corpo
Unidos pela dança
Videoteca, pública e gratuita, especializada em dança que está para ser inaugurada em São Paulo
Por Yuri Vasconcelos
Revista Vida Simples - 04/2008
[img1]Como funcionará o Acervo Mariposa?
Teremos uma sede onde as pessoas poderão assistir a vídeos de dança. Já são 132, entre registros de espetáculos, documentários, entrevistas e ensaios. O artista doa o material e assina um termo baseado no Creative Commons, projeto sem fins lucrativos que disponibiliza licenças flexíveis para obras intelectuais. A idéia é tornar público o que já é público.
Uma vez que faço uma obra e a apresento às pessoas, por que não entender que ela é um patrimônio de todos? Há muitas décadas se copia, se pirateia vídeo de dança. Então, esse entendimento de patrimônio era muito subvertido pela prática ilegal e obscura que se fazia.
Quais os desdobramentos do projeto?
Realizamos atividades educativas, como a Vídeo Vivo, mostra de vídeos com participação de performances e coletivos de dança, e a Mariposa nos Festivais, em que vamos recolher os vídeos enviados aos festivais de dança na fase de seleção e ofereceremos oficinas e debates em contrapartida. Serão 26 atividades educativas ao longo de 2008.
Qual o ganho para o público em geral?
A dança é sempre entendida como algo fugaz, efêmero. Ela é feita no palco, mas também pode ser conhecida pelo registro que deixa. Queremos difundir esse conhecimento que existe no vídeo, reunindo materiais de diversos lugares, expandir e formar público, inclusive de classes sociais diferentes. É um trabalho de cidadania cultural. Não o entendo só como uma videoteca, é uma forma de produzir conhecimento.
SAIBA MAIS
www.acervomariposa.com.br
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Como funcionará o Acervo Mariposa?
Teremos uma sede onde as pessoas poderão assistir a vídeos de dança. Já são 132, entre registros de espetáculos, documentários, entrevistas e ensaios. O artista doa o material e assina um termo baseado no Creative Commons, projeto sem fins lucrativos que disponibiliza licenças flexíveis para obras intelectuais. A idéia é tornar público o que já é público.
Uma vez que faço uma obra e a apresento às pessoas, por que não entender que ela é um patrimônio de todos? Há muitas décadas se copia, se pirateia vídeo de dança. Então, esse entendimento de patrimônio era muito subvertido pela prática ilegal e obscura que se fazia.
Quais os desdobramentos do projeto?
Realizamos atividades educativas, como a Vídeo Vivo, mostra de vídeos com participação de performances e coletivos de dança, e a Mariposa nos Festivais, em que vamos recolher os vídeos enviados aos festivais de dança na fase de seleção e ofereceremos oficinas e debates em contrapartida. Serão 26 atividades educativas ao longo de 2008.
Qual o ganho para o público em geral?
A dança é sempre entendida como algo fugaz, efêmero. Ela é feita no palco, mas também pode ser conhecida pelo registro que deixa. Queremos difundir esse conhecimento que existe no vídeo, reunindo materiais de diversos lugares, expandir e formar público, inclusive de classes sociais diferentes. É um trabalho de cidadania cultural. Não o entendo só como uma videoteca, é uma forma de produzir conhecimento.
SAIBA MAIS
www.acervomariposa.com.br