Gente incomum
Receita Solidária
Chefe de cozinha participa de um projeto social para formar jovens carentes
Por Priscilla Santos
Revista Vida Simples - 01/2009
Quando David se formou na primeira turma de gastronomia do Senac paulista, já sabia o que queria: ser dono de restaurante. Mas foi além: entre dar aulas de culinária asiática, ter um bufê e trabalhar como chef de cozinha, participou de um projeto social para formar jovens carentes para o mercado gastronômico.
Em 2007, David Hertz foi fazer seu próprio projeto, o Gastromotiva. Além de oferecer curso de cozinha profissionalizante, com duração de seis meses, e aulas diárias para jovens com renda familiar de até 2 mil reais, David criou um bufê,em que os aprendizes fazem estágio e ganham um dinheirinho. “Precisava encontrar uma forma de os alunos terem alguma renda durante a capacitação”, diz. E também de o projeto ter uma verba própria e não depender apenas de apoiadores, seguindo os princípios do chamado negócio social.
A ideia é que esse modelo de negócio se replique nas comunidades de origem dos aprendizes. Por
isso, para 2010, David tem planos de criar uma incubadora que irá ajudar jovens empreendedores a
transformar em realidade sonhos, como o da Nailza, de ter uma miniempresa de marmitex, ou o do
Claudio, de fornecer serviços de coquetelaria. E o desejo de David, de ter um restaurante? Antes de
realizar seu próprio sonho, ele resolveu se dedicar ao dos outros. Tudo bem. “Eu me vejo daqui a 20
anos com meu restaurante indiano, pequenininho. Vai terminar assim”, diz.
Quando David se formou na primeira turma de gastronomia do Senac paulista, já sabia o que queria: ser dono de restaurante. Mas foi além: entre dar aulas de culinária asiática, ter um bufê e trabalhar como chef de cozinha, participou de um projeto social para formar jovens carentes para o mercado gastronômico.
Em 2007, David Hertz foi fazer seu próprio projeto, o Gastromotiva. Além de oferecer curso de cozinha profissionalizante, com duração de seis meses, e aulas diárias para jovens com renda familiar de até 2 mil reais, David criou um bufê,em que os aprendizes fazem estágio e ganham um dinheirinho. “Precisava encontrar uma forma de os alunos terem alguma renda durante a capacitação”, diz. E também de o projeto ter uma verba própria e não depender apenas de apoiadores, seguindo os princípios do chamado negócio social.
A ideia é que esse modelo de negócio se replique nas comunidades de origem dos aprendizes. Por
isso, para 2010, David tem planos de criar uma incubadora que irá ajudar jovens empreendedores a
transformar em realidade sonhos, como o da Nailza, de ter uma miniempresa de marmitex, ou o do
Claudio, de fornecer serviços de coquetelaria. E o desejo de David, de ter um restaurante? Antes de
realizar seu próprio sonho, ele resolveu se dedicar ao dos outros. Tudo bem. “Eu me vejo daqui a 20
anos com meu restaurante indiano, pequenininho. Vai terminar assim”, diz.