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Oito detalhes sustentáveis do casamento real Débora Spitzcovsky - 29/04/2011 às 06:00

Débora Spitzcovsky

O casamento real do Príncipe William e de Kate Middleton acontece hoje, 29 de abril, e em meio a tanta expectativa e curiosidade sobre a cerimônia, o portal TreeHugger arriscou listar oito possíveis atitudes sustentáveis que o casal teria tomado para o grande dia, com base em especulações que foram divulgadas na mídia.

A primeira delas diz respeito ao anel de noivado: William selou o pedido de casamento com o mesmo anel que seu pai deu à princesa Diana e, ao optar por uma joia de família, teria evitado o consumo de novas alianças.

Em segundo lugar, o site citou o buffet e a decoração da festa de casamento: de acordo com fontes próximas ao casal, os noivos optaram por flores da estação para enfeitar a cerimônia e contrataram o chefe suíço Anton Mosimann – famoso por seus pratos a base de carne orgânica e peixe – para preparar o jantar que será oferecido à noite, após o casamento.

A terceira atitude sustentável diz respeito à lista de casamento dos noivos: ao invés de presentes caros para a casa, William e Kate teriam criado uma lista com instituições socioambientais que merecem receber apoio financeiro dos convidados. Entre elas, a Sociedade Zoológica de Londres, que realiza ações pela conservação de vários mamíferos.

A escolha por, apenas, dois bolos – em uma festa de casamento para 600 convidados –, que poderia ser vista como falta de etiqueta, por alguns, foi considerada a quarta atitude sustentável do casal na lista do TreeHugger, seguida pelo look da noiva na cerimônia. Isso porque imagina-se que Kate usará as joias da sua "futura avó", a Rainha Elizabeth II, evitando, mais uma vez, o consumo de novos acessórios.

Já a sexta ação sustentável do ranking está mais para uma sugestão do que para um fato: como ainda há segredo absoluto sobre o destino da lua de mel do casal, o TreeHugger recomenda que os noivos curtam o momento “recém-casados” em casa – assim, além de ter mais privacidade, economizarão nas emissões de poluentes para locomoção. Será que eles vão gostar da ideia?

E as dicas não pararam por aí! Na sétima posição do ranking, o TreeHugger faz outra sugestão para esverdear o casamento real: fazer a compensação da pegada de carbono da festa – que, cá entre nós, não será pequena. 

Por fim, o portal cita a oitava atitude sustentável do casal, que tem relação com a locomoção da noiva: ao invés de utilizar carro e carruagem para ir à cerimônia, Kate optou, apenas, pelo carro – evitando, pelo menos, as emissões dos cavalos. E mais: por motivos de segurança, o veículo circulará só nove minutos pela cidade, o que também reduz a quantidade de poluentes liberados no ar.

E aí, o TreeHugger convenceu ou, na sua opinião, a sustentabilidade passou longe da lista de preocupações do casal para o casamento real?

Foto de Mario Testino

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Poluição veicular pode causar danos cerebrais Débora Spitzcovsky - 27/04/2011 às 10:00

Estudo divulgado na revista norte-americana Environmental Health Perpectives provou que a poluição dos veículos automotores – como carros, motos e caminhões – pode causar sérios danos cerebrais às pessoas.

Entre os problemas gerados pela inalação dos poluentes, estão:
– inflamações associadas ao envelhecimento precoce e a doenças degenerativas, como o Alzheimer e
– danos aos neurônios da aprendizagem e da memória.

E não são só os veículos que possuem motor desregulado que oferecem risco à saúde do cérebro. De acordo com o estudo, as partículas de poluição que causam danos cerebrais são emitidas por qualquer veículo movido a motor de combustão.

Isso porque essas partículas são tão minúsculas – do tamanho de um milésimo de largura de um fio de cabelo humano! – que os filtros automotivos são incapazes de impedir que elas sejam liberadas no ar. Ou seja, todos nós estamos expostos a elas e pior: sem nem saber, já que são invisíveis a olho nu.

Segundo os cientistas norte-americanos envolvidos no estudo, a intenção da pesquisa não é assustar ninguém, mas sim chamar a atenção –principalmente, dos governantes – para a importância de alterar, o mais rápido possível, a estrutura de mobilidade das grandes cidades – onde, logicamente, há mais exposição à poluição automotiva. Será que vai funcionar?

Foto de André Penner

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Cães escolhem pessoas mais gentis para pedir comida Débora Spitzcovsky - 25/04/2011 às 11:41

Débora Spitzcovsky

Bem antes de se aproximar de alguém, por debaixo da mesa, para pedir comida, os cachorros analisam minuciosamente o comportamento de todos os seres humanos presentes no local e optam pelos que têm “melhor caráter”.

A conclusão é de estudo da Universidade de Milão, que – após analisar 100 cães que vivem em lares da cidade italiana – descobriu que, antes de pedir comida, os cachorros observam os seres humanos e os classificam como “malvados” ou “generosos”. Assim, na hora que identificarem a melhor oportunidade para pedir um lanchinho, os animais vão direto nas pessoas que julgam menos avarentas, aumentando suas chances de faturar a comida.

Ainda segundo a pesquisa, na hora de observar os seres humanos, os cães valorizam mais o tom de voz dos analisados do que os gestos feitos à mesa. Será mesmo que esse julgamento é justo?

A descoberta surpreendeu os cientistas, que afirmam que sabiam que os cachorros eram animais habilidosos, mas jamais imaginaram que eles tiravam conclusões a respeito da personalidade das pessoas, apenas, pela observação. 

Foto: Getty Images/Royalty Free 

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