Blog da Redação
26/06/2009 às 15:36
Os poluidores pagam a conta


Protecionismo é, possivelmente, um dos temas que mais empacam os debates internacionais toda vez que chefes de Estado e seus representantes resolvem se encontrar para debater as políticas do comércio exterior. Brasil e Argentina que o digam. Mas, dessa vez, quem sinalizou mudar as regras do jogo não foi nenhum latino, mas a toda poderosa OMC - Organização Mundial do Comércio.

A Organização acredita, oficialmente, que o livre comércio pode ajudar a trilhar o caminho rumo a uma economia mundial de baixo carbono e que uma das maneiras mais óbvias de colocar o plano em prática seria a transferência de tecnologia limpa. Mesmo assim, a OMC acenou, em estudo publicado, hoje, em parceria com o Programa Ambiental da ONU, que a criação de uma nova taxa de importação seria benéfica.

A regra é muito simples: impor tarifas sobre importações de países que não tenham uma política confiável para controlar a redução de emissões de gases de efeito estufa ou, em bom português, uma nação poluidora.

De acordo com o Financial Times, algumas empresas e políticos norteamericanos defendem que o rendimento da indústria local pode ser comprometida se forem taxadas por suas emissões enquanto a importação se tornaria vantajosa. Assim, a posição – muito cautelosa da OMC – seria de ajustar essa dinâmica.

Certamente, esse apoio será mais um tópico para as negociações de Copenhagen, que acontecem em dezembro, e representa um passo na luta contra o aquecimento global, mas e o Brasil? Será que o país, com suas recentes escolhas ambientais, se beneficiaria da novidade?




Comentários

26/06/2009 às 22:28
Read Aued Guirar - diz:
A SABESP, neste século de logística reversa, vai construir aterros sanitários com vida útil de trinta anos. Vai jogar para debaixo do tapete que Deus pisa, o lixo que se produzirá... até 2040. Perto do problema internacional parece pouco? Não é, porque o lixo que se produz é o espelho do que se fabrica. É a imagem mais viva, próxima e aparente da poluição indústrial. Por todo o planeta. Se ao invés de escondê-lo debaixo dos aterros sanitários fosse direcionado à reciclagem, a visão da poluição ambiental seria outra e o consumidor mudaria de atitude, obrigando a industria a se adequar, parar de sujar o planeta e começar a faxina da Terra nunca antes acontecida. Se a dona de casa não faz a faxina da casa, o marido diz que ela é porca. Se o Homem não faz a faxina do planeta é o quê?

25/09/2009 às 19:06
#20 Ma io mi hciedo.. i goirnalist,ila televesione secono voicreaon allarmismo mazggfiore? aplargano tanto le cse?? esaatto,io sonoo preoccupatissima,tanto, fanno davvero genire la vogliz di chjudersidentro casa e non uscfire pu??! Herba Life



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