verde lar
Um mundo pra chamar de seu
À frente de um programa sobre meio ambiente, a apresentadora do tempo do Jornal Nacional, Rosana Jatobá, mostra sua ecocasa
Por Nataly Pugliesi
Revista Contigo! - 05/09/2008
O jatobá é uma das árvores que mais seqüestram dióxido de carbono do ar, segundo estudos. Ou seja, ele purifica o ar. Rosana Jatobá, 37 anos, que segue a tradição das lindas e cativantes apresentadoras do tempo do Jornal Nacional, resolveu seguir também o chamamento ecológico de seu nome e partiu para a luta. Além de indicar ao espectador o quanto de sol e chuva vai ter o dia seguinte, ela agora comanda um programa no canal GNT, Um Mundo pra Chamar de Seu, às sextas-feiras, às 21h30, sobre questões ambientais. “Não dá para falar uma coisa em meu programa e fazer outra na vida real, em casa. Temos de ter coerência. Mas é muito difícil abandonar velhos hábitos”, reflete Rosana sobre sua vida e nova casa, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo, que comprou com o futuro marido, o empresário do mercado financeiro Frederico Mesnik, 40. Sim, eles vão casar dia 27 deste mês, em uma cerimônia no Jockey Club de São Paulo, local em que se conheceram, no casamento de um amigo, em 2003. “Sempre fui muito independente, não acreditava em tradições matrimoniais até pegar o buquê nesse casamento”, diz ela sobre o encontro. E estão juntos na nova casa de 600 metros quadrados, quatro quartos, duas salas, um escritório, uma minibiblioteca e um jardim – todos, naturalmente, com vários toques ecológicos – há nove meses. Confira nas próximas páginas o jeito ecologicamente correto de viver de Rosana.
O que fazer com o acrílico?
Na casa de Rosana Jatobá, a maioria dos móveis é reaproveitado, como estes sofás da foto. “Eu e Frederico apenas reformamos e reutilizamos coisas antigas. E só compramos móveis com madeira certificada”, garante a jornalista em sua sala de dois ambientes, que tem, na decoração, castiçais, cadeiras e abajur de acrílico. “Às vezes, eu me vejo num dilema: desfaço-me de meus antigos objetos? Tenho há um tempão esses de acrílico, mas não vou me desfazer. Não é pra tanto, né? Temos de ter bom senso”, diz sobre as peças. Ao lado do sofá principal, uma cumbuca cheia de caixinhas de fósforo, uma coleção do futuro marido
Paraíso verde
O café da manhã, no jardim, é feito em cima de uma mesa especial, de madeira recuperada, que Rosana trouxe lá de longe, de Cruz das Almas, na Bahia. “Comprei em um projeto de reflorestamento e aproveitamento de madeira que sofreu queimada. O pessoal de lá percorre áreas de desmatamento e aproveita madeiras que seriam descartadas”, explica a jornalista. A mesa fica na entrada de um paraíso verde. “Conseguimos aliar uma área aconchegante com outra cheia de verde”, conta. Com a ajuda de um jardineiro do bairro, ela reorganizou a área, colocou grama preta, que pega mesmo sem sol, dama-da-noite (um pedido especial do noivo) e jasmim. E mais: uma árvore Phoenix de mais de 20 anos, uma pitangueira, uma jabuticabeira, bromélias e lírios.
Luz para ler
Rosana jura que vai trocar todas as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que economizam 30% no gasto de energia em uma casa. “No meu quarto, pretendo colocar leds no lugar de lâmpadas. Elas são mais caras, mas duram cerca de dez anos”, explica ela sobre as pequenas lâmpadas, de baixo consumo. A minibiblioteca, que conta com uma coleção de livros de Rosana sobre turismo e meio ambiente, é bem iluminada, graças à janela que dá para a garagem. Ah, ela diz que não acende luz enquanto ainda está claro, para economizar energia.
Cadeiras recicladas mesmo
“Adoro esta mesa. Ela é rústica”, diz Rosana sobre o móvel de madeira certificada, ao lado da bicicleta ergométrica. As cadeiras Herman Miller do escritório deram trabalho para ser encontradas. “São as únicas feitas com 100% de material reciclado”, diz ela sobre a companhia americana que adota práticas “amigas do planeta” em sua produção.
Ela desliga tudo!
Na cozinha, Rosana não esquece seus mandamentos em prol da sustentabilidade e da ecologia. Seus eletrodomésticos foram comprados durante uma viagem a Chicago, Estados Unidos. Explica-se: são aparelhos de alta-eficiência, que economizam até 60% de energia. E, sim, Rosana diz que é daquelas que despluga tudo quanto é aparelho elétrico em casa. “Eu não deixo os aparelhos ligados à tomada quando não estão sendo utilizados – exceto a geladeira”, conta. Em cima da mesa, mais um item de sua missão: uma ecobag: “Nada de sacolinhas de plástico!” Como seu bairro não tem coleta de lixo seletiva, ela leva todo o material que acumula até um supermercado próximo que tem um posto desse tipo.
O jatobá é uma das árvores que mais seqüestram dióxido de carbono do ar, segundo estudos. Ou seja, ele purifica o ar. Rosana Jatobá, 37 anos, que segue a tradição das lindas e cativantes apresentadoras do tempo do Jornal Nacional, resolveu seguir também o chamamento ecológico de seu nome e partiu para a luta. Além de indicar ao espectador o quanto de sol e chuva vai ter o dia seguinte, ela agora comanda um programa no canal GNT, Um Mundo pra Chamar de Seu, às sextas-feiras, às 21h30, sobre questões ambientais. “Não dá para falar uma coisa em meu programa e fazer outra na vida real, em casa. Temos de ter coerência. Mas é muito difícil abandonar velhos hábitos”, reflete Rosana sobre sua vida e nova casa, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo, que comprou com o futuro marido, o empresário do mercado financeiro Frederico Mesnik, 40. Sim, eles vão casar dia 27 deste mês, em uma cerimônia no Jockey Club de São Paulo, local em que se conheceram, no casamento de um amigo, em 2003. “Sempre fui muito independente, não acreditava em tradições matrimoniais até pegar o buquê nesse casamento”, diz ela sobre o encontro. E estão juntos na nova casa de 600 metros quadrados, quatro quartos, duas salas, um escritório, uma minibiblioteca e um jardim – todos, naturalmente, com vários toques ecológicos – há nove meses. Confira nas próximas páginas o jeito ecologicamente correto de viver de Rosana.
O que fazer com o acrílico?
Na casa de Rosana Jatobá, a maioria dos móveis é reaproveitado, como estes sofás da foto. “Eu e Frederico apenas reformamos e reutilizamos coisas antigas. E só compramos móveis com madeira certificada”, garante a jornalista em sua sala de dois ambientes, que tem, na decoração, castiçais, cadeiras e abajur de acrílico. “Às vezes, eu me vejo num dilema: desfaço-me de meus antigos objetos? Tenho há um tempão esses de acrílico, mas não vou me desfazer. Não é pra tanto, né? Temos de ter bom senso”, diz sobre as peças. Ao lado do sofá principal, uma cumbuca cheia de caixinhas de fósforo, uma coleção do futuro marido
Paraíso verde
O café da manhã, no jardim, é feito em cima de uma mesa especial, de madeira recuperada, que Rosana trouxe lá de longe, de Cruz das Almas, na Bahia. “Comprei em um projeto de reflorestamento e aproveitamento de madeira que sofreu queimada. O pessoal de lá percorre áreas de desmatamento e aproveita madeiras que seriam descartadas”, explica a jornalista. A mesa fica na entrada de um paraíso verde. “Conseguimos aliar uma área aconchegante com outra cheia de verde”, conta. Com a ajuda de um jardineiro do bairro, ela reorganizou a área, colocou grama preta, que pega mesmo sem sol, dama-da-noite (um pedido especial do noivo) e jasmim. E mais: uma árvore Phoenix de mais de 20 anos, uma pitangueira, uma jabuticabeira, bromélias e lírios.
Luz para ler
Rosana jura que vai trocar todas as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que economizam 30% no gasto de energia em uma casa. “No meu quarto, pretendo colocar leds no lugar de lâmpadas. Elas são mais caras, mas duram cerca de dez anos”, explica ela sobre as pequenas lâmpadas, de baixo consumo. A minibiblioteca, que conta com uma coleção de livros de Rosana sobre turismo e meio ambiente, é bem iluminada, graças à janela que dá para a garagem. Ah, ela diz que não acende luz enquanto ainda está claro, para economizar energia.
Cadeiras recicladas mesmo
“Adoro esta mesa. Ela é rústica”, diz Rosana sobre o móvel de madeira certificada, ao lado da bicicleta ergométrica. As cadeiras Herman Miller do escritório deram trabalho para ser encontradas. “São as únicas feitas com 100% de material reciclado”, diz ela sobre a companhia americana que adota práticas “amigas do planeta” em sua produção.
Ela desliga tudo!
Na cozinha, Rosana não esquece seus mandamentos em prol da sustentabilidade e da ecologia. Seus eletrodomésticos foram comprados durante uma viagem a Chicago, Estados Unidos. Explica-se: são aparelhos de alta-eficiência, que economizam até 60% de energia. E, sim, Rosana diz que é daquelas que despluga tudo quanto é aparelho elétrico em casa. “Eu não deixo os aparelhos ligados à tomada quando não estão sendo utilizados – exceto a geladeira”, conta. Em cima da mesa, mais um item de sua missão: uma ecobag: “Nada de sacolinhas de plástico!” Como seu bairro não tem coleta de lixo seletiva, ela leva todo o material que acumula até um supermercado próximo que tem um posto desse tipo.