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Vá a um show do Linkin Park – e ajude a melhorar o mundo Marina Maciel - 06/02/2015 às 15:11

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Você pode não saber, mas a banda de rock norte-americana Linkin Park quer inspirar seus fãs (são mais de 67 milhões, só no Facebook!) – e a indústria musical como um todo – a tornarem o mundo um lugar melhor. Não é algo novo, mas um projeto permanente, adotado pelos seis integrantes do grupo desde 2005.

Calma, já vamos contar tudo. Fiquei sabendo dessas ações da banda em junho de 2012, em plena Rio+20. No evento Rio+Social, que estava cobrindo para o Planeta Sustentável, assisti à apresentação que fizeram para estimular o debate a respeito da energia renovável para todos… por meio da música. É o projeto Power the World*, que existe até hoje e fornece, entre outras coisas, energia solar para hospitais na Uganda e fogões movidos a biogás para casas no Nepal.

Agora, a campanha é outra: estimular os fãs a se cadastrarem como doadores de medula óssea. Estima-se que a ação já ajudou a salvar 17 vidas. Realizada em parceria com a organização Love Hope Strength* (em português, “Amor Esperança Força”), a campanha realiza coleta de saliva das pessoas interessadas a doar, antes do começo do show. Quando o possível doador é compatível com o do receptor, o fã é contatado.

Quer mais? Em 2005, a banda lançou o Music for Relief* (“Música para o Alívio”, em tradução livre), uma organização de caridade que tem como objetivo prestar socorro às vítimas de catástrofes naturais e combater as mudanças climáticas. O projeto, que ainda está em andamento, já arrecadou US$ 6 milhões, plantou mais de um milhão de árvores e convidou fãs para realizar limpezas coletivas em parques públicos.

Na verdade, toda essa mobilização da banda para o bem começou como uma resposta à devastação causada pelo tsunami e terremoto no Oceano Índico, em 26 de dezembro de 2004. Para chamar atenção para outro desastre, o terremoto no Haiti, em 2010, Linkin Park lançou o videoclipe “Not Alone”, com intenção de angariar fundos para ajudar as vítimas. Assista, abaixo:

Não para por aí: os impactos ambientais das turnês da banda são minimizados por meio da ONG Reverb*. Eles também organizam visitas aos veteranos norte-americanos das guerras no Iraque e Afeganistão, junto à fundação IAVA*, para combater o alto índice de suicídios, principalmente.

Mas a banda conta que a parte mais difícil é ampliar os projetos, descobrir maneiras de envolver outros artistas e outros setores da indústria musical como um todo. Seria bem melhor se todos cooperassem e juntassem forças para fazer mais “barulho”, não concorda?

*Power the World
*Love Hope Strenght

*Music for Relief
*Reverb
*IAVA

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Para assistir show de rock, metaleiros doam cabelo para crianças com câncer

Fotos: Divulgação

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Para assistir show de rock, metaleiros doam cabelo para crianças com câncer Débora Spitzcovsky - 18/06/2014 às 09:00

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Muito se fala em doar sangue, plaquetas, órgãos… Mas e cabelo? Uma simples peruca ajuda pacientes com câncer a recuperar a autoestima e pode fazer uma grande diferença no tratamento, mas consegui-las não é tão fácil (e muito menos barato). Pouca gente tem interesse em doar e, para complicar mais ainda, há um tipo de fio ideal para confeccioná-las: comprido, com mais de 25 centímetros, e sem tintura.

Para resolver o dilema, a instituição mexicana Casa de La Amistad, que ajuda crianças carentes com câncer, decidiu pedir ajuda aos doadores ideais: os metaleiros. Ok, eles costumam amar incondicionalmente a cabeleira, mas será que não topariam cortá-la por uma boa causa? A entidade apostou que sim – e acertou em cheio.

Com a ajuda da agência de publicidade Ogilvy, a Casa de La Amistad promoveu o HairFest, festival beneficente de rock que tinha na programação mais de oito horas de música – e um minisalão de cabelereiro na entrada. É que, para assistir ao show, os metaleiros podiam escolher pagar 70 pesos mexicanos – o equivalente a R$ 12 – ou cortar a cabeleira para ajudar crianças com câncer. Adivinha qual foi a escolha da maioria?

No final do festival, a Casa de La Amistad havia arrecadado cabelo suficiente para produzir 107 perucas. Normalmente, para conseguir esse tanto de cabeleiras, a entidade precisa coletar doações por um ano inteiro – ou desembolsar US$ 160.500,00. Foi ou não foi um bom resultado para um show de apenas oito horas? Sem contar a felicidade das crianças com câncer que receberam o presente – que, certamente, é inestimável.

No vídeo abaixo, sobre a iniciativa, dá para ter pelo menos uma ideia da alegria dos pequenos. Assista!

Foto: Divulgação/HairFest

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Cantores brasileiros lançam o Hino das Florestas Débora Spitzcovsky - 22/04/2014 às 17:50

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Ok, “quem canta seus males espanta”, mas no Dia da Terra seis renomados cantores brasileiros têm licença poética para mudar o ditado: hoje, “quem canta, as florestas agiganta”. Neste 22 de abril, Caetano Veloso, Lenine, Criolo, Emicida, Pretinho da Serrinha e Sistah lançam na rede a música I’m Alive, com a intenção de proteger as florestas brasileiras.

Como? A gente explica: o download da canção está disponível no site da Rainforest Alliance, ONG internacional de proteção às florestas tropicais, que propôs a parceria musical aos artistas brasileiros. Mas, para baixar a música, o internauta precisa fazer uma doação em dinheiro, a partir de $ 5. Com a quantia arrecadada, a Rainforest Alliance investirá em projetos de conservação das florestas brasileiras. 

Mas, calma: você não vai baixar a música “no escuro”. Já está disponível no Youtube o videoclipe de I’m Alive, gravado na floresta do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Além de Caetano Veloso, Lenine, Criolo, Emicida, Pretinho da Serrinha e Sistah, o vídeo conta com participação de uma banda formada por músicos brasileiros de primeira e com narração de ninguém menos do que a supermodelo Gisele Bündchen, embaixadora do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e membro do Conselho Diretor da Rainforest Alliance.

Ficou curioso para conferir o novo Hino das Florestas Brasileiras? Assista, abaixo, ao videoclipe de I’m Alive.

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