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Ratos em casa: o que fazer? Giuliana Capello - 16/07/2013 às 12:39


O que fazer quando aparecem ratinhos no quintal ou dentro de casa? Aqui na ecovila, vivi esse dilema durante uns 15 dias, quando vi na minha cozinha um exemplar da espécie. Não era como aqueles ratos de cidade, que frequentam lixo e esgoto, desses que a gente olha e sente nojo. Mas rato é rato.

O que fazer? Bichos n√£o desejados em casa, especialmente no ambiente rural, provocam v√°rios tipos de rea√ß√Ķes. Na minha comunidade, alguns moradores costumam apenas afugentar as aranhas armadeiras que aparecem no banheiro, debaixo da cama ou na estante de livros. Tem tamb√©m algumas cobras que surgem na soleira da porta de entrada da casa e teve at√© quem encontrasse uma cascavel no meio da sala. Curioso notar que, em geral, s√£o as mulheres que encontram as cobras e pedem ajuda aos homens de plant√£o. A solu√ß√£o n√£o me agrada nem um pouco, mas normalmente eles matam e ponto final.

Um dia encontrei uma cobra filhote no jardim da minha casa. O caseiro da ecovila, por sorte, estava por perto, me ajudando a roçar um pedaço que havia sido tomado pela braquiária. Pedi a ele que não a matasse e ele simplesmente não fez nada. A cobra se escondeu, com medo, e nunca mais a vi.

Esse tipo de coisa acontece quase todo dia. E √© preciso ter firmeza em alguns princ√≠pios para manter a coer√™ncia e seguir em frente. N√£o gosto da ideia de matar bicho algum, mas confesso que abro exce√ß√£o para aranhas. Minhas duas cachorras dormem dentro de casa (aqui faz um frio danado e a Sofia, de dez anos, tem dores cr√īnicas na coluna, n√£o pode pegar friagem) e n√£o me sinto confort√°vel em deix√°-las expostas ao perigo de um acidente.

Eu mesma já levei um monte de sustos com aranhas. Dia desses, estava tomando banho quando senti algo em minha perna. Era uma aranha terrivelmente grande, que apareceu nem sei de onde. No desespero, dei um safanão nela para jogá-la para longe e depois um chinelo fez o restante do serviço. Ufa.

Sabe, √© dif√≠cil falar sobre isso, porque sou apaixonada pelos animais, amo a Terra e tudo que existe nela e simplesmente detesto a ideia de matar qualquer ser vivo. Para alguns, isso pode ser romantismo, para outros ainda √© pouco ‚Äď √© s√≥ pensar nos veganos e nas pessoas que pegam para si a miss√£o de proteger animais abandonados ou em risco de extin√ß√£o.

Mas, quando penso nos document√°rios fant√°sticos que j√° vi em canais do tipo National Geographic, vejo que a autopreserva√ß√£o e o instinto de sobreviv√™ncia s√£o tamb√©m parte do cotidiano de todos n√≥s. S√£o momentos espec√≠ficos, que nos colocam √† prova e pedem a√ß√Ķes efetivas.

Depois de alguns dias ‚Äúconvivendo‚ÄĚ com rato dentro de casa, senti que n√£o seria poss√≠vel constituir uma boa rela√ß√£o com ele. Quer saber detalhes? Imagine voc√™ acordar, ir para a cozinha preparar o caf√© e encontrar a pia e quase todos os potinhos de temperos com coc√ī de rato… Ou dar de cara com uma esp√©cie de trilha de ra√ß√£o para cachorro, que o rato deixou atr√°s do fog√£o a lenha…

Fiquei sem saída. Seria preciso expulsá-lo, vivo ou morto. Por dois dias, consegui tirá-lo de casa para o quintal, assustando-o com uma vassoura. E torci muito para que ele não voltasse e seguisse sua vida longe daqui. Não deu certo.

Na noite seguinte, não apenas dei de cara com ele novamente entre meus potes de tempero (que eu havia lavado, um por um, no dia anterior) como descobri que, na verdade, ele agia em dupla! Havia dois ratos na minha cozinha! Peguei, então, uma vassoura, respirei fundo e tentei me convencer a matá-los. Tive uma oportunidade, até, quando um deles parou por dois segundos sobre a bancada da pia. O problema foi que, naquele exato momento, ele me olhou e pude ver seus olhinhos assustados. Não tive coragem. Resultado: passei mais uma noite acordando diversas vezes na madrugada, ouvindo barulhos estranhos na cozinha.

Na manh√£ seguinte, tomei a decis√£o de acabar de vez com o problema. Mas o que fazer? Comprar veneno e ficar preocupada com a possibilidade de envenenar outros animais? Armar ratoeiras pela casa, aceitar o risco de ouvir gemidos de dor do bicho e ainda ter de, depois de tudo, jogar fora o cad√°ver todo ensanguentado? Socorro…

Fui pedir ajuda a um amigo agr√īnomo, que me sugeriu uma t√©cnica ‚Äúecol√≥gica‚ÄĚ para expurgar o problema. Olha, √© duro, chato, terr√≠vel, mas sua efic√°cia √© incr√≠vel. Fiz o que ele ensinou: peguei um balde, enchi com √°gua at√© a metade, cobri a superf√≠cie com sementes de girassol (que ficam boiando e escondem a √°gua) e deixei encostado numa das paredes da cozinha. O que se espera com isso? O rato sente o cheiro do girassol, pula no balde e acaba morrendo afogado, porque n√£o consegue sair dele. A cena toda √© melhor nem imaginar…

Bom, o fato é que na manhã seguinte havia dois ratinhos mortos dentro do balde. E pronto. O desconforto foi resolvido (embora eu tenha ficado mal com o desfecho), sem uso de veneno, sem contaminar absolutamente nada. Lamentei muito por ter de fazer isso, mas ficou simplesmente inaceitável dividir a cozinha (e até meu quarto!!!!!!) com aqueles bichos.

Fico refletindo sobre como escolhemos algumas esp√©cies para chamar de fofinhas, e deixamos de lado ou nos importamos menos com outras menos graciosas, como as pererecas, as sucuris ou os urubus. No plano das ideias, bacana seria se todas as formas de vida fossem indistintamente relevantes, importantes. Mas n√£o √© bem isso que ocorre… √Č claro, tem a categoria ‚Äúbichos indesejados e que podem transmitir doen√ßas‚ÄĚ. Foi este o r√≥tulo que coloquei nos ratinhos para n√£o ficar com a consci√™ncia t√£o pesada…

Foto: Alice Rosen via photopin cc

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Comentários

16/07/2013 às 14:37 Julia - diz:

Giuliana!! Adota uma gatinha, s√≥ o miado dela ir√° “espantar” com ratos da√≠…
Abraço!

16/07/2013 às 17:34 HERNANDO - diz:

Giuliana,
tive problema semelhante, pois moro numa chácara e tenho aversão a venenos e matanças de qualquer tipo de ser vivo.
Encontrei uma solução fantástica que resolveu o meu problema sem a necessidade de matar os ratinhos.
Utilizei uma gaiola para captura de ratos do tipo mostrado no link abaixo e soltei-os no mato a uma boa dist√Ęncia de resid√™ncias. http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-488356629-ratoeiras-gaiola-armadilha-eficaz-o-rato-no-escapa-_JM

16/07/2013 às 18:18 Maryna - diz:

Certeza também usei a mesma tática Hernando! Bem melhor.
Sem matar nenhum rato e solt√°-los depois.

16/07/2013 às 18:18 Felipe Moreira - diz:

Muito legal seu relato, pena que precisou deste desfecho… Entramos num dilema quando queremos proteger os animais mas tamb√©m precisamos proteger nossa vida/sa√ļde. Podemos recorrer ao nosso instinto de sobreviv√™ncia e matar o que nos amea√ßa, no caso, uma praga, mas eles tamb√©m vivem, s√£o formas de vida… Como eu disse, √© um dilema.

16/07/2013 às 18:36 Luiz Batista da Silva - diz:

Morei c/ meu tio no Parana e ele sempre tava matando os bichinhos entao qdo a gente chegava da roça tinha que tratar dos animais dar comida pro cachorro, pro cavalo, pros bezerros enfim todos animais que ele tinha e eu depois pegava pao velho resto de arroz e outras coisas mais e punha em cima de uma pedra, acbou toda a matança de ratinhos que so queriam as vazes alimentar seus filhinhos.

16/07/2013 às 19:22 Christina Asbeck - diz:

Vou usar o balde com sementes de girassol………….espero que funcione mesmo sendo o afogamento uma morte cruel mas √© sempre muito complicado se livrar desses invasores de maneira digna, sem venenos, etc.
Obrigada pela dica “ecol√≥gica”

16/07/2013 às 19:58 Giovanna - diz:

Uso arapucas e os solto longe. Funciona super bem, e n√£o causa a morte dos bichinhos.

16/07/2013 às 20:26 Antonio - diz:

No meu caso os ratos entravam no forro da casa e ficavam correndo a noite inteira. Na verdade eles estavam atrás da ração dos cachorros. Comprei um latão de lixo de 25 reais para guardar o saco de ração, peguei alguns potes e coloquei areia usada pelo gato do meu irmão espalhados pelo caminho que eles faziam. O barulho deles correndo sumiu e eles tambem. Agora vou fechar todas as entradas possíveis.

16/07/2013 às 21:09 Janete Canteri - diz:

√ďtima ideia essa do balde :)

17/07/2013 às 01:13 Jorge André - diz:

Demais….

17/07/2013 às 01:54 Patricia Silva - diz:

Adorei a ideia!

A prop√≥sito, queria seguir esse estilo de vida sustent√°vel como voc√™. Que caminho voc√™ me orienta seguir? Tenho que cursar Arquitetura para fazer constru√ß√Ķes sustent√°veis?

Parabéns pelo blog.

Att.
Patricia

18/07/2013 às 11:50 Miriam Stabile - diz:

Na minha casa ja aconteceu 2 vezes, e nas duas vezes foram mortos esmagados atras do guarda roupa do meu filho, so entram la mas desta vez ele era até que grande e nem consigo descobrir de onde eles vem pois moro na cidade e nao tem terreno vazio nem nada parecido perto, ja nao aguento mais, agora vou seguir a dica de vcs, vamos ver se tem mais algum escondido, nao quero jogar veneno pois tenho 3 cachorros e uma é danada que só ela mesma.

24/07/2013 às 12:43 Giuliana Capello - diz:

Oi, Julia, tudo bem? At√© que ter uma gatinha seria uma boa, mas √© que sou al√©rgica ao extremo… Al√©m disso, teria que considerar que minhas cachorras n√£o costumam ser muito amig√°veis com felinos… Mas valeu a lembran√ßa. A todos, agrade√ßo pelos coment√°rios e dicas de como resolver o problema sem precisar matar os bichinhos. √Č realmente um dilema. N√£o foi √† toa que deixei a palavra “ecol√≥gica” entre as aspas, quando me referi √† ideia do balde com sementes… Ecol√≥gico mesmo seria resolver sem mat√°-los e sem transferir o problema para o vizinho… Obrigada, pessoal. Grande abra√ßo!

28/07/2013 às 00:53 Liza Cotoulas - diz:

Uma solucao simples. Coloque feijao cru no triturador ou liquidificador. Pege esse possinho de feijao e coloque em potinhos rasos aonde seus cachorrinhos e gatos nao tem acesso. Os ratinhos comem e morrem por indigestao. Sem veneno e evitando que outros animais sejam contaminados por veneno. Grande abraco e espero ter ajudado.

28/07/2013 às 23:13 Patricia - diz:

VENENO NATURAL PARA RATOS

Veneno ecológico para matar ratos РUTILIDADE PÚBLICA.
Nossos cientistas s√£o feras mesmo!
Método usado por criadores de pássaros!
COMBATENDO OS RATOS.

“Mudei-me h√° poucos meses para o primeiro andar de um pr√©dio e, como todo paulistano, estou sendo v√≠tima desses indesej√°veis h√≥spedes…
Pergunta daqui, pergunta dali…
Uma amiga me disse que feij√£o triturado matava ratos, mas n√£o detalhou.
Fui pesquisar e descobri esse estudo da Universidade Federal de Pelotas”.

Como fazer:

a) Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);

b) Coloque no multiprocessador ou liquidificador (SEM √ĀGUA);
c) Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.

Onde colocar:

Coloque em montinhos (uma colher de ch√°) nos cantos do ch√£o;

a) Perto das portas;

b) Janelas (SIM… eles escalam as janelas…)
c) Atr√°s da geladeira;
d) Atr√°s do fog√£o;
e) À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.
OBS.: O custo é muito barato e a eficácia é muito elevada!

O rato come essa farofinha, mas n√£o tem como digerir o feij√£o (cru), por falta de enzimas digestivas ou subst√Ęncias que digerem feij√£o cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermenta√ß√£o. Todos os que ingerem morrem!

A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado.
DETALHE IMPORTANTE:

a) Ao contr√°rio dos tradicionais venenos (Racumim, por exemplo), o rato morre e n√£o contamina animais de estima√ß√£o. E a quantidade de feij√£o que ele ingeriu e o matou √© insuficiente para matar um c√£o ou gato, mesmo porque estes gostam de MATAR pra comer… Mas animal morto, eles n√£o comem. E n√£o h√° evid√™ncias de que o farelo do feij√£o cru fa√ßa mal a gatos e cachorros, pois, eles t√™m enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento.

b) Se tiver crian√ßas pequenas (beb√™s), ainda em per√≠odo de engatinhamento, que colocam tudo na boca, n√£o faz mal algum, pois o feij√£o para o ser humano, mesmo cru, √© digerido. Mesmo assim, √© preciso colocar o “veneno” em lugares seguros, longe do alcance das crian√ßas, isto √©, onde crian√ßas n√£o costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feij√£o triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contamina√ß√£o microsc√≥pica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se n√£o tratadas a tempo! S√≥ isso, como cuidado!

DIVULGUEM, POR FAVOR!

NÃO TEM CONTRA INDICAÇÃO.
REPASSEM, POR FAVOR!
O MEIO AMBIENTE E A SA√öDE DE TODOS AGRADECEM!
VAMOS PARAR DE UTILIZAR PRODUTOS QU√ćMICOS A TODO MOMENTO!

Helena de Oliveira Schwartz

Educadora Ambiental na ONG Makaya / Casa do Zezinho
Estudante de pós-graduação em Gerenciamento Ambiental pela ESALQ РUSP
Bióloga Licenciada e Bacharel pela UNESP РCampus Botucatu

01/08/2013 às 11:21 iago - diz:

O dilema √© grande mesmo, mas n√£o gostei da t√©cnica. Se tenho de usar meu “instinto de sobreviv√™ncia e manuten√ß√£o da sa√ļde” eu mato da forma convencional, com cabo de vassoura; acho muito pior que ele fique agonizando na √°gua, imagina a sensa√ß√£o de morrer sem ar! agente fica com a cena da cabe√ßa, mas pensando no que √© menos doloroso para o bicho – e n√£o o que √© menos inc√īmodo para n√≥s- √© melhor n√£o usar o balde…

06/12/2013 às 00:39 carol - diz:

oi querida.. estava pesquisando sobre isso pq to passando pelo mesmo problema.. ratos na casa dos meus pais (por haver terreno baldio perto)
e falta de coragem pois tb sou do tipo de nao matar nem um insento.. peço perdão a Deus até quando mato uma barata.. Mas não vi outra alternativa e acabei de armar o balde.. No entanto, os bichos são tão grandes que acho que o balde será até pequeno e eles vão conseguir sair.. Nesse caso, optarei por comprar a gaiola que deixa eles presos e vivos, pra levar pra outro local..

06/12/2013 às 05:25 carol - diz:

Gente, essa notícia é verdadeira

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/ratos-tem-compaixao-e-empatia-por-seus-semelhantes-diz-estudo/n1597403481940.html

Os ratos se ajudam!

Fiz o neg√≥cio do balde, percebi 1h depois que pelo menos um deles estava se afogando num balde fundo, ou seja, ele n√£o conseguiria sair dali sozinho. Sa√≠ de perto agoniada pra n√£o ver, mas v√°rios deles estavam reunidos no pergolado, uns bem maiores :{{{ . Agora de manh√£ pe√ßo pro meu tio ver o balde e nenhum deles dentro. N sei como eles fazem isso…

06/12/2013 às 05:30 carol - diz:

solução: não matar, mas apenas espantar.

comprei

http://www.guiavegano.com.br/vegan/eletrodomesticos/repelentes-eletronicos/repelente-de-ratos-e-morcegos-byepest

09/12/2013 às 06:06 lais - diz:

ameii sua dica vou acabar com todos ,tenho fobia de ratos ontem tinha 4 na minha casa so fico acordada com medo deles…

25/12/2013 às 23:25 Angela - diz:

Ratos s√£o transmissores de in√ļmeras doen√ßas s√©rias. Sou gestora ambiental e entendo a recusa em utilizar venenos, mas prender os ratinhos bonitinhos em uma gaiola e depois solt√°-los s√≥ colabora para que os mesmos transmitam doen√ßas para outros animais ou pessoas.

30/01/2014 às 14:35 rafa - diz:

Tenho matado em casa com a arapulca(aquela armarilha que fecha o rato dentro), mas eu mato eles afogados depois…
como a Angela falou , n√£o pode ficar soltando longe…Basicamente pq eles v√£o voltar se n√£o for t√£o longe , e se n√£o ir√° levar o problema para outras pessoas(bem injusto isso).
Mas t√° bem complicado, tenho cachorros e os ratos de teto vem pela ra√ß√£o , e tamb√©m vem as vezes os camundongos e as ratazanas….
tudo isso pois tem um terreno baldio ao lado da minha casa. T√° bem complicado…

18/02/2014 às 11:12 cassio21 - diz:

Não existe ratos caseiros, eles viviam nos matos onde tinham fartura de alimentos, mas com o progresso seus lares foram destruidos, os alimentos foram ficando escassos , viram nas residências sua chance de sobrevivencia ,mas como não eram bem vindos tiveram que viver em esgotos, lugares cheio de lixo ,hospedando varias doenças terriveis ,no qual acabou tendo sua sentença de morte decretado pelos seres humanos.por issoa capturar e soltar so se for pra bem longe das residências.

22/04/2014 às 22:53 raquel - diz:

nossa, estou passando por esse dilema agora! Mas morrer afogado deve ser desesperador, acho que matar est√° fora de cogita√ß√£o pra mim…pensei em capturar e jogar no mato, mas as pessoas est√£o fazendo press√£o, pois transmitem doen√ßas, t√° dificil :/

29/05/2014 às 14:53 Tacyane - diz:

eu morro de medo d tudo quase e vi hoje um rato dentro de casa pasou por cima do meu pé e saiu correndo.
dei um grito daqueles.
tenho 10 anos e fico em casa sozinha a tarde, entao nao tem ninguem pra me ajudar
rsrsrs

me ajudem
o q fasso???

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GIULIANA CAPELLO

√© jornalista ambiental especializada em constru√ß√Ķes sustent√°veis, guarda-parque, permacultora e autora do livro Meio Ambiente & Ecovilas (Senac S√£o Paulo). √Č colaboradora das revistas Arquitetura & Constru√ß√£o, Casa Claudia e Bons Fluidos. Formada em design de comunidades sustent√°veis, mora na Ecovila Clareando, a 100 km de S√£o Paulo. Sua casa, constru√≠da com t√©cnicas de bioconstru√ß√£o, reflete princ√≠pios que adota em seu cotidiano: conex√£o com a natureza, simplicidade volunt√°ria e consumo respons√°vel. Aqui, conta hist√≥rias de quem deixou a cidade grande para viver no campo ao lado de amigos - e tornar a vida mais plena, criativa e sustent√°vel.

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16/08 - Lun√°tica com muito orgulho

09/08 - Secador solar e generosidade

02/08 - Doze metros de muita história

26/07 - Velhice x terceira idade

19/07 - Inf√Ęncia desplastificada

12/07 - Um dia sem telas

05/07 - Um luxo chamado Tempo

28/06 - Horta de fundo de quintal

21/06 - Liberdade anda junto com sustentabilidade

14/06 - Produtos que n√£o deveriam existir

07/06 - Lixo é uma questão topológica

31/05 - Celebração de blogueira

24/05 - Você e o fim da sacolinha em SP

17/05 - A lição do Ubuntu ancestral

10/05 - Ecovila: no pasto ou na mata nativa?

03/05 - Cada um com seu entulho

26/04 - O descaso com o lixo org√Ęnico

19/04 - Espiritualidade e vida comunit√°ria

12/04 - Produzir ou consumir cultura?

05/04 - Fukushima e você

29/03 - Trocas solid√°rias que enriquecem

22/03 - Lavar roupas sem sab√£o!

15/03 - Acordos comunit√°rios para a ecovila

08/03 - O valor de uma √°rvore

01/03 - A chegada de uma nova vida

22/02 - Por que o simples é tão complicado?

15/02 - Impress√Ķes do interior

08/02 - Só tecnologia não salva o planeta

01/02 - Bioconstrução na serra fluminense

25/01 - Um bairro em transição

18/01 - Petrofóbicos e locávoros, uni-vos!

11/01 - Permacultura para transformar

04/01 - √Āgua de chuva, muita chuva…

21/12 - Partida e chegada

14/12 - A nova história dos três porquinhos

07/12 - 365 dias mais ecológicos

30/11 - Maternidade e natureza

23/11 - Livrai-nos dos pecados do greenwashing!

16/11 - Pesadelo de consumo

09/11 - Dias de mudança (e desapego)

02/11 - Sustent√°vel e mais barato, sim!

26/10 - Quem faz a sua comida?

19/10 - Ecovila: mutir√£o na represa!

12/10 - Cohousing: morar com amigos

05/10 - Esgoto bacana e ecológico

28/09 - Superadobe ou terra ensacada

21/09 - Primavera com onça e lobo-guará!

14/09 - Bioconstrução para multiplicar

08/09 - Feriado unplugged

31/08 - O que é viver bem?

24/08 - Jardim de histórias

17/08 - Por que adoro hortas permaculturais

10/08 - O joio e o trigo

03/08 - M√°quinas descart√°veis?!?

27/07 - Parques x hidrelétricas

20/07 - Atire bolas de semente!

13/07 - Sobre as boas tradi√ß√Ķes

06/07 - Precisamos de uma escola!

29/06 - Sobre a formação de uma ecovila

22/06 - Festa junina na ecovila

15/06 - Quando o tamanho é documento

08/06 - Terra fértil e sangue menstrual

02/06 - O tempo de uma casa

25/05 - O centro comunit√°rio da ecovila

18/05 - Tempo para a arte

11/05 - Medicina ecológica?

04/05 - O céu de todos e de cada um

27/04 - Aqui e agora

20/04 - Sabedoria das ervas

13/04 - Qual é a sua sustentabilidade?

06/04 - Privacidade numa comunidade

31/03 - Ecodesign para cuidar do planeta

23/03 - Home centers e produtos ecológicos

16/03 - O valor do silêncio

09/03 - Ecovila com horta… e sem delivery

02/03 - A conta de gasolina na ecovila

23/02 - Patos, galinhas e outros bichos

16/02 - Despedida na ecovila

10/02 - Conectada, finalmente!

02/02 - Menos tv, mais horta

26/01 - O recado das crianças

19/01 - Os pedreiros somos nós!

12/01 - Esperança e cooperação na ecovila

05/01 - O tempo é o novo regente

15/12 - Sobre a proximidade do fim

08/12 - A COP15 e a síndrome do panetone

01/12 - Hist√≥rias de uma parteira na Amaz√īnia

24/11 - Multiplicar é muito bom

17/11 - Governança na ecovila

10/11 - Morar em vila…em S√£o Paulo

03/11 - Gest√£o do lixo na ecovila

27/10 - Ecovila e sustentabilidade econ√īmica

20/10 - Um carro, um jipe ou um cavalo?!

13/10 - Parede de toquinhos

06/10 - Casa com √°gua da chuva

29/09 - Para iluminar a casa e curtir a noite

22/09 - Festa da primavera

15/09 - Uma casa para abrigar nossos sonhos

08/09 - Uma moldura para o horizonte

01/09 - A composteira da minha avó

25/08 - Quando o ecológico não é bem ecológico

18/08 - Tijolos de adobe

11/08 - Não sei se é verdade, mas repasso?!?

04/08 - Por que adoro feiras de trocas

28/07 - Ecovila sem internet?

21/07 - Entre amigos

14/07 - Minha casa num programa de tv…

07/07 - Ah, esse excesso de e-mails…

30/06 - Trabalho de formiguinha

23/06 - Socorro, n√£o aguento mais SP!

16/06 - Para tecer uma vida na ecovila

09/06 - Entre na onda das roupas usadas

02/06 - M√£o na massa, sem discursos

26/05 - Mata atl√Ęntica: mais que uma efem√©ride

19/05 - Como construir uma ecovila?

12/05 - O que fazer com a madeira que sobrou?

05/05 - Hist√≥rias de re√ļso, economia e bons amigos

28/04 - Frio na barriga…

21/04 - Mutir√£o de solo-cimento

14/04 - Encontro de ecovilas!

07/04 - Sua casa pode ser uma ecovila

31/03 - Meu telhado verde, verdinho, verdinho

24/03 - Celebrar ajuda a enfrentar problemas

17/03 - Yoga e sustentabilidade

10/03 - O segredo da ab√≥bora m√°gica…

03/03 - Dona-de-casa, eu?!?

24/02 - Quanto vale o nosso trabalho?

17/02 - Forno de pizza de barro

10/02 - Meus vizinhos, minha família

03/02 - Mosaico de vidros usados

27/01 - A insustent√°vel m√£o-de-obra

20/01 - Sorvete de inhame!

13/01 - De que é feita a minha casa?

06/01 - Parede de garrafa?!

16/12 - Composteira de novo!

09/12 - O Natal pode ser ecológico?

02/12 - A alegria de viver em comunidade

25/11 - Inf√Ęncia ecol√≥gica

18/11 - Devagar é mais gostoso

11/11 - Mitos e vícios modernos

04/11 - Crise financeira ou chance para o planeta?

28/10 - O que eu vou fazer numa ecovila?

21/10 - F√£s de pau-a-pique

14/10 - Construir com as próprias mãos

07/10 - Parto natural e ecológico

30/09 - Confiss√£o: eu n√£o passo roupas

23/09 - As ecovilas e as mudanças climáticas

16/09 - Slow life: vida mais calma, lenta e confort√°vel

09/09 - Paredes vivas de Cob

02/09 - Dividir para ter mais

26/08 - Tomada de decis√£o por consenso

19/08 - Simplicidade volunt√°ria

12/08 - Bicho de ecovila

05/08 - Brech√≥ arquitet√īnico

29/07 - Histórias de João-de-barro

22/07 - Tapioca: regional, gostosa e sustent√°vel

15/07 - Para ter uma composteira caseira

08/07 - Mutir√£o de telhado verde

01/07 - Malhação para o planeta

24/06 - Minha casa na ecovila

17/06 - Catadores de esperança

10/06 - √Āgua no copinho pl√°stico? T√ī fora!

03/06 - M√ļsica para sentir a natureza

27/05 - Bioconstrução e desastres naturais

20/05 - Democracia, consenso ou autocracia??

13/05 - Entulho não é lixo!

06/05 - Viva o pequeno agricultor!

28/04 - Educação para o campo

22/04 - Meu bairro, minha cidade

15/04 - Por trás do velho clichê

08/04 - Para construir uma comunidade

01/04 - O prazer das compras solid√°rias

25/03 - O tempo do sol e da lua

18/03 - Polui√ß√£o e Arte dentro do t√ļnel

11/03 - Riqueza para além do dinheiro

04/03 - Catadora, com muito orgulho

26/02 - Nós e a natureza, conectados

19/02 - High tech ou low tech?

15/02 - Impress√Ķes de uma ecochata (?) na Campus Party

12/02 - Horta vertical para pequenos espaços

05/02 - Receitas naturais para curar a ressaca do carnaval

29/01 - Aprendendo a costurar com a avó

22/01 - Festa infantil n√£o precisa ser descart√°vel!

15/01 - Telhado ou jardim?

08/01 - Consumo verde: tarefa difícil mas necessária

18/12 - Permacultura: do linear ao cíclico

14/12 - Um mergulho na Permacultura

04/12 - Cinco dias com o arquiteto descalço

27/11 - Banheiro seco? Como assim?!

20/11 - Sustentável é também saber ouvir

13/11 - Permacultura: transformando problemaem solução

06/11 - Uma delícia de mutirão

30/10 - O dia em que adotei a Sofia

23/10 - Falta de civilidade é fogo (na mata)!

16/10 - Design natural é tudo de bom!

09/10 - Dividir a lavanderia com o vizinho?!?

02/10 - Abaixo as fraldas descart√°veis!

02/10 - Sim, absorvente ecológico!

25/09 - Histórias de uma outra gastronomia

25/09 - Uma outra gastronomia – parte 2

21/09 - Sem carro e sem delivery

18/09 - Por uma dieta que respeite o planeta

11/09 - Minhocas via Sedex

04/09 - Mais adubo e menos lixo

28/08 - Lugar de madeira √©…

28/08 - Construtoras precisam se adaptar

24/08 - Seu Zé e as arvrinhas

21/08 - Reunião de condomínio? Não, de ecovila!

14/08 - Disk-pizza e permacultura na geladeira

07/08 - Doming√£o na feira de trocas

07/08 - Feira de trocas – parte 2

07/08 - Feira de trocas – parte 3

31/07 - Guarda-roupa coletivo espanta o frio

25/07 - Até quando seremos gaiatos?

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