nível de água
Reservatórios do país estão quase cheios
Segundo a ANA, os principais reservatórios de água do país estão perto de sua capacidade máxima de armazenamento, o que aumenta a possibilidade de inundações em várias regiões do Brasil. Para monitorar a situação hidrológica do país e facilitar a tomada de decisões em situações de crise, a entidade lança a “Sala de Situação”
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 18/11/2009
Devido à grande intensidade das chuvas, em todo o Brasil, durante o último ano hidrológico – que durou de outubro de 2008 a setembro de 2009 –, a maioria dos reservatórios do país apresentam, hoje, o maior nível de água dos últimos dez anos, nessa época do ano. Segundo dados da ANA – Agência Nacional de Águas, muitos dos principais reservatórios se encontram, inclusive, próximos a sua capacidade máxima de armazenamento.
Esse dado, somado ao fato de que estamos entrando em um período de fortes chuvas, representa um grande risco de inundações em várias regiões do Brasil, que os especialistas chamam de “risco de vertimento não controlado”.
A fim de contribuir para a resolução desse problema, a ANA – que tem a função de monitorar o nível dos reservatórios do país e propor alterações em suas condições de operação, quando necessário – inaugurou, neste mês, a “Sala de Situação”.
Trata-se de um centro de gestão que reunirá, em um mesmo local, todas as informações captadas pelas mais de 14 mil estações pluviométricas e fluviométricas do país, que compõem a Rede Hidrometereológica da ANA. São dados precisos, de todo o território nacional, sobre a evolução das chuvas, os níveis e vazões dos rios e reservatórios, a previsão do tempo e do clima e, ainda, simulações matemáticas que auxiliam na previsão de eventos extremos.
A “Sala de Situação” ainda recebe, como complemento, dados do INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, do ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico e do Dnocs – Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. A ideia é fornecer o maior número possível de informações confiáveis e em tempo hábil para que o governo possa tomar decisões acertadas em situações extremas – ou seja, em caso de cheias ou secas em alguma região do país.
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Trata-se de um centro de gestão que reunirá, em um mesmo local, todas as informações captadas pelas mais de 14 mil estações pluviométricas e fluviométricas do país, que compõem a Rede Hidrometereológica da ANA. São dados precisos, de todo o território nacional, sobre a evolução das chuvas, os níveis e vazões dos rios e reservatórios, a previsão do tempo e do clima e, ainda, simulações matemáticas que auxiliam na previsão de eventos extremos.
A “Sala de Situação” ainda recebe, como complemento, dados do INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, do ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico e do Dnocs – Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. A ideia é fornecer o maior número possível de informações confiáveis e em tempo hábil para que o governo possa tomar decisões acertadas em situações extremas – ou seja, em caso de cheias ou secas em alguma região do país.
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