no lixo certo
"Papa-Pilhas", agora, também nas empresas
O programa desenvolvido pelo Banco Real não é mais exclusivo da instituição. Está sendo adotado pelas empresas interessadas em disseminar a prática do descarte consciente entre seus funcionários
Por Mônica Nunes
Planeta Sustentável - 25/08/2008
[img1]As ações para coleta de pilhas e baterias no país ainda são pequenas e muito localizadas, mas podem se disseminar com mais rapidez a partir de iniciativas como a do Banco Real, com seu programa
"Papa-Pilhas" para coleta de pilhas e baterias. Antes exclusivo de suas agências, agora, está sendo adotado por empresas: 200 já contam com o serviço, entre elas a TIM, a Gerdau, a 3M, a Votorantim e a Johnson & Johnson. Mas há mais 300 empresas cadastradas para sua implantação.
"Hoje, o Programa Real de Reciclagem de Pilhas e Baterias conta com mais de 1.800 pontos de coleta em todo o Brasil. Até dezembro deste ano, a expectativa é atingirmos 3.170", explica Victor Hugo Kamphorst, consultor socioambiental do Banco Real. "Nossa missão é minimizar o impacto causado pelo descarte inadequado desses materiais no meio ambiente e, agora, chegou o momento de mobilizar outros parceiros".
Lançado em dezembro de 2006, o Papa Pilhas foi Implantado inicialmente para o seu público interno e depois disseminado pelas agências em todo o Brasil (27 estados), atingindo o público em geral, e já recolheu 101,5 toneladas. Faz parte de sua Política de Ecoeficiência que tem, como base, os três Rs: Reduzir o consumo, Reutilizar quando não é possível reduzir e Reciclar quando não é possível reduzir e nem reutilizar.
O programa se compõe da instalação de displays coletores, retirados mensalmente por uma empresa de logística - a ADS -, que transporta o material para a Suzaquim, única empresa licenciada no Brasil para realizar esse tipo de reciclagem. O programa Papa-Pilhas recebe qualquer pilha ou bateria portátil, com medidas até 5x8 cm, como também carregadores e aparelhos celulares, seguindo essa mesma medida.
"O programa contribui para a melhoria da saúde pública, pois evita que parte desse tipo de material seja descartado inadequadamente em lixões e aterros sanitários, prejudicando o meio-ambiente", finaliza Victor Hugo.
[img1]As ações para coleta de pilhas e baterias no país ainda são pequenas e muito localizadas, mas podem se disseminar com mais rapidez a partir de iniciativas como a do Banco Real, com seu programa
"Papa-Pilhas" para coleta de pilhas e baterias. Antes exclusivo de suas agências, agora, está sendo adotado por empresas: 200 já contam com o serviço, entre elas a TIM, a Gerdau, a 3M, a Votorantim e a Johnson & Johnson. Mas há mais 300 empresas cadastradas para sua implantação.
"Hoje, o Programa Real de Reciclagem de Pilhas e Baterias conta com mais de 1.800 pontos de coleta em todo o Brasil. Até dezembro deste ano, a expectativa é atingirmos 3.170", explica Victor Hugo Kamphorst, consultor socioambiental do Banco Real. "Nossa missão é minimizar o impacto causado pelo descarte inadequado desses materiais no meio ambiente e, agora, chegou o momento de mobilizar outros parceiros".
Lançado em dezembro de 2006, o Papa Pilhas foi Implantado inicialmente para o seu público interno e depois disseminado pelas agências em todo o Brasil (27 estados), atingindo o público em geral, e já recolheu 101,5 toneladas. Faz parte de sua Política de Ecoeficiência que tem, como base, os três Rs: Reduzir o consumo, Reutilizar quando não é possível reduzir e Reciclar quando não é possível reduzir e nem reutilizar.
O programa se compõe da instalação de displays coletores, retirados mensalmente por uma empresa de logística - a ADS -, que transporta o material para a Suzaquim, única empresa licenciada no Brasil para realizar esse tipo de reciclagem. O programa Papa-Pilhas recebe qualquer pilha ou bateria portátil, com medidas até 5x8 cm, como também carregadores e aparelhos celulares, seguindo essa mesma medida.
"O programa contribui para a melhoria da saúde pública, pois evita que parte desse tipo de material seja descartado inadequadamente em lixões e aterros sanitários, prejudicando o meio-ambiente", finaliza Victor Hugo.