilidade específicos
Por Thays Prado
Planeta Sustentável - 20/02/2008
O conceito de responsabilidade sócio-ambiental tem se difundido entre os consumidores, que se interessam cada vez mais por conhecer o processo produtivo das empresas. Pensando nisso, a Bunge, companhia líder em agribusiness e produção de alimentos, e mais três empresas de alimentos - Green Mountain Coffee Roasters, Nestlé e Tyson Foods - decidiram se antecipar e refinar seus relatórios de sustentabilidade, aumentando a transparência diante do consumidor.
Para atender à demanda, a Global Reporting Initicative (GRI) criou um grupo de trabalho - o Sector Supplemnet on Food Processing - responsável por fornecer indicadores específicos para o setor alimentício. Vinte stakeholders - 50% setoriais e 50% não setoriais - vão trabalhar durante dois anos na idéia. Além de se basearem nos parâmetros mais recentes já utilizados pela GRI - os indicadores G3 -, vão refletir sobre legislações, experiências e regiões geográficas, e ainda ouvir sugestões do público em geral, que poderá se manifestar em duas ocasiões. A GRI - rede de trabalho mais usada para reportar a sustentabilidade no mundo, cuja atuação se estende a mais de 60 países - defende que a divulgação desses relatórios se torne cada vez mais comum entre as organizações.
Com a especificidade dos indicadores por setor, é possível fazer uma avaliação mais profunda do grau de sustentabilidade da empresa e seus produtos. De acordo com um dos membros do novo grupo de trabalho, o presidente e CEO da Tyson Foods, Dick Bond, com indicadores mais consistentes será mais fácil trabalhar com a redução da fome, a melhoria na qualidade dos produtos, a proteção ambiental, o bem-estar dos funcionários e o apoio à comunidade.
As empresas reconhecem que a criação desses indicadores vai agregar valor a suas imagens, além de aumentar a confiabilidade diante de investidores e consumidores e aprimorar a comunicação com os mesmos. Evidentemente, tudo isso as torna mais competitivas. Adalgiso Telles, diretor de Comunicação Corporativa da Bunge no Brasil afirma que a empresa já trabalha com muitos parceiros para a melhoria do desempenho em sustentabilidade, o que considera uma boa forma de melhorar os negócios.
Agora, a GRI pretende expandir a idéia a países emergentes, investidores e especialistas em fair-trade, e organizações voltadas para questões trabalhistas, desenvolvimento social, ambiental, saúde e bem-estar. (Clique aqui para saber mais.)
A Bunge será anfitriã da primeira reunião do grupo de trabalho, que acontece esta semana, em São Paulo , quando o desenvolvimento das diretrizes de atuação terá início.
O conceito de responsabilidade sócio-ambiental tem se difundido entre os consumidores, que se interessam cada vez mais por conhecer o processo produtivo das empresas. Pensando nisso, a
Bunge, companhia líder em agribusiness e produção de alimentos, e mais três empresas de alimentos -
Green Mountain Coffee Roasters,
Nestlé e
Tyson Foods - decidiram se antecipar e refinar seus relatórios de sustentabilidade, aumentando a transparência diante do consumidor.
Para atender à demanda, a
Global Reporting Initicative (GRI) criou um grupo de trabalho - o Sector Supplemnet on Food Processing - responsável por fornecer indicadores específicos para o setor alimentício. Vinte stakeholders - 50% setoriais e 50% não setoriais - vão trabalhar durante dois anos na idéia. Além de se basearem nos parâmetros mais recentes já utilizados pela GRI - os indicadores G3 -, vão refletir sobre legislações, experiências e regiões geográficas, e ainda ouvir sugestões do público em geral, que poderá se manifestar em duas ocasiões. A GRI - rede de trabalho mais usada para reportar a sustentabilidade no mundo, cuja atuação se estende a mais de 60 países - defende que a divulgação desses relatórios se torne cada vez mais comum entre as organizações.
Com a especificidade dos indicadores por setor, é possível fazer uma avaliação mais profunda do grau de sustentabilidade da empresa e seus produtos. De acordo com um dos membros do novo grupo de trabalho, o presidente e CEO da Tyson Foods, Dick Bond, com indicadores mais consistentes será mais fácil trabalhar com a redução da fome, a melhoria na qualidade dos produtos, a proteção ambiental, o bem-estar dos funcionários e o apoio à comunidade.
As empresas reconhecem que a criação desses indicadores vai agregar valor a suas imagens, além de aumentar a confiabilidade diante de investidores e consumidores e aprimorar a comunicação com os mesmos. Evidentemente, tudo isso as torna mais competitivas. Adalgiso Telles, diretor de Comunicação Corporativa da Bunge no Brasil afirma que a empresa já trabalha com muitos parceiros para a melhoria do desempenho em sustentabilidade, o que considera uma boa forma de melhorar os negócios.
Agora, a GRI pretende expandir a idéia a países emergentes, investidores e especialistas em fair-trade, e organizações voltadas para questões trabalhistas, desenvolvimento social, ambiental, saúde e bem-estar. (Clique
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A Bunge será anfitriã da primeira reunião do grupo de trabalho, que acontece esta semana, em São Paulo , quando o desenvolvimento das diretrizes de atuação terá início.