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Balada sustentável incentiva reciclagem de vidro Débora Spitzcovsky - 30/08/2010 às 18:33

Já imaginou uma balada onde é possível aliviar todo o stress e tensão do dia-a-dia e, ainda, ajudar o meio ambiente? O americano David Belt imaginou e melhor: colocou a ideia em prática, sendo responsável pela mais nova sensação das noites nova-iorquinas.

É a Glassphemy, uma balada que acontece dentro de uma caixa de vidro blindada, que não passa de 30 metros. Alguns baladeiros são convidados a entrar na gaiola para, com toda a sua força, arremessar garrafas de vidro – que são recolhidas nos bares da região – contra os outros tantos baladeiros que ficam do lado de fora da caixa de vidro blindada, dançando ao som de músicas bem animadas. A cada garrafa quebrada, sensores instalados na caixa ainda acendem luzes no local, tornando o clima perfeito para uma boa balada.

A parte ecológica da brincadeira acontece em seguida: todos os cacos de vidro são recolhidos e reutilizados pela empresa de reciclagem de David Belt, a Macro Sea, para criar, na frente dos baladeiros, uma série de objetos superestilosos, como lâmpadas, garrafas, lustres, vasos e até pufes!

Quem já participou da experiência garante que é uma verdadeira terapia ecológica. E você, o que achou da balada?

(Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky)

Foto de Carryn M. Golden

Leia também:
Balada sustentável

*Macro-Sea

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As notícias que mais deram o que falar no Twitter - 30/08/2010 às 12:27

Abaixo, estão listadas as reportagens mais comentadas e retuitadas no Twitter do Planeta Sustentável, na semana passada. Conheça dois carros superinteressantes: um deles é uma invenção chinesa que consome CO2 e libera oxigênio; o outro é elétrico e produzido a partir da fibra de maconha. Acompanhe, também, a saga da sacolinha plástica rumo ao oceano e registre, em nosso contador, as sacolinhas que você tem recusado em suas compras.

  1. Carro elétrico feito de fibra de maconha
  2. A saga da sacolinha rumo ao oceano
  3. Eólicas dominam leilão de energia renovável
  4. YeZ: carro chinês absorve CO2 do ar
  5. Quantas sacolas descartáveis você recusa?

Gostou? Então participe do próximo ranking semanal do @psustentavel! Leia, opine, comente e retuíte as reportagens destacadas no Twitter até o próximo domingo.

Mônica Nunes/Daniele Melo

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Dê uma segunda vida ao seu chiclete Thays Prado - 27/08/2010 às 17:31


Nove em cada dez cidades pavimentadas, no mundo, têm suas ruas impregnadas com gomas de mascar. Três bilhões e meio de chicletes são jogados, todos os anos, nas ruas do Reino Unido. Só na Oxford Street, em Londres, são cerca de 30 mil por dia. Se todo mundo parasse de jogar chicletes ali, ainda seriam necessários 4 meses para deixar a rua totalmente limpa.

Mas o hábito sai caro. Hoje, o custo para retirar um chiclete da rua é três vezes maior do que para produzi-lo – o governo do Reino Unido gasta £$1,5 milhão (mais de R$4 milhões) por ano nessa limpeza.

Jogar o chiclete no lixo comum também não é uma boa ideia, pois ele não será reciclado e vai acabar em um lixão ou aterro, aumentando o volume de resíduos.

Por isso, a designer londrina Anna Bullus se empenha para que as pessoas descartem seus chicletes em um recipiente específico, criado por ela mesma, o GUMDROP, cujo slogan é “Dê uma segunda vida ao seu chiclete”.

O material depositado nesse simpático recipiente rosa, que lembra mesmo uma grande goma de mascar, é encaminhado para a reciclagem e transformado em novos GUMDROPs, que são instalados em mais pontos da cidade, do país, e até em outros países – por enquanto, o produto existe em Londres e em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A conta de Anna é a seguinte: os britânicos produzem 7 mil toneladas de chicletes por ano. Se 10% fossem jogados em um GUMDROP, seria possível produzir um milhão de novas cestas de lixo para chicletes, que ajudariam a recolher os outros 90%.

O material também pode ser aproveitado para a fabricação de outros produtos de borracha. Se a ideia colar, a designer pensa em comercializar botas feitas de chiclete. No mês passado, Anna, que tem 26 anos, ganhou o prêmio “35 mulheres abaixo de 35, criando o futuro”, do Management Today.

Em 2007, duas mães canadenses, preocupadas com o estado de seus sapatos, tiveram uma ideia parecida. Leia o post: Ame os seus sapatos!

* Gumdrop
* Anna Bullus

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A redação do PLANETA SUSTENTÁVEL é um encontro de pessoas envolvidas com um grande desafio: trabalhar a sustentabilidade como um tema urgente, transversal e inspirador, tradutível em múltiplas linguagens e necessário para os diversos públicos. Aqui, a editora Mônica Nunes, as repórteres Marina Maciel Vanessa Daraya e a jornalista Suzana Camargo (que colabora com o Planeta desde 2009) indicam lugares imperdíveis da web e contam novidades e boas histórias sobre cultura, sociedade, meio ambiente, cidadania, mudanças climáticas, mobilidade, inovação, direitos humanos, economia verde e muito mais.

Mônica NunesEditora/Gerente de Conteúdo

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