Conservação
Festa nas alturas
Conheça o hábitat do sapo-flamenguinho, mascote do primeiro parque nacional do Brasil
Por Ana Paula Carvalhais
Revista National Geographic - 06/2007
Um anfíbio de meros 3 centímetros foi escolhido para ser o mascote das comemorações dos 70 anos do primeiro parque nacional do Brasil: o sapo-lamenguinho (Melanophryniscus moreirae) é endêmico do Itatiaia, tradicional reserva nas montanhas entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. Criado em 14 de junho de 1937, o parque ainda sofre com problemas básicos.
Questões fundiárias se arrastam há décadas, e freqüentes queimadas em pastos próximos à parte mineira ameaçam a vegetação protegida. "A missão é dar continuidade ao processo de implementação", afirma o diretor Walter Behr.
Os cerca de 80 mil turistas que vão ao Itatiaia todo ano podem escolher entre dois ambientes. Na chamada parte baixa, predomina a mata Atlântica, com fauna e flora diversificadas e 12 rios. Já na parte alta, a paisagem é de campos de altitude, com trilhas que levam a cumes de quase 2,8 mil metros de altitude.
Hoje, 39 projetos de pesquisa de 15 instituições diferentes estão em curso na reserva. Com base num deles é que a administração resolveu mudar a própria rotina do parque. Desde o ano passado, está proibido o fluxo de veículos na parte alta entre os meses de dezembro e fevereiro: é a época de reprodução do sapo-flamenguinho.
Um anfíbio de meros 3 centímetros foi escolhido para ser o mascote das comemorações dos 70 anos do primeiro parque nacional do Brasil: o sapo-lamenguinho (
Melanophryniscus moreirae) é endêmico do Itatiaia, tradicional reserva nas montanhas entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. Criado em 14 de junho de 1937, o parque ainda sofre com problemas básicos.
Questões fundiárias se arrastam há décadas, e freqüentes queimadas em pastos próximos à parte mineira ameaçam a vegetação protegida. "A missão é dar continuidade ao processo de implementação", afirma o diretor Walter Behr.
Os cerca de 80 mil turistas que vão ao Itatiaia todo ano podem escolher entre dois ambientes. Na chamada parte baixa, predomina a mata Atlântica, com fauna e flora diversificadas e 12 rios. Já na parte alta, a paisagem é de campos de altitude, com trilhas que levam a cumes de quase 2,8 mil metros de altitude.
Hoje, 39 projetos de pesquisa de 15 instituições diferentes estão em curso na reserva. Com base num deles é que a administração resolveu mudar a própria rotina do parque. Desde o ano passado, está proibido o fluxo de veículos na parte alta entre os meses de dezembro e fevereiro: é a época de reprodução do sapo-flamenguinho.