parapente na mata
SABESP lança "De olho na Mata Atlântica"
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo vai usar parapentes motorizados para sobrevoar a região da Serra do Mar semanalmente e identificar possíveis degradações
Por Thays Prado
Planeta Sustentável - 14/07/2008
[img1] GPS, máquina fotográfica e rádio comunicador a postos, toda semana, pilotos de parapentes farão dois sobrevôos sobre as bacias dos rios Mambu e Branco, mananciais que abastecem entre 70 mil e 500 mil pessoas no Litoral Sul do estado de São Paulo, na região da Serra do Mar. Essa é a proposta do projeto De Olho na Mata Atlântica, lançado pela Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, no último sábado, 12 de julho, em parceria com a Fundação Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, a Polícia Militar Ambiental e a ABVL Associação Brasileira de Vôo Livre.
A idéia surgiu durante a IV Audiência de Sustentabilidade, organizada pela Sabesp em fevereiro deste ano, e tem a intenção de identificar erosões, degradações e práticas ilegais ou irregulares na Mata Atlântica e repassar informações precisas para que os órgãos responsáveis tomem providências.
Além de consumirem menos combustíveis e serem menos poluidores, os parapentes são mais eficazes do que os helicópteros neste tipo de operação, pois voam a uma velocidade mais baixa - o que garante mais precisão no monitoramento e a possibilidade de os pilotos se aproximarem mais da encosta. Com os paramotores, também será possível fazer o reflorestamento da Mata Atlântica por meio de semeadura. Mais tarde, o projeto deve se estender a outras regiões do estado.
[img1] GPS, máquina fotográfica e rádio comunicador a postos, toda semana, pilotos de parapentes farão dois sobrevôos sobre as bacias dos rios Mambu e Branco, mananciais que abastecem entre 70 mil e 500 mil pessoas no Litoral Sul do estado de São Paulo, na região da Serra do Mar. Essa é a proposta do projeto De Olho na Mata Atlântica, lançado pela Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, no último sábado, 12 de julho, em parceria com a Fundação Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, a Polícia Militar Ambiental e a ABVL Associação Brasileira de Vôo Livre.
A idéia surgiu durante a IV Audiência de Sustentabilidade, organizada pela Sabesp em fevereiro deste ano, e tem a intenção de identificar erosões, degradações e práticas ilegais ou irregulares na Mata Atlântica e repassar informações precisas para que os órgãos responsáveis tomem providências.
Além de consumirem menos combustíveis e serem menos poluidores, os parapentes são mais eficazes do que os helicópteros neste tipo de operação, pois voam a uma velocidade mais baixa - o que garante mais precisão no monitoramento e a possibilidade de os pilotos se aproximarem mais da encosta. Com os paramotores, também será possível fazer o reflorestamento da Mata Atlântica por meio de semeadura. Mais tarde, o projeto deve se estender a outras regiões do estado.