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3 vídeos curtíssimos e certeiros pela despoluição do Rio Pinheiros Marina Maciel - 29/09/2014 às 19:06

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Pode ser difícil de acreditar, mas o Rio Pinheiros, em São Paulo, – a água lodosa e malcheirosa que é um dos maiores problemas ambientais da cidade – já serviu como espaço de lazer e de inúmeras competições de regatas. Despoluir o rio parece missão impossível, mas tem muita gente e instituições mobilizadas pela causa.

Entre elas, estão a Associação Águas Claras do Rio Pinheiros* – que trabalha pela recuperação ambiental do rio e de seus afluentes desde 2009 – e seus parceiros. Neste mês, a OSCIP lançou duas ações de impacto:
- a exposição Às Margens do Rio Pinheiros, iniciativa que tem apoio do Planeta Sustentável e da Editora Abril, realizada juntamente com o artista plástico Eduardo Srur (que já noticiamos aqui no Planeta Sustentável), e
- o lançamento de três vídeos curtos e “matadores” que abordam ações para despoluir as águas do rio e melhorar a qualidade de vida da população.

Estes três filmes – que abordam o desejo de ter o Rio Pinheiros e seus córregos mais limpos, a necessidade do rio receber mais água da Represa Billings e de se ter mais áreas permeáveis na cidade – estão sendo exibidos nas TVs da Elemídia desde meados de setembro e também serão utilizados em projeto de educação ambiental com crianças e jovens paulistanos.

Agora, você já pode assisti-los aqui, em nosso site, e fazer parte desta campanha. É só apertar play, abaixo, e espalhar estas ideias!

*Associação Águas Claras do Rio Pinheiros

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Jovens criam skate de rede de pesca pelo fim da poluição dos oceanos Marina Maciel - 26/09/2014 às 11:32

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Preocupado em reduzir a poluição dos oceanos, um grupo de três amigos passou o último ano estudando formas de criar um acessório capaz de contribuir com a limpeza das águas. O resultado disso foi o skate sustentável “The Minnow”, produzido a partir da reciclagem de redes de pesca de plástico recolhidas no Pacífico.

A ideia surgiu quando os jovens norte-americanos Ben Kneppers, David Stover e Kevin Ahearn viajavam pelo Chile, onde funciona uma das maiores indústrias pesqueiras do mundo. Lá, graças ao financiamento da Universidade Northwestern, do governo chinelo e do financiamento coletivo pelo Kickstarter, criaram a empresa Bureo Skateboards*.

Junto à comunidade de pescadores, os empreendedores coletam lixo no mar, por meio da iniciativa Net Positiva. Trata-se de um programa criado por eles para envolver a população local no recolhimento de resíduos e na reciclagem.

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Para produzir cada shape, são necessários cerca de 30 m² de redes de pesca. Depois de retirado da água, o material é triturado e transformado em placas em formato de peixe, com “escamas” para dar aderência. Além disso, as rodas do skate ecológico são feitas a partir de 30% de óleo vegetal e têm núcleos totalmente reciclados.

Curtiu? A produção inicial da marca é de duas mil peças, e cada unidade está sendo vendida por US$ 145, o equivalente a aproximadamente R$ 350.

*Bureo Skateboards

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Fotos: Divulgação

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Menina de 17 anos inventa dispositivo que gera eletricidade e purifica água com energia do Sol Marina Maciel - 12/09/2014 às 11:58

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Ainda existem 780 milhões de pessoas no mundo sem acesso à água potável e 1,3 bilhão sem energia elétrica. Estes dados da ONU preocuparam tanto a estudante Cynthia Sin Nga Lam, que a australiana de 17 anos decidiu empenhar suas habilidades – e sua paixão por Química – para criar uma solução econômica para o problema.

A jovem inventora desenvolveu um dispositivo eco-friendly, barato e portátil que purifica águas residuais e gera eletricidade usando apenas a energia do Sol. Batizado de H2prO, o aparelho é constituído por duas partes: unidade superior para purificar a água e gerar hidrogênio, e compartimento inferior onde a água é filtrada mais uma vez.

Abaixo, entenda o funcionamento da engenhoca:
1) a água suja entra na parte superior do dispositivo e passa entre uma malha de titânio, que esteriliza a água quando ativada pela luz solar;
2) essa reação fotocatalítica divide a água em oxigênio e hidrogênio;
3) o último é utilizado por uma célula de combustível de hidrogênio para gerar energia. E tem um plus: impurezas na água, como detergentes, também podem proporcionar mais hidrogênio, o que permite que o dispositivo gere ainda mais energia.

“No futuro, eu gostaria de estudar Medicina ou Ciências Ambientais, porque quero ser capaz de ajudar os necessitados. Há ainda um longo caminho a percorrer, mas estou feliz que eu tomei o meu primeiro passo para fazer a diferença”, disse Cynthia na página do projeto, que é um dos 15 finalistas da Feira de Ciências do Google de 2014.

Abaixo, assista ao vídeo que explica o funcionamento do aparelho (em inglês):

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Foto: Reprodução/YouTube

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