
Para Feldmann, uma vez que as questões do clima são também políticas e dependem de investimentos econômicos, seria mais apropriado realizar uma nova Cúpula da Terra – como a Eco 92, com a participação dos chefes de Estado – do que uma Conferência das Partes, em que as delegações participantes têm “pouco poder e representação política”.
A esperança é que, a partir de amanhã, representantes de Estado de 189 países começam a participar das negociações em Poznan, dando um tom mais político às discussões, que se encaminham para um fechamento, na próxima sexta-feira.
*Artigo de Fábio Feldmann
**Blog do Observatório do Clima
(Foto: Alexandre Battibugli)