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Laptop feito de papel reciclado Débora Spitzcovsky - 30/12/2009 às 16:35

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A preocupação com o meio ambiente anda sendo uma inspiração e tanto para os designers. A mais nova invenção, projetada por Je Sung Park, veio diretamente da terra do sol nascente: é o Recyclabe Paper Laptop, um laptop feito com papel reciclado, como o próprio nome nos permite concluir.

O produto funciona como qualquer outro computador. A diferença está na sua confecção: em vez das peças eletrônicas serem protegidas por materiais de plástico ou metal, elas são embaladas por papelão. A “capa”, claro, é muito menos duradoura, mas por ser feita de um material mais fácil de se reciclar, Je Sung aposta que é mais simpática ao meio ambiente. Será?

O novo laptop – inspirado no problema dos eletrônicos descartáveis, como câmeras e celulares – é, por enquanto, um produto apenas conceitual: não tem forma real, nem previsão de lançamento e muito menos preço. Parece que Je Sung teve uma ideia genial, mas não sabe muito bem como torná-la realidade. Alguém tem alguma sugestão para o moço?

Foto: Divulgação

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Sacolas plásticas: a experiência internacional Planeta Sustentável - 30/12/2009 às 10:00

A discussão sobre sacolas plásticas, que está ganhando força no Brasil a cada dia, faz parte de uma mudança de hábitos no mundo todo. Preocupados com a saúde do planeta, das pessoas e com o propósito de evitar os milhares e milhares de problemas ambientais que as sacolas causam, vários países baniram ou passaram a cobrar por elas.

A China, que sustentava a assustadora marca de 3 bilhões de unidades por dia, resolveu abolir, no ano passado, não apenas as sacolas, mas também o uso, a produção e a distribuição do plástico ultrafino (0,025 mm de espessura) normalmente usado para embalar frutas e verduras. A Índia também estabeleceu o banimento total.

A Irlanda, que estabeleceu cobrança pelas sacolas descartáveis, em 2002, já registrou mudança de comportamento de seus consumidores. Segundo o MMA – Ministério do Meio Ambiente, houve queda na distribuição de 97,5% das sacolinhas. A verba é destinada a ações  ambientais. 

São Francisco, na Califórnia, além de proibir as sacolas de plástico em grandes supermercados e farmácias, criou os coletores verdes para descarte de lixo orgânicos e o azul para recicláveis, que dispensa o uso de sacolas. Os orgânicos só podem ser descartados em jornal ou em sacolas biodegradáveis certificadas. Em alguns locais, a própria prefeitura distribui sacolas comprovadamente compostáveis. Cada morador tem direito a dois sacos de lixo pela prefeitura.

No Brasil, o ideal seria que a política de abolição das sacolas viesse acompanhada de uma estratégia para acondicionar o lixo, já que esse é o principal uso dos saquinhos depois que são levados para casa. Enquanto isso não acontece, continuamos apenas reduzindo o uso. Para você, qual seria uma boa solução?

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O paraíso dos ursos Débora Spitzcovsky - 28/12/2009 às 09:00

Um casal de ursos, apelidados de Finn e Bjork, anda gerando polêmica na cidade de Berna, na Suíça. Os animais, que já viraram atração turística da região, costumavam viver em um parque conhecido como “Fosso dos Ursos”. Sim, costumavam, porque um incidente no local provocou a fúria dos ambientalistas.

Os ursos ficavam em uma espécie de fosso – daí o nome do parque –, cercado por grades. Os visitantes tinham o hábito de atirar amendoins para os animais e, em uma dessas tentativas de alimentá-los, um garoto com deficiência mental se debruçou na grade e caiu no fosso. Bjork, a fêmea, agarrou o menino e a polícia precisou intervir. O resultado: a ursa levou um tiro na barriga.

O episódio chocou os ambientalistas que passaram a protestar contra as condições do local, exigindo uma reforma no lar dos ursos. Para satisfazê-los, a prefeitura inaugurou um novo parque para os animais: o Baren Park. Com mais de 6 mil metros quadrados, o local rendeu comentários entre os moradores da cidade, que costumam brincar que Bjork e Finn “foram de um albergue para um hotel 5 estrelas”.

Tanta ostentação deu início a uma nova polêmica: quanto teria custado a obra? Em investigação, descobriu-se que a construção do parque – inicialmente estimada em US$ 14 milhões – custou US$ 23 milhões. Por que? Ninguém sabe, mas um processo judicial aberto recentemente promete descobrir o motivo do superfaturamento dos ursinhos. Você arrisca um palpite?

Foto de Baren Park 

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A redação do PLANETA SUSTENTÁVEL é um encontro de pessoas envolvidas com um grande desafio: trabalhar a sustentabilidade como um tema urgente, transversal e inspirador, tradutível em múltiplas linguagens e necessário para os diversos públicos. Aqui, a editora Mônica Nunes, as repórteres Marina Maciel Vanessa Daraya e a jornalista Suzana Camargo (que colabora com o Planeta desde 2009) indicam lugares imperdíveis da web e contam novidades e boas histórias sobre cultura, sociedade, meio ambiente, cidadania, mudanças climáticas, mobilidade, inovação, direitos humanos, economia verde e muito mais.

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