ATUAÇÃO
Sustentabilidade em pauta
Quando o conceito desse tema ainda não fazia parte do cotidiano e das discussões de boa parte da sociedade, o Grupo Abril deu o primeiro grande passo com a criação da Fundação Victor Civita
Ao longo de sua trajetória, a Abril empenha-se na difusão de informação, cultura e entretenimento para a construção de uma sólida base em prol do progresso da educação no país. Em sua missão como empresa, busca a melhoria de qualidade de vida de cada cidadão e o fortalecimento das instituições democráticas.
Por meio de uma imprensa íntegra, livre, forte e independente, a Abril contribui para a ampliação de conhecimentos e estimula o debate democrático. A partir dos anos 80, no entanto, o Grupo Abril percebeu que não bastava prover conteúdo para causar impacto na vida do homem nas futuras gerações. Era preciso fazer mais, muito mais.
E foi justamente nessa época, quando o conceito de sustentabilidade ainda não fazia parte do cotidiano e das discussões de boa parte das empresas e da sociedade brasileira, que a Abril deu seu primeiro grande passo na direção da responsabilidade social. Em 1985 foi criada a Fundação Victor Civita, por iniciativa do fundador da Abril. Dedicada à melhoria da educação básica no país, a Fundação Victor Civita edita a revista Nova Escola, que é, em muitos estabelecimentos e localidades, o único material pedagógico disponível para o professor,
A partir de então, a Abril incrementou planos de apoio ao voluntário, por meio do talento de seus profissionais, e passou a disponibilizar recursos para várias iniciativas que reforçam os laços da empresa com a comunidade. Sempre em projetos focados em promover a educação, a cultura, a preservação do meio ambiente e a valorização das pessoas em diversos projetos, como o Prêmio Cláudia, criado em 1996 para reconhecer o trabalho de mulheres nas áreas de ciências, cultura, negócios, trabalho social e políticas públicas.
Já a MTV Brasil desenvolve ações adequadas público jovem e apreciador de música e associa sua programação a iniciativas de conscientização em vários temas, entre os quais saúde, sexualidade, cidadania e participação política.
Outra iniciativa importante do Grupo foi a criação, em 1999 - antes mesmo que se instituísse o Ano Internacional do Voluntariado, o que ocorreu em 2001 - do programa Mãos à Obra, canal de comunicação entre os funcionários que já realizam algum trabalho voluntário e aqueles que querem colaborar com instituições idôneas ou mesmo se tornar voluntários.
[img01] A partir de 2000, os projetos ganharam novo impulso e se multiplicaram. As ações passaram a envolver o Parque Gráfico da Abril, com vários projetos voltados para o uso racional da água; o Clickarvore, em parceria com a SOS Mata Atlântica e o Instituto Ambiental Vidágua; a Campanha de Desarmamento Infantil, uma parceria da Dinap - Distribuidora Nacional de Publicações - com prefeituras de vários municípios brasileiros; o Guia EXAME de Boa Cidadania Corporativa; o Projeto Escola Modelo, da TVA; o Prêmio Planeta Casa; o Fórum Nacional da Sustentabilidade da Construção; o projeto Entorno, da Fundação Victor Civita e uma série de ações em andamento nas diversas unidades e empresas que fazem parte do Grupo Abril.
Como editora, a Abril também se preocupa com a procedência do papel de sua publicações, que tem origem em projetos de reflorestamento e com certificados que garantem a idoneidade das empresas fornecedoras. Das 75 mil toneladas de papel que a Abril compra, 67 mil vêem do exterior, sendo os maiores fornecedores oriundos da Finlândia, Alemanha e França. Todos eles possuem o certificado Programme for Endorsement of Forest Certification Schemes (PEFC). Os fornecedores nacionais têm o selo Forest Stewardship Council (FSC).
Os resíduos produzidos pelos funcionários, também tem destino socialmente responsável. Há mais de 15 anos, o papel é reciclado e reutilizado pela empresa, em envelopes para comunicação interna. Em 1998, foi implantado o Projeto de Coleta Seletiva que coleta o lixo reciclável por meio de uma inteligente rede logística, que começa na mesa do funcionário, que tem um lixo específico para este tipo de material. A partir daí, produtos como plásticos, pilhas, lâmpadas e baterias são direcionados aos fornecedores, que dão o destino correto aos resíduos.
Ao longo de sua trajetória, a Abril empenha-se na difusão de informação, cultura e entretenimento para a construção de uma sólida base em prol do progresso da educação no país. Em sua missão como empresa, busca a melhoria de qualidade de vida de cada cidadão e o fortalecimento das instituições democráticas.
Por meio de uma imprensa íntegra, livre, forte e independente, a Abril contribui para a ampliação de conhecimentos e estimula o debate democrático. A partir dos anos 80, no entanto, o Grupo Abril percebeu que não bastava prover conteúdo para causar impacto na vida do homem nas futuras gerações. Era preciso fazer mais, muito mais.
E foi justamente nessa época, quando o conceito de sustentabilidade ainda não fazia parte do cotidiano e das discussões de boa parte das empresas e da sociedade brasileira, que a Abril deu seu primeiro grande passo na direção da responsabilidade social. Em 1985 foi criada a Fundação Victor Civita, por iniciativa do fundador da Abril. Dedicada à melhoria da educação básica no país, a Fundação Victor Civita edita a revista Nova Escola, que é, em muitos estabelecimentos e localidades, o único material pedagógico disponível para o professor,
A partir de então, a Abril incrementou planos de apoio ao voluntário, por meio do talento de seus profissionais, e passou a disponibilizar recursos para várias iniciativas que reforçam os laços da empresa com a comunidade. Sempre em projetos focados em promover a educação, a cultura, a preservação do meio ambiente e a valorização das pessoas em diversos projetos, como o Prêmio Cláudia, criado em 1996 para reconhecer o trabalho de mulheres nas áreas de ciências, cultura, negócios, trabalho social e políticas públicas.
Já a MTV Brasil desenvolve ações adequadas público jovem e apreciador de música e associa sua programação a iniciativas de conscientização em vários temas, entre os quais saúde, sexualidade, cidadania e participação política.
Outra iniciativa importante do Grupo foi a criação, em 1999 - antes mesmo que se instituísse o Ano Internacional do Voluntariado, o que ocorreu em 2001 - do programa Mãos à Obra, canal de comunicação entre os funcionários que já realizam algum trabalho voluntário e aqueles que querem colaborar com instituições idôneas ou mesmo se tornar voluntários.
[img01] A partir de 2000, os projetos ganharam novo impulso e se multiplicaram. As ações passaram a envolver o Parque Gráfico da Abril, com vários projetos voltados para o uso racional da água; o Clickarvore, em parceria com a SOS Mata Atlântica e o Instituto Ambiental Vidágua; a Campanha de Desarmamento Infantil, uma parceria da Dinap - Distribuidora Nacional de Publicações - com prefeituras de vários municípios brasileiros; o Guia EXAME de Boa Cidadania Corporativa; o Projeto Escola Modelo, da TVA; o Prêmio Planeta Casa; o Fórum Nacional da Sustentabilidade da Construção; o projeto Entorno, da Fundação Victor Civita e uma série de ações em andamento nas diversas unidades e empresas que fazem parte do Grupo Abril.
Como editora, a Abril também se preocupa com a procedência do papel de sua publicações, que tem origem em projetos de reflorestamento e com certificados que garantem a idoneidade das empresas fornecedoras. Das 75 mil toneladas de papel que a Abril compra, 67 mil vêem do exterior, sendo os maiores fornecedores oriundos da Finlândia, Alemanha e França. Todos eles possuem o certificado Programme for Endorsement of Forest Certification Schemes (PEFC). Os fornecedores nacionais têm o selo Forest Stewardship Council (FSC).
Os resíduos produzidos pelos funcionários, também tem destino socialmente responsável. Há mais de 15 anos, o papel é reciclado e reutilizado pela empresa, em envelopes para comunicação interna. Em 1998, foi implantado o Projeto de Coleta Seletiva que coleta o lixo reciclável por meio de uma inteligente rede logística, que começa na mesa do funcionário, que tem um lixo específico para este tipo de material. A partir daí, produtos como plásticos, pilhas, lâmpadas e baterias são direcionados aos fornecedores, que dão o destino correto aos resíduos.