NA PRÁTICA
Treelog de olho na sustentabilidade
A preocupação da Treelog, empresa de logística do Grupo Abril, com questões sócio-ambientais já vem de longa data. Entretanto, após o lançamento do Planeta Sustentável, seus funcionários passaram a refletir ainda mais sobre como contribuir para o futuro das próximas gerações
Júlia de Medeiros
Gerência de Comunicação – 07/10/2009
O Planeta Sustentável, desde seu lançamento em abril de 2007, inspirou os funcionários do Grupo Abril a pensar em questões ligadas a sustentabilidade. E a Treelog está entre as empresas que mais se destacaram nesse sentido. Maurício Ajzenberg, diretor de Distribuição e Logística, conta que esta foi uma iniciativa espontânea de todos . "Partiu dos próprios funcionários, que com o apoio dos gestores, se juntaram com a missão de descobrir novas formas para diminuir nossos impactos".
A partir daí, a empresa se organizou em três frentes de atuação e começou a promover reuniões quinzenais. "Nesses encontros, cuja 'liderança' é alternada, surgem muitas ideias e todos podem participar. Cerca de doze funcionários participam de cada um desses encontros", complementa Wagner Cavalleiro, especialista em Processos Logísticos.
Conheça o que a Treelog tem feito em prol da sustentabilidade:
TRANSPORTE
O transporte é um dos pontos mais críticos das operações do Grupo Abril. "Quase 80% da nossa emissão vem desse setor. Por isso, estamos mapeando todo o processo para tentar diminuir a quantidade de CO2 que emitimos", explica Andrea Shida, analista de informações e processos.
Nesse sentido, uma série de ações já foram adotadas para reduzir o consumo do petróleo e a consequente liberação de gases poluentes, como o uso de veículos a gás e a otimização de rotas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Outras ações são a manutenção preventiva da frota -- que ajuda a evitar a emissão desnecessária de CO2 -- e o uso de bicicletas para distribuir as revistas.
EMBALAGENS
Tudo que é utilizado para amarrar, prender e proteger as revistas durante o transporte é considerado embalagem. Em sua maioria, esses itens são feitos de materiais que levam bastante tempo para se decompor, como plástico e papel. Por isso, além da reciclagem e reutilização, o primeiro passo nessa frente foi tentar eliminar, reduzir ou substituir o consumo desses produtos.
"Graças a um levantamento minucioso de cada etapa, detectamos uma série de situações em que foi possível reduzir ou trocar esses materiais", diz Maurício Ajzenberg. Vigiar o destino final dado pelos parceiros a esses materiais também foi uma medida tomada pelo setor.
Entre as muitas ações que ainda estão em fase de estudo, está a substituição dos saquinhos individuais de algumas revistas por um plástico biodegradável, feito com amido de milho. Segundo o diretor, atitudes como essas também contribuem para a redução do problema social dos aterros sanitários, onde o trabalho infantil, sob riscos de acidentes, é muito comum.
RETORNO
O que acontece com as revistas distribuídas? Foi essa pergunta que motivou a Treelog a se preocupar também com o descarte dos seus produtos. O grupo que estuda essa frente busca uma receita para garantir que as publicações tenham um destino final adequado e como convencer os leitores a fazerem a sua parte.
"Esse trabalho é o mais complexo, o mais lento e vai sofrer uma pressão muito grande pois existe um projeto de lei do município de São Paulo, que se aprovado, responsabilizará as empresas de mídia por todo ciclo de vida do seu produto", comenta Mauricio.
LIDERANÇA NA DISCUSSÃO
A mais recente estratégia adotada pela Treelog de olho na sustentabilidade é liderar a discussão sobre o tema. "A ideia é incentivar o debate em fóruns e encontros entre as empresas do seguimento de Logística e Distribuição", diz Claudia Nascimento, analista de Marketing da Treelog. Foi isso que aconteceu no II Congresso de Supply Chain (cadeia de suprimentos), realizado no dia 25/9, em São Paulo. Veja a reportagem.
O Planeta Sustentável, desde seu lançamento em abril de 2007, inspirou os funcionários do Grupo Abril a pensar em questões ligadas a sustentabilidade. E a Treelog está entre as empresas que mais se destacaram nesse sentido. Maurício Ajzenberg, diretor de Distribuição e Logística, conta que esta foi uma iniciativa espontânea de todos . "Partiu dos próprios funcionários, que com o apoio dos gestores, se juntaram com a missão de descobrir novas formas para diminuir nossos impactos".
A partir daí, a empresa se organizou em três frentes de atuação e começou a promover reuniões quinzenais. "Nesses encontros, cuja 'liderança' é alternada, surgem muitas ideias e todos podem participar. Cerca de doze funcionários participam de cada um desses encontros", complementa Wagner Cavalleiro, especialista em Processos Logísticos.
Conheça o que a Treelog tem feito em prol da sustentabilidade:
TRANSPORTE
O transporte é um dos pontos mais críticos das operações do Grupo Abril. "Quase 80% da nossa emissão vem desse setor. Por isso, estamos mapeando todo o processo para tentar diminuir a quantidade de CO2 que emitimos", explica Andrea Shida, analista de informações e processos.
Nesse sentido, uma série de ações já foram adotadas para reduzir o consumo do petróleo e a consequente liberação de gases poluentes, como o uso de veículos a gás e a otimização de rotas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Outras ações são a manutenção preventiva da frota -- que ajuda a evitar a emissão desnecessária de CO2 -- e o uso de bicicletas para distribuir as revistas.
EMBALAGENS
Tudo que é utilizado para amarrar, prender e proteger as revistas durante o transporte é considerado embalagem. Em sua maioria, esses itens são feitos de materiais que levam bastante tempo para se decompor, como plástico e papel. Por isso, além da reciclagem e reutilização, o primeiro passo nessa frente foi tentar eliminar, reduzir ou substituir o consumo desses produtos.
"Graças a um levantamento minucioso de cada etapa, detectamos uma série de situações em que foi possível reduzir ou trocar esses materiais", diz Maurício Ajzenberg. Vigiar o destino final dado pelos parceiros a esses materiais também foi uma medida tomada pelo setor.
Entre as muitas ações que ainda estão em fase de estudo, está a substituição dos saquinhos individuais de algumas revistas por um plástico biodegradável, feito com amido de milho. Segundo o diretor, atitudes como essas também contribuem para a redução do problema social dos aterros sanitários, onde o trabalho infantil, sob riscos de acidentes, é muito comum.
RETORNO
O que acontece com as revistas distribuídas? Foi essa pergunta que motivou a Treelog a se preocupar também com o descarte dos seus produtos. O grupo que estuda essa frente busca uma receita para garantir que as publicações tenham um destino final adequado e como convencer os leitores a fazerem a sua parte.
"Esse trabalho é o mais complexo, o mais lento e vai sofrer uma pressão muito grande pois existe um projeto de lei do município de São Paulo, que se aprovado, responsabilizará as empresas de mídia por todo ciclo de vida do seu produto", comenta Mauricio.
LIDERANÇA NA DISCUSSÃO
A mais recente estratégia adotada pela Treelog de olho na sustentabilidade é liderar a discussão sobre o tema. "A ideia é incentivar o debate em fóruns e encontros entre as empresas do seguimento de Logística e Distribuição", diz Claudia Nascimento, analista de Marketing da Treelog. Foi isso que aconteceu no II Congresso de Supply Chain (cadeia de suprimentos), realizado no dia 25/9, em São Paulo. Veja a reportagem.