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Figurinhas “do bem” ajudam a encontrar pessoas desaparecidas Débora Spitzcovsky - 26/06/2014 às 09:00

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Adultos, crianças, idosos… Não importa a idade! Nos últimos meses, virou mania nacional trocar figurinhas para completar o álbum da Copa do Mundo no Brasil. E por que não usar essa febre para apoiar uma causa nobre, como ajudar a encontrar pessoas desaparecidas?

Essa foi a sacada da Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas, mais conhecida como Mães da Sé, juntamente com a agência de publicidade NewStyle. A entidade convocou voluntários para distribuir gratuitamente envelopes com figurinhas em pontos movimentados da capital paulista – e, principalmente, em locais que já viraram pontos oficiais de troca para completar o álbum da Copa.

Ao abrir os envelopes, nada de Neymar, Messi ou Cristiano Ronaldo… Adultos e crianças encontravam cinco cromos com fotos de pessoas desaparecidas, junto com um convite: “Que tal ajudar a encontrar importantes figurinhas que estão faltando nos álbuns de fotos de famílias de todo o Brasil?

A ideia é colar as figurinhas em locais de grande circulação de pessoas, ou espalhá-las virtualmente nas redes sociais (veja como), para ajudar a encontrar o paradeiro ou, pelo menos, alguma pista dos tantos desaparecidos no Brasil.

Sabia que a cada 45 minutos, 22 pessoas – entre adultos, crianças e idosos – somem no país, sem deixar rastros? Para trás, ficam apenas lembranças e a angústia e esperança dos amigos e familiares, que esperam por notícias. Por que não ajudar?

Assista, abaixo, ao (emocionante) vídeo da iniciativa e participe!



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Que tal trocar sua imagem de perfil do Facebook por uma foto de criança… desaparecida?

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Parque reciclado flutuante limpa lixo plástico do rio, nos Países Baixos Marina Maciel - 24/06/2014 às 10:00

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Arquitetos, acadêmicos, setor privado e poder público de Roterdã, a segunda cidade mais importante dos Países Baixos, se uniram para criar um espaço verde de limpeza de lixo e, ao mesmo tempo, de lazer para a população.

Trata-se do Recycled Island*, um espaço flutuante de recreação que pretende ajudar a solucionar um grande desafio enfrentado no mundo todo: a poluição dos oceanos por partículas de plástico. De acordo com novo estudo do PNUMA, esse problema ambiental representa um dano financeiro de US$ 13 bilhões anuais aos ecossistemas marinhos.

Para isso, a ilha artificial vai recuperar lixo plástico do rio Nieuwe Maas, antes que ele polua também o Mar do Norte. Essa é apenas das ambições do projeto. A outra é construir um parque feito de plástico reciclado, a partir dos resíduos recolhidos no rio. Segundo os idealizadores, isso é possível porque o lixo coletado é relativamente “fresco” e, portanto, tem bom potencial para reciclagem.

Além disso, os blocos de construção são projetados de tal forma que vegetais podem crescer. A parte inferior da plataforma também terá um acabamento bruto, onde plantas podem ter superfície suficiente e peixes terão um lugar para depositar ovos.

A criação é de autoria do estúdio de arquitetura WHIM Architecture*, da Universidade de Wageningen, das empresas SK International, Better Future Factory e HEBO Maritiemservice, em parceria com a prefeitura.

Abaixo, confira o vídeo de apresentação e veja mais fotos do projeto:

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*Recycled Island
*WHIM Architecture

Fotos: Divulgação

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Para assistir show de rock, metaleiros doam cabelo para crianças com câncer Débora Spitzcovsky - 18/06/2014 às 09:00

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Muito se fala em doar sangue, plaquetas, órgãos… Mas e cabelo? Uma simples peruca ajuda pacientes com câncer a recuperar a autoestima e pode fazer uma grande diferença no tratamento, mas consegui-las não é tão fácil (e muito menos barato). Pouca gente tem interesse em doar e, para complicar mais ainda, há um tipo de fio ideal para confeccioná-las: comprido, com mais de 25 centímetros, e sem tintura.

Para resolver o dilema, a instituição mexicana Casa de La Amistad, que ajuda crianças carentes com câncer, decidiu pedir ajuda aos doadores ideais: os metaleiros. Ok, eles costumam amar incondicionalmente a cabeleira, mas será que não topariam cortá-la por uma boa causa? A entidade apostou que sim – e acertou em cheio.

Com a ajuda da agência de publicidade Ogilvy, a Casa de La Amistad promoveu o HairFest, festival beneficente de rock que tinha na programação mais de oito horas de música – e um minisalão de cabelereiro na entrada. É que, para assistir ao show, os metaleiros podiam escolher pagar 70 pesos mexicanos – o equivalente a R$ 12 – ou cortar a cabeleira para ajudar crianças com câncer. Adivinha qual foi a escolha da maioria?

No final do festival, a Casa de La Amistad havia arrecadado cabelo suficiente para produzir 107 perucas. Normalmente, para conseguir esse tanto de cabeleiras, a entidade precisa coletar doações por um ano inteiro – ou desembolsar US$ 160.500,00. Foi ou não foi um bom resultado para um show de apenas oito horas? Sem contar a felicidade das crianças com câncer que receberam o presente – que, certamente, é inestimável.

No vídeo abaixo, sobre a iniciativa, dá para ter pelo menos uma ideia da alegria dos pequenos. Assista!

Foto: Divulgação/HairFest

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