livro vivo
Biblioteca diferente
Se ler um livro é uma forma de expandir os horizontes, ouvir um livro pode ser um jeito de acabar com o preconceito
Por Elisa Côrrea
Revista Vida Simples – 02/2009
Na Living Library (Bilblioteca Viva), é possível ouvir histórias, experiências de vida, pontos de vista. Porque os livros são pessoas, que tomamos emprestados por alguns minutos para conversar – “livros vivos”, que têm títulos como “mulher muçulmana”, “senhor cego”, “jovem imigrante”, “ex-presidiário”. Pessoas que, por causa dos estereótipos, sofrem com a discriminação e o preconceito.
Foi para tentar transformar essa realidade que nasceu a Living Library, um projeto criado na Dinamarca, em 2000, por um grupo de jovens da ONG Stop the Violence. A ideia é simples: uma biblioteca com um “catálogo” de pessoas disponíveis para conversar com leitores dispostos a ouvir e a enfrentar os próprios preconceitos. “Porque você usa o véu?”, “O que levou você a cometer um crime?”. O leitor pergunta, o livro responde e, então, se estabelece um diálogo, que pode ser o primeiro passo em direção a uma sociedade mais tolerante.
Os “livros vivos” são voluntários, assim como as pessoas que trabalham na biblioteca, que, além de viva, também é móvel, no sentido de que pode ser organizada por algumas horas em bibliotecas públicas, escolas, feiras e instituições. Da Eslovênia ao Japão, do Canadá à Turquia, a Living Library já se espalhou por mais de 20 países e foi reconhecida pelo Conselho da Europa como um instrumento de promoção dos direitos humanos. No Brasil, ainda não foi montada a biblioteca viva, mas quantos “livros vivos” não vivem perto de você, esperando uma aproximação, uma palavra, uma conversa?
Na Living Library (Bilblioteca Viva), é possível ouvir histórias, experiências de vida, pontos de vista. Porque os livros são pessoas, que tomamos emprestados por alguns minutos para conversar – “livros vivos”, que têm títulos como “mulher muçulmana”, “senhor cego”, “jovem imigrante”, “ex-presidiário”. Pessoas que, por causa dos estereótipos, sofrem com a discriminação e o preconceito.
Foi para tentar transformar essa realidade que nasceu a Living Library, um projeto criado na Dinamarca, em 2000, por um grupo de jovens da ONG Stop the Violence. A ideia é simples: uma biblioteca com um “catálogo” de pessoas disponíveis para conversar com leitores dispostos a ouvir e a enfrentar os próprios preconceitos. “Porque você usa o véu?”, “O que levou você a cometer um crime?”. O leitor pergunta, o livro responde e, então, se estabelece um diálogo, que pode ser o primeiro passo em direção a uma sociedade mais tolerante.
Os “livros vivos” são voluntários, assim como as pessoas que trabalham na biblioteca, que, além de viva, também é móvel, no sentido de que pode ser organizada por algumas horas em bibliotecas públicas, escolas, feiras e instituições. Da Eslovênia ao Japão, do Canadá à Turquia, a Living Library já se espalhou por mais de 20 países e foi reconhecida pelo Conselho da Europa como um instrumento de promoção dos direitos humanos. No Brasil, ainda não foi montada a biblioteca viva, mas quantos “livros vivos” não vivem perto de você, esperando uma aproximação, uma palavra, uma conversa?