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A doença de Gaia Thiago Carrapatoso - 29/07/2007 às 15:46

Para refletir, um trecho do livro de James Lovelock, "A Vingança de Gaia":

"Nós crescemos em número até um ponto que nossa presença desequilibra o planeta como uma doença. Como nas chagas humanas, existem quatro possíveis conclusões: destruição dos organismos invasores; infecção crônica; destruição do hospedeiro; ou uma simbiose – o último relacionamento possível com benefícios mútuos entre o hospedeiro e o invasor."

E aí? Qual você escolhe?

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Educadores verdes Thiago Carrapatoso - 27/07/2007 às 18:47

Se a conscientização é o maior problema para se empregar a sustentabilidade, no Estado de São Paulo, pelo menos, parece que esse não será mais um problema nas gerações futuras. As secretarias de Educação e Meio Ambiente, junto com representantes de universidades e organizações não-governamentais (ONG), estão criando o texto da Política Estadual de Educação Ambiental, que poderá se tornar uma lei.

O projeto será encaminhado para a Assembléia Legislativa em agosto para passar pela votação dos deputados e, talvez, entrar em vigor. Se ela for aprovada, a Educação Ambiental pode se tornar matéria obrigatória nos cursos superiores de licenciatura, entre outras medidas.

A iniciativa surgiu no final de 2006 e foi baseada na Política Nacional de Educação Ambiental. A diferença é que a versão estadual não engloba apenas o meio ambiente e a natureza, mas também a qualidade de vida e as questões sociais. Caso implantada, a lei não deve inserir uma disciplina de Educação Ambiental no currículo das escolas, mas trabalhá-la transversalmente, como prevê os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

Como o texto está sendo escrito de forma participativa, algumas discussões sobre o tema ainda acontecerão durante o III Encontro Estadual de Educação Ambiental, que acontece até o dia 28 de julho. A revista NOVA ESCOLA está fazendo a cobertura online do evento.

Confira a entrevista com duas educadoras sobre o tema.

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Na gaveta Thiago Carrapatoso - 27/07/2007 às 01:19

Com o “Dia Mundial Sem Carro” chegando por aí, fica a pergunta: por que não desenvolver carros menos poluentes aqui no Brasil? A Fiat colocou em fase de testes o Palio elétrico, que não emite praticamente nenhum poluente. Por que as outras empresas automobilísticas não fazem o mesmo? Alguns políticos até que tentaram, mas não deu certo.

Tramita na Assembléia Legislativa de São Paulo um projeto de lei chamado “Política Estadual de Transporte Sustentável e Controle da Poluição”. Criado pelo ex-secretário Estadual do Meio Ambiente, Fábio Feldmann – que ocupou o cargo de 1995 a 1998 –, o projeto tenta estabelecer padrões para as emissões de poluentes dos automóveis, além de regularizar outras questões que ajudariam no controle da poluição e do trânsito, como o pedágio eletrônico em algumas regiões da capital paulista. Uma das idéias é que se teste o motor em condições de trânsito semelhantes ao de uma grande metrópole, para que o gasto e as emissões sejam calculados nessas situações, e não em outras que não correspondem à realidade brasileira. O único problema é que o projeto de lei nunca deixou de ser apenas um projeto. Ele está parado desde 1998 na Assembléia.

Por quê?

Na verdade, não se sabe direito. Por diversas vezes o projeto foi revisto e modificado, fazendo-o voltar à estaca zero de toda a burocracia dos meios públicos. Mas houve uma tentativa semelhante na Califórnia (EUA) para obrigar a indústria automobilística a produzir carros menos poluentes. Foi com essa determinação que surgiu o polêmico carro elétrico EV-1, da GM. A companhia desenvolveu a tecnologia, vendeu alguns exemplares do automóvel e, depois, sem dar explicações para os consumidores, recolheu e mandou todos para o ferro-velho. Simultaneamente a isso, junto com outras companhias, a GM fez uma grande pressão para que o governo daquele estado voltasse atrás e desobrigasse as empresas a construírem carros menos poluentes. Com o tempo, a lei foi se desgastando, as indústrias apertaram mais e a medida foi abrandada.

Do caso brasileiro, pouco se sabe.

Saiba mais sobre o "Dia Mundial Sem Carro", o Palio elétrico e o pedágio eletrônico.

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A redação do PLANETA SUSTENTÁVEL é um encontro de pessoas envolvidas com um grande desafio: trabalhar a sustentabilidade como um tema urgente, transversal e inspirador, tradutível em múltiplas linguagens e necessário para os diversos públicos. Aqui, a editora Mônica Nunes, as repórteres Marina Maciel Vanessa Daraya e a jornalista Suzana Camargo (que colabora com o Planeta desde 2009) indicam lugares imperdíveis da web e contam novidades e boas histórias sobre cultura, sociedade, meio ambiente, cidadania, mudanças climáticas, mobilidade, inovação, direitos humanos, economia verde e muito mais.

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