O MELHOR DA ARQUITETURA
Arquitetura e Construção entrega prêmio no dia 01/12
A qualidade dos projetos inscritos no Prêmio “O Melhor da Arquitetura” chamou a atenção dos organizadores nesta segunda edição do prêmio, pautado por critérios que destacam a sustentabilidade ambiental e social. Os vencedores foram escolhidos por um júri de sete profissionais de destaque, além de terem recebido 133 mil votos do público pela internet
Assessoria de Comunicação*
24/11/2009
A cerimônia para a entrega do prêmio “O Melhor da Arquitetura 2009”, promovido pela revista ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO, da Editora Abril, acontecerá no dia 1º de dezembro, no Memorial da América Latina, às 20 hs. Neste dia, o público conhecerá os vencedores em 10 categorias e subcategorias:
- Intervenção Urbana,
- Retrofit,
- Edifícios Institucionais (Educação, Cultura, Saúde e Lazer),
- Edifícios comerciais ou de escritório (com até 4 pavimentos e acima de 4 pavimentos),
- Escritórios (Variados e Agências de Comunicação),
- Hotelaria, Bares e Restaurantes (Bares e Cafés, Restaurantes),
- Lojas e Show rooms,
- Condomínios residenciais (até 3 mil m2 ou até 5 pavimentos e acima de 3 mil m2 ou com mais de 5 pavimentos) e
- Residencial (Cidade, Praia, Campo).
Além de dois escritórios que mereceram menções honrosas (sustentabilidade e conjunto da obra).
Em sua segunda edição, o prêmio, criado em 2008, quando a publicação completou 21 anos, tem como objetivo destacar os projetos inovadores, as soluções sustentáveis, a criatividade dos profissionais e as tendências em arquitetura e urbanismo que promovem a qualidade de vida nos espaços públicos, ambientes de trabalho, espaços comerciais e residenciais. Foram 296 projetos efetivamente inscritos, recorde em relação à primeira edição, que contou com 281 trabalhos. Além dos sete jurados, selecionados entre profissionais, professores, críticos e formadores de opinião, o público participou da votação. Nada menos que 133 mil internautas também votaram nos 62 finalistas, entre 14 e 29 de outubro.
Este ano, a comissão julgadora foi composta por:
- André Corrêa do Lago, diplomata e um dos mais respeitados críticos de arquitetura do Brasil;
- Rosa Artigas , historiadora e professora de História da Arquitetura na Escola da Cidade;
- Thomaz Souto Corrêa, jornalista e vice- presidente do Conselho Editorial da Editora Abril;
- Cristiano Mascaro, arquiteto e fotógrafo especializado em arquitetura;
- Marisa Moreira Salles, editora-chefe e designer gráfica da Bei Editora;
- Alessandro Castroviejo, arquiteto e professor de Projeto da Universidade Mackenzie e
- Lívia Pedreira, diretora da revista Arquitetura & Construção.
Na avaliação do arquiteto Márcio Moraes, consultor e curador do prêmio, esse ano a qualidade dos trabalhos inscritos foi muito boa. “Cerca de 80% dos projetos inscritos eram muito bons, 10% entre bons e razoáveis e 10% eram ruins. Uma tendência que pudemos detectar foi a opção simplicidade nos projetos, onde menos é mais”, informa Moraes. Ele destaca que nesta edição houve a participação de muitos profissionais novos, o que propiciou o aparecimento de projetos com diferentes leituras da arquitetura. “Ao mesmo tempo, entre os inscritos, contamos com a maioria dos grandes escritórios brasileiros consagrados”, diz.
A historiadora Rosa Artigas, que participou do júri nesta edição, acha que o prêmio dá uma ideia bastante ampla da diversidade da produção da arquitetura contemporânea, possibilitando ao público da revista conhecer e valorizar a atuação dos arquitetos brasileiros. E elogia o processo de votação individualizado, onde os jurados não mantêm contato entre si, recebendo os trabalhos identificados apenas por números, o que garante sigilo e evita influência mútua. “A escolha é uma ação individualizada do jurado que, no entanto, segue critérios críticos pré-estabelecidos pelos organizadores do prêmio. O primeiro critério é a distribuição dos concorrentes por temas ou tipos gerais como casas, edifícios comerciais, edifícios institucionais, etc. Isso faz com que o jurado analise tipos semelhantes dentro de cada tema, prevalecendo um método comparativo”, explica.
O segundo patamar crítico, esclarece Rosa, está na atribuição de notas (de zero a dez) a partir dos elementos que compõem ou deveriam compor um projeto/obra arquitetônico: implantação, sustentabilidade, acessibilidade, beleza, funcionalidade, solução plástica e integração com o entorno. Da tabulação dessas notas saíram os vencedores. Segundo ela, isso possibilita que a avaliação de cada julgador, embora pessoal, seja bastante objetiva. “Finalmente, há espaço ainda para a nota do público para cada projeto, que é somada às notas de todos os jurados”, destaca.
Outro membro do júri neste ano, o arquiteto Alessandro Castroviejo, observou que nesta segunda edição as categorias foram ampliadas, levando a uma seleção mais adequada das obras. “Os profissionais continuam aderindo com entusiasmo. Tudo indica que o melhor da produção está mesmo sendo posta à prova através do prêmio. No ano passado, o nível dos vencedores foi irrepreensível e isso se repete este ano”, analisa. Na opinião de Castroviejo, o leitor profissional e o leigo ganham com a premiação. O arquiteto ganha ao ver seu trabalho reconhecido num veículo de grande divulgação, avaliado por um júri competente. O leigo ganha ao colocar em cheque suas percepções e renová-las, olhando a produção por outra ótica”, pondera.
Para Lívia Pedreira, diretora de redação da revista, a segunda edição do prêmio mostra uma arquitetura vigorosa, competente e capaz de competir no cenário internacional. “A qualidade dos projetos inscritos nos levou a ampliar o número de finalistas em algumas categorias e, certamente, dificultou o trabalho dos jurados. Por isso, acredito que todos os 62 finalistas são vencedores e merecedores desse prêmio”, conclui.
A seleção dos trabalhos obedeceu a um cronograma. Primeiro, em setembro, aconteceu uma seleção prévia dos trabalhos feita pela equipe de redação, que conferiu se os trabalhos inscritos estavam dentro das exigências do regulamento. Depois, no início de outubro, foram escolhidos 3 ou 4 finalistas em cada categoria ou subcategoria. Logo após a divulgação, os finalistas entregaram o material completo para a publicação no hotsite, a fim de dar início à votação do público, entre os dias 14 e 29 de outubro. Os 133 mil votos da Internet, convertidos em nota, valeram pontos nos critérios de avaliação adotados pela comissão julgadora durante a escolha dos vencedores.
CRITÉRIOS DE ESCOLHA DOS VENCEDORES
Os vencedores tiveram pontuações importantes em todos os quesitos que pautaram a escolha dos jurados:
- Inovação - nota máxima 10 - peso 3
- Funcionalidade - nota máxima 10 - peso 3
- Solução Plástica - nota máxima 10 - peso 3
- Implantação e Integração com o Entorno - nota máxima 10 - peso 2
- Sustentabilidade Ambiental - nota máxima 10 - peso 2
- Acessibilidade - nota máxima 10 - peso 2
- Conforto Termoacústico - nota máxima 10 - peso 2
- Materiais (Aplicação e Técnica) - nota máxima 10 - peso 2
- Economia na Obra - nota máxima 10 - peso 1
- Votação via Internet - nota máxima 3 - peso 1
*Ateliê de Textos
A cerimônia para a entrega do prêmio “O Melhor da Arquitetura 2009”, promovido pela revista ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO, da Editora Abril, acontecerá no dia 1º de dezembro, no Memorial da América Latina, às 20 hs. Neste dia, o público conhecerá os vencedores em 10 categorias e subcategorias:
- Intervenção Urbana,
- Retrofit,
- Edifícios Institucionais (Educação, Cultura, Saúde e Lazer),
- Edifícios comerciais ou de escritório (com até 4 pavimentos e acima de 4 pavimentos),
- Escritórios (Variados e Agências de Comunicação),
- Hotelaria, Bares e Restaurantes (Bares e Cafés, Restaurantes),
- Lojas e Show rooms,
- Condomínios residenciais (até 3 mil m2 ou até 5 pavimentos e acima de 3 mil m2 ou com mais de 5 pavimentos) e
- Residencial (Cidade, Praia, Campo).
Além de dois escritórios que mereceram menções honrosas (sustentabilidade e conjunto da obra).
Em sua segunda edição, o prêmio, criado em 2008, quando a publicação completou 21 anos, tem como objetivo destacar os projetos inovadores, as soluções sustentáveis, a criatividade dos profissionais e as tendências em arquitetura e urbanismo que promovem a qualidade de vida nos espaços públicos, ambientes de trabalho, espaços comerciais e residenciais. Foram 296 projetos efetivamente inscritos, recorde em relação à primeira edição, que contou com 281 trabalhos. Além dos sete jurados, selecionados entre profissionais, professores, críticos e formadores de opinião, o público participou da votação. Nada menos que 133 mil internautas também votaram nos 62 finalistas, entre 14 e 29 de outubro.
Este ano, a comissão julgadora foi composta por:
- André Corrêa do Lago, diplomata e um dos mais respeitados críticos de arquitetura do Brasil;
- Rosa Artigas , historiadora e professora de História da Arquitetura na Escola da Cidade;
- Thomaz Souto Corrêa, jornalista e vice- presidente do Conselho Editorial da Editora Abril;
- Cristiano Mascaro, arquiteto e fotógrafo especializado em arquitetura;
- Marisa Moreira Salles, editora-chefe e designer gráfica da Bei Editora;
- Alessandro Castroviejo, arquiteto e professor de Projeto da Universidade Mackenzie e
- Lívia Pedreira, diretora da revista Arquitetura & Construção.
Na avaliação do arquiteto Márcio Moraes, consultor e curador do prêmio, esse ano a qualidade dos trabalhos inscritos foi muito boa. “Cerca de 80% dos projetos inscritos eram muito bons, 10% entre bons e razoáveis e 10% eram ruins. Uma tendência que pudemos detectar foi a opção simplicidade nos projetos, onde menos é mais”, informa Moraes. Ele destaca que nesta edição houve a participação de muitos profissionais novos, o que propiciou o aparecimento de projetos com diferentes leituras da arquitetura. “Ao mesmo tempo, entre os inscritos, contamos com a maioria dos grandes escritórios brasileiros consagrados”, diz.
A historiadora Rosa Artigas, que participou do júri nesta edição, acha que o prêmio dá uma ideia bastante ampla da diversidade da produção da arquitetura contemporânea, possibilitando ao público da revista conhecer e valorizar a atuação dos arquitetos brasileiros. E elogia o processo de votação individualizado, onde os jurados não mantêm contato entre si, recebendo os trabalhos identificados apenas por números, o que garante sigilo e evita influência mútua. “A escolha é uma ação individualizada do jurado que, no entanto, segue critérios críticos pré-estabelecidos pelos organizadores do prêmio. O primeiro critério é a distribuição dos concorrentes por temas ou tipos gerais como casas, edifícios comerciais, edifícios institucionais, etc. Isso faz com que o jurado analise tipos semelhantes dentro de cada tema, prevalecendo um método comparativo”, explica.
O segundo patamar crítico, esclarece Rosa, está na atribuição de notas (de zero a dez) a partir dos elementos que compõem ou deveriam compor um projeto/obra arquitetônico: implantação, sustentabilidade, acessibilidade, beleza, funcionalidade, solução plástica e integração com o entorno. Da tabulação dessas notas saíram os vencedores. Segundo ela, isso possibilita que a avaliação de cada julgador, embora pessoal, seja bastante objetiva. “Finalmente, há espaço ainda para a nota do público para cada projeto, que é somada às notas de todos os jurados”, destaca.
Outro membro do júri neste ano, o arquiteto Alessandro Castroviejo, observou que nesta segunda edição as categorias foram ampliadas, levando a uma seleção mais adequada das obras. “Os profissionais continuam aderindo com entusiasmo. Tudo indica que o melhor da produção está mesmo sendo posta à prova através do prêmio. No ano passado, o nível dos vencedores foi irrepreensível e isso se repete este ano”, analisa. Na opinião de Castroviejo, o leitor profissional e o leigo ganham com a premiação. O arquiteto ganha ao ver seu trabalho reconhecido num veículo de grande divulgação, avaliado por um júri competente. O leigo ganha ao colocar em cheque suas percepções e renová-las, olhando a produção por outra ótica”, pondera.
Para Lívia Pedreira, diretora de redação da revista, a segunda edição do prêmio mostra uma arquitetura vigorosa, competente e capaz de competir no cenário internacional. “A qualidade dos projetos inscritos nos levou a ampliar o número de finalistas em algumas categorias e, certamente, dificultou o trabalho dos jurados. Por isso, acredito que todos os 62 finalistas são vencedores e merecedores desse prêmio”, conclui.
A seleção dos trabalhos obedeceu a um cronograma. Primeiro, em setembro, aconteceu uma seleção prévia dos trabalhos feita pela equipe de redação, que conferiu se os trabalhos inscritos estavam dentro das exigências do regulamento. Depois, no início de outubro, foram escolhidos 3 ou 4 finalistas em cada categoria ou subcategoria. Logo após a divulgação, os finalistas entregaram o material completo para a publicação no hotsite, a fim de dar início à votação do público, entre os dias 14 e 29 de outubro. Os 133 mil votos da Internet, convertidos em nota, valeram pontos nos critérios de avaliação adotados pela comissão julgadora durante a escolha dos vencedores.
CRITÉRIOS DE ESCOLHA DOS VENCEDORES
Os vencedores tiveram pontuações importantes em todos os quesitos que pautaram a escolha dos jurados:
- Inovação - nota máxima 10 - peso 3
- Funcionalidade - nota máxima 10 - peso 3
- Solução Plástica - nota máxima 10 - peso 3
- Implantação e Integração com o Entorno - nota máxima 10 - peso 2
- Sustentabilidade Ambiental - nota máxima 10 - peso 2
- Acessibilidade - nota máxima 10 - peso 2
- Conforto Termoacústico - nota máxima 10 - peso 2
- Materiais (Aplicação e Técnica) - nota máxima 10 - peso 2
- Economia na Obra - nota máxima 10 - peso 1
- Votação via Internet - nota máxima 3 - peso 1
*Ateliê de Textos