vida sustentável
Um homem de impacto
O escritor Colin Beavan diminuiu seu impacto na natureza, por um ano, para provar que dá para viver numa grande cidade de forma sustentável
Marcia Bindo (edição)
Revista Vida Simples – 11/2009
Será que é possível viver no coração de Nova York, a maior cidade dos Estados Unidos (país campeão em emissão de CO2), sem causar nenhum impacto ao meio ambiente? O escritor Colin Beavan quis tirar essa dúvida na prática. Ele passou um ano (de 2006 a 2007) tentando diminuir a zero seus efeitos na natureza – e recrutou a mulher, a filha de 2 anos e até o cachorro a mudarem drasticamente suas atitudes.
Nesse período, aboliram o elevador (carro e táxi, nem pensar), comeram alimentos produzidos por fazendas próximas e tiraram da tomada quase todos os eletrodomésticos. Também se empenharam em neutralizar suas próprias emissões plantando árvores e limpando praias voluntariamente.
Ao fim de tantas mudanças de hábitos, Colin garante que a experiência foi perfeitamente possível – e compensadora. “Quando se fala em viver 100% de forma ecológica, a maioria das pessoas só pensa nas coisas das quais terá que abrir mão, mas não leva em conta os ganhos”, diz. “Nos dias quentes, fomos a parques brincar com nossa filha nas fontes e conversar com os vizinhos. Se pudéssemos ligar o ar-condicionado, dificilmente sairíamos de casa”, afi rma ele, que acaba de contar a experiência no livro No Impact Man (ainda sem edição por aqui).
Colin ainda aproveitou a experiência para criar uma ONG que propõe a todos nós vivermos de forma sustentável por pelo menos uma semana.
Será que é possível viver no coração de Nova York, a maior cidade dos Estados Unidos (país campeão em emissão de CO2), sem causar nenhum impacto ao meio ambiente? O escritor Colin Beavan quis tirar essa dúvida na prática. Ele passou um ano (de 2006 a 2007) tentando diminuir a zero seus efeitos na natureza – e recrutou a mulher, a filha de 2 anos e até o cachorro a mudarem drasticamente suas atitudes.
Nesse período, aboliram o elevador (carro e táxi, nem pensar), comeram alimentos produzidos por fazendas próximas e tiraram da tomada quase todos os eletrodomésticos. Também se empenharam em neutralizar suas próprias emissões plantando árvores e limpando praias voluntariamente.
Ao fim de tantas mudanças de hábitos, Colin garante que a experiência foi perfeitamente possível – e compensadora. “Quando se fala em viver 100% de forma ecológica, a maioria das pessoas só pensa nas coisas das quais terá que abrir mão, mas não leva em conta os ganhos”, diz. “Nos dias quentes, fomos a parques brincar com nossa filha nas fontes e conversar com os vizinhos. Se pudéssemos ligar o ar-condicionado, dificilmente sairíamos de casa”, afi rma ele, que acaba de contar a experiência no livro No Impact Man (ainda sem edição por aqui).
Colin ainda aproveitou a experiência para criar uma ONG que propõe a todos nós vivermos de forma sustentável por pelo menos uma semana.