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Presos que ajudam a gerar energia limpa têm redução de pena em MG Débora Spitzcovsky - 29/06/2012 às 12:53

A ideia foi do juiz José Henrique Mallmann, que atua na cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais. Inspirado em iniciativas internacionais, que descobriu na internet, Mallmann implantou, no pátio do presídio do município, quatro bicicletas que convertem energia cinéticaisto é, de movimento – em eletricidade.

O propósito da iniciativa, que foi batizada de Uma Luz para a Liberdade, é simples: os presos podem pedalar e ajudar a produzir energia limpa para a cidade de Santa Rita do Sapucaí. Em troca, ganham redução de pena. A cada 16 horas que passam em cima da magrela, são 24 horas a menos dentro do presídio.

A energia gerada pelas bikes é armazenada em uma bateria e usada, todas as noites, para iluminar uma das principais praças da cidade. Quando os presos já pedalaram o suficiente, em um dia, para fornecer luz ao local durante a noite, um aparelho instalado no guidão das bicicletas indica que é hora de parar de pedalar. O trabalho é, então, suspenso até o dia seguinte.

A ideia foi tão bem aceita entre os presos que o juiz Mallmann e a diretoria do Presídio de Santa Rita do Sapucaí estudam instalar outras bicicletas na prisão para que produzam energia limpa suficiente para iluminar a principal avenida da cidade.

Você aprova a iniciativa? Acha que deveria ser implantada em outros presídios do país? 

Foto: Reprodução

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Mapa da Vida mostra onde vivem os animais do planeta Marina Franco - 27/06/2012 às 18:04


Se você tem curiosidade de saber que animal corre o risco de aparecer no seu quintal ou quais espécies poderá encontrar na sua próxima viagem, o Mapa da Vida* ajuda a detectar os bichos que estão mais próximos de você. Criado a partir da plataforma do Google Maps pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, o Mapa da Vida informa a distribuição geográfica de quase 30 mil espécies de animais vertebrados – incluindo pássaros, anfíbios e mamíferos – e alguns peixes.

O mapeamento foi feito a partir de bancos de dados da GBIF*, WWF*, IUCN*, além de levantamentos de museus, listas regionais e observações de cientistas. A ideia é servir de guia não só para curiosos e nerds da natureza, mas profissionais, gestores da biodiversidade e organizações conservacionistas.

Para fazer uma busca, basta digitar o nome popular ou científico de uma espécie e filtrar pela fonte ou pelos tipos de levantamentos. Os usuários podem saber em que ambientes vivem os animais e outros locais específicos onde sua presença foi documentada. Também é possível clicar em um ponto do mapa (com o botão direito do mouse) e buscar a lista de espécies que estão num raio de até 300 km.

O Mapa da Vida ainda está em desenvolvimento e deverá receber mais contribuições, inclusive sobre espécies de plantas e outros invertebrados. Mas já conta com o apoio da NASA e da National Science Foundation, entre outras instituições.

Acesse e comente aqui o que achou!

*Mapa da Vida
*GBIF
*WWF
*IUCN

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Imagem: Reprodução

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Contador registra sacolas plásticas consumidas em todo o mundo neste ano Marina Franco - 11/06/2012 às 17:14


Uma boa dica para informar-se sobre o problema das sacolas plásticas é o Plastic Ban Report*, site que reúne informações sobre o impacto das sacolinhas plásticas, notícias sobre as cidades que aboliram sua distribuição e os últimos relatórios acerca do tema.

Uma das informações mais bacanas vem do contador de sacolas consumidas neste ano, atualizado a uma velocidade impressionante. Até o mês de junho, pessoas de todo o mundo já consumiram mais de 222 bilhões de sacolinhas. Na imagem acima você vê o aumento do consumo, apenas, entre às 15h35 e 15h36 de hoje – a média estimada é de um trilhão ao ano e um milhão a cada minuto!

Nos Estados Unidos, cidades de 10 estados tiraram as sacolas plásticas de circulação: California, Colorado, Carolina do Norte, Connecticut, Hawaii, Maryland, New York, Oregon, Texas e Washington. Também há informações sobre outros países, como Inglaterra, China – que consome três bilhões de sacolas diariamente -, Índia, Portugal, Canadá, México e Filipinas.

O grande problema das sacolinhas, como explicamos em nosso Manual de Etiqueta, recém-lançado (leia Manual de Etiqueta 4.0: mais dicas para você incorporar a sustentabilidade ao seu dia a dia), é que elas são jogadas fora da maneira errada. Vão parar nos rios e são levadas até os oceanos, onde o plástico se fragmenta e é confundido pelos animais marinhos com seus alimentos. Eles podem morrer intoxicados pelo plástico – ou voltar contaminados para a mesa dos consumidores.

A solução? Usar as sacolas plásticas o menos possível, descarta-las do jeito certo e procurar alternativas. Aproveite para registrar no contador do Planeta Sustentável, no nosso site, cada vez que você recusar uma sacola descartável.

*Plastic Ban Report

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A redação do PLANETA SUSTENTÁVEL é um encontro de pessoas envolvidas com um grande desafio: trabalhar a sustentabilidade como um tema urgente, transversal e inspirador, tradutível em múltiplas linguagens e necessário para os diversos públicos. Aqui, a editora Mônica Nunes, as repórteres Marina Maciel Vanessa Daraya e a jornalista Suzana Camargo (que colabora com o Planeta desde 2009) indicam lugares imperdíveis da web e contam novidades e boas histórias sobre cultura, sociedade, meio ambiente, cidadania, mudanças climáticas, mobilidade, inovação, direitos humanos, economia verde e muito mais.

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