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Com urubucaá não tem urucubaca Liana John - 28/05/2015 às 12:45

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Urucubaca, como se sabe, é um azar dos grandes, daqueles que envolvem doenças e acidentes em série. Já urubucaá é o nome tupi de algumas espécies de trepadeiras do gênero Aristolochia, nativas das matas brasileiras, sul americanas e centro-americanas. O significado do nome é “planta de urubu”, provavelmente por causa do aspecto do fruto, semelhante ao pescoço pelado e enrugado do urubu. Ou parecido com um papo-de-peru, se considerarmos a interpretação caipira. Ou ainda com as “partes” masculinas, no entendimento de quem a chama de capa-homem ou cipó-mil-homens.

Seja qual for a ave ou a parte do corpo assemelhada, o fato é que diversas espécies de Aristolochia gozam de boa reputação popular contra muita coisa ruim, de picadas de serpentes e infecções a problemas de tireoide, baço, fígado e testículos.

No Sul, há quem tome chá da planta ou inclua folhas no chimarrão e, em Sergipe, muita gente faz infusão na cachaça. Definitivamente, não é uma boa ideia, devido à toxicidade de uma substância chamada ácido aristolóquico, presente em todas as espécies desse gênero de planta. Esse ácido, de cheiro forte e sabor amargo, é capaz de paralisar os rins e acumula no fígado, causando grande dano.

Já os emplastros de uso externo, feitos com a planta macerada e argila, podem se revelar eficazes como antissépticos e na cicatrização de ulcerações crônicas, assim como alguns componentes isolados a partir de extratos de base alcoólica servem para usos tópicos bem específicos.

A pesquisadora panamenha Isela González Rodríguez estudou os efeitos antiofídicos de Aristolochia sprucei, em seu mestrado em Ciências Farmacêuticas, realizado na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP). Ela chegou a testar vários compostos, isolados das folhas e do caule, contra os diferentes efeitos das peçonhas de uma serpente do Panamá (Bothrops asper) e da nossa jararacuçu (Bothrops jararacussu). E constatou potencial para a inibição de edemas e hemorragias e para a neutralização das miotoxinas, que levam à necrose dos músculos.

“Os ensaios foram feitos com os componentes isolados, separadamente”, conta Isela. “Seria necessário dar continuidade à pesquisa para saber de que maneira e em que dosagens os extratos e os compostos isolados poderiam ser utilizados. Lembrando que eles não substituem, mas seriam suplementos do soro antiofídico, para aumentar a eficácia no tratamento dos efeitos tóxicos locais da peçonha das serpentes”. Um dos componentes mais promissores foi justamente o ácido aristolóquico, capaz de neutralizar as miotoxinas, em uso tópico (no local da picada).

A realização dos testes contou com recursos de institutos de pesquisa do Panamá e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Em seu doutorado, porém, Isela Rodríguez mudou de ramo e passou a estudar Toxicologia Social. A pesquisa sobre os efeitos antiofídicos de Aristolochia, portanto, devem prosseguir “sob nova direção”.

Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o microbiologista Davi Oliveira e Silva também estudou uma planta do mesmo gênero, originária de Sergipe: Aristolochia cymbifera. Ele trabalhou no fracionamento dos extratos etanólicos (à base de álcool) da planta, em seu mestrado, sob orientação de Celuta Sales Alviano e co-orientação de Daniela Sales Alviano e Maria Auxiliadora Kaplan. O pesquisador observou atividades antibacterianas, antifúngicas e antivirais. “Trabalhei apenas na primeira fase, pré-clínica in vitro, de um tipo de pesquisa de longa duração, que ainda deve se prolongar por alguns anos”, ressalva Davi. Mesmo assim, as descobertas foram significativas e devem motivar novos estudos.

A atividade antibacteriana, por exemplo, ocorre frente a Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) e Streptococcus mutans. A primeira é uma dessas superbactérias multiresistentes, causadoras de infecções hospitalares. Um relatório realizado em Oxford, na Inglaterra, apontou a morte de 34% dos pacientes infectados por ela, até 30 dias após a infecção. A segunda é uma bactéria comum na boca, associada às cáries dentárias, sobretudo quando há queda de imunidade ou desequilíbrio microbiológico no ambiente bucal.

As ações antifúngicas se devem a uma substância chamada espatulenol, encontrada na planta. Em doses moderadas, o espatulenol é microbioestático, ou seja, inibe o crescimento dos fungos filamentosos Fonsecaea pedrosoi, causador de um tipo de micose de pele bem persistente comum em zonas rurais, na pele de quem trabalha com o solo, e Trichophyton rubrum, o vilão do pé-de-atleta. Em doses maiores, a mesma substância é microbiocida: mata os tais fungos filamentosos. Essa atividade foi obtida com uma fração do extrato da planta que já não continha o ácido aristolóquico.

E, finalmente, o efeito antiviral é contra o Herpes Simples do tipo 1 (HSV1), um vírus que caminha pelas terminações nervosas e se manifesta como bolhas e feridas doloridas, sobretudo na boca e nos genitais. Os testes com o Herpes tipo 2 também foram feitos, mas não mostraram atividade. “Mesmo assim, a atividade observada é importante, pois pode nos dar uma opção ao único medicamento de uso tópico contra essas bolhas e feridas, sendo que já existem cepas do vírus HSV1 resistentes ao princípio ativo”, acrescenta o microbiologista, apostando num fitoterápico para esta finalidade.

A pesquisa de Davi Oliveira e Silva foi financiada com uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o laboratório da UFRJ onde ele trabalhou conta com recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e da Finep – Inovação e Pesquisa.

Em todos os casos, ainda é preciso avaliar a toxicidade dos componentes da planta e a dosagem efetiva e segura a ser recomendada, o que demora ainda uns bons anos. Mas não há dúvida do imenso potencial do tal urubucaá contra todas essas urucubacas.

Foto: Liana John (fruto de uma planta do gênero Aristolochia da Mata Atlântica de Sudeste)

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Um caminho do meio para a biodiversidade Liana John - 21/05/2015 às 12:49

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Durante os últimos cinco anos, este blog Biodiversa trouxe notícias de pesquisas realizadas com a biodiversidade brasileira, com o objetivo de mostrar que as espécies nativas de plantas, animais e microrganismos servem de inspiração e base para alimentos, cosméticos, medicamentos, diagnósticos médicos, controle de pragas agrícolas, tratamento de água, materiais de construção, recuperação de fotografias, iluminação de semáforos e muitos outros produtos e tecnologias. Nossa ideia sempre foi comprovar o quanto somos todos biodependentes, nos mais diversos aspectos de nossa vida.

Precisamos tanto da biodiversidade, agora e sempre, que não podemos nos dar ao luxo de colocar redomas em cima de nossos campos, cerrados, florestas, rios, lagos, zonas costeiras, transformando a biodiversidade em coisa de museu, intocável. Também não podemos adiar todo tipo de pesquisa para um futuro distante. A biodiversidade é nossa riqueza e a hora de conhecer e usar essa riqueza é já. Mas, claro, tudo deve ser feito de modo ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável, conciliando produção com conservação. É possível e temos conhecimento científico para tanto.

O que nos falta é um caminho legal menos árduo para criar produtos e tecnologias a partir da biodiversidade brasileira, sem causar degradação ambiental ou ameaçar as espécies de extinção. E para colocar esses produtos e tecnologias no mercado, sem esquecer aqueles que detêm o conhecimento tradicional sobre os usos pesquisados.

Até ontem, o conjunto de regras e leis de uso da biodiversidade em vigor no País estavam mais para redoma e barreira do que para aproveitamento consciente da riqueza. Neste dia 20 de maio, foi sancionada pela Presidência da República a Lei nº 13.120/2015, que define o novo Marco Legal da Biodiversidade, aprovado pelo Congresso Nacional no dia 27 de abril de 2015. A nova lei ainda leva 180 dias para entrar em vigor, após sua publicação no Diário Oficial da União, mas já é festejada por simplificar o uso da biodiversidade.

De fato, aqui no Biodiversa, nesses cinco anos de contatos com os pesquisadores das espécies brasileiras, encontramos um grande número de profissionais punidos pela inflexibilidade e farta burocracia da legislação anterior – a Medida Provisória 2.186-16, de 2001 – ou por sua interpretação pelos órgãos governamentais, como o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN).

Vários pesquisadores foram tratados como biopiratas ao solicitarem permissões de pesquisa, enquanto os biopiratas de verdade circulam pelos portos e aeroportos sem pedir licença alguma. Há casos de especialistas multados por motivos surrealistas. Alguns chegaram a mudar de ramo de pesquisa, cansados de tanta papelada. E um grande número de patentes – resultado do conhecimento gerado em muitos anos, com muito esforço – encontra-se sem uso, por que são poucas as indústrias que se arriscam a trabalhar com a biodiversidade brasileira, devido ao mesmo excesso de burocracia.

Em princípio, o novo Marco Legal da Biodiversidade tira um peso das costas dos pesquisadores e das empresas fabricantes de produtos inspirados ou baseados na biodiversidade. A exigência de licença prévia será substituída por um cadastro simplificado via internet e as multas aplicadas até agora serão retiradas. Também muda o prazo para definição da divisão dos recursos provenientes da exploração do patrimônio genético. E o CGEN passa a ser mais equilibrado, com representantes do setor privado.

Na opinião de ambientalistas, as novas regras prejudicam as populações tradicionais e indígenas, detentoras do conhecimento sobre o uso da biodiversidade no qual se baseiam muitas pesquisas. Talvez tenham razão. Porém há bons motivos para flexibilizar alguns procedimentos anteriores. Existem muitos usos populares de espécies brasileiras cuja origem é indeterminada e não há meios de estabelecer uma repartição de benefícios justa. É o caso, por exemplo, de alimentos como o maracujá ou a mandioca, com algumas pesquisas agronômicas emperradas por tal impasse.

O fato é que precisamos de regras racionais de uso da maior riqueza brasileira. Precisamos de uma fiscalização que não inviabilize a pesquisa e uma pesquisa que não favoreça a degradação. Precisamos de empresas que coloquem a biodiversidade brasileira no mercado e lucrem com isso sem serem demonizadas. Só assim teremos um mercado capaz de repartir benefícios com os autênticos detentores do conhecimento. Precisamos, enfim, juntar todos os elos das cadeias produtivas, sem pender mais para um lado do que para o outro. Precisamos de um caminho do meio, como reza a filosofia zen.

Se o novo Marco Legal da Biodiversidade será este caminho do meio, só o tempo dirá. Parece ter começado bem. Vamos ver se não descamba por desvios burocráticos ou interpretações distorcidas. Ficamos na torcida, como bons biodependentes que somos.

O RECADO DOS VETOS
O novo Marco Legal da Biodiversidade (Lei nº 13.120/2015), sancionado ontem pela presidente Dilma Rousseff, teve cinco vetos, que comento a seguir.

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Conforme texto publicado hoje (21), no Diário Oficial da União, dois desses vetos se referem aos órgãos a serem notificados; aos órgãos que ficariam encarregados da concessão de autorizações de pesquisa e aos órgãos responsáveis pela fiscalização. O Planalto considera que tais atribuições são prerrogativas do Executivo e não devem estar na lei.

O veto mais importante é o do parágrafo 10 do artigo 17, que isentava de pagamentos de royalties quem explora produtos acabados oriundos de acesso ao patrimônio genético, tendo iniciado a pesquisa antes de 29 de junho de 2000 (data da primeira legislação sobre patrimônio genético). Continuam isentas as empresas que iniciaram a exploração econômica de produtos derivados de espécies nativas antes dessa data.

O Planalto entende que seria difícil confirmar quem fez o acesso à biodiversidade antes de 2000 e, portanto, essa isenção seria uma porta aberta para fraudes. Já os produtos que estavam no mercado antes da legislação devem mesmo ser isentos. Não tem sentido cobrar royalties retroativamente, se não existia nenhuma lei de repartição de benefícios quando eles foram lançados.

Quem mais perde com o veto são as empresas que efetivamente fizeram o acesso ao patrimônio genético antes de 2000, mas só conseguiram colocar os produtos no mercado depois disso. As pesquisas para o desenvolvimento de produtos – medicamentos e cosméticos, por exemplo – demoram vários anos, devido à necessidade de testes clínicos. Podem existir muitos produtos nesta situação, portanto.

O consolo é saber que tais produtos não serão mais multados e as multas já aplicadas serão retiradas. Há diversos casos de empresas e pesquisadores multados por fazer pesquisa sem licença, sendo que os projetos foram iniciadas antes de existir a legislação de acesso ao patrimônio e as solicitações de licença foram feitas tão logo as leis entraram em vigor. Ou seja, na prática, eles foram multados por que não adivinharam as leis que só seriam feitas depois de iniciados seus ensaios.

Também é relevante o veto ao parágrafo 4 do artigo 19, que facultava a indicação do beneficiário da repartição não monetária de benefícios a quem explora economicamente um produto acabado ou material reprodutivo oriundo de acesso ao patrimônio genético. Quer dizer, o Poder Público quer para si a definição de quem recebe os benefícios repartidos, mesmo quando não há exploração monetária.

A boa notícia é que os vetos não mudam a essência da Lei nº 13.120/2015, absolutamente necessária para colocar o Brasil no lugar merecido como país megadiverso e cientificamente capaz de transformar essa riqueza virtual em desenvolvimento sustentável. Novos ajustes serão necessários, como ocorre com a maioria das leis, mas a base é boa e promete impulsionar novas pesquisas com a biodiversidade. Ou, pelo, menos deixar de atrapalhar.

Fotos:
Liana John (flores de escova-de-macaco, uma planta do Cerrado brasileiro, ao alto, e perereca da Floresta Amazônica, acima)

Leia também:
Brasil sanciona lei que regulamenta acesso à biodiversidade
Os artigos vetados e as justificativas de veto no Diário Oficial da União

 

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Ácido ou básico? Pergunte ao vagalume Liana John - 14/05/2015 às 23:59

luciferases

Sabemos o estrago que a acidez da chuva pode causar a esculturas e monumentos expostos ao ar livre. Quanto menor o pH, maior a capacidade corrosiva das gotas. Nas águas negras de rios amazônicos, ao contrário, a acidez é bem vinda, pois impede a proliferação de larvas de mosquitos e torna bem mais fácil a vida dos ribeirinhos. Mas os rios também podem ser alcalinos (ou básicos) e o pH superior a 7 contribuir para a beleza da paisagem, por estar associado a águas muito cristalinas, caso do rio Sucuri, em Bonito (MS). E quando o assunto é água mineral, as marcas mais procuradas pelo público antenado têm pH neutro ou ligeiramente básico, em torno de 7.5.

Em nosso organismo, o pH também varia, às vezes indicando saúde, às vezes apontando distúrbios. Na pele, as células são ácidas para nos defender de microrganismos invasores. Na urina e no suor, o pH também é baixo, pois esses fluidos carregam os ácidos que nosso corpo joga fora. Na digestão, temos uma fase ácida no estômago e uma fase alcalina, no duodeno e intestino delgado. Nas artérias, as células sanguíneas são levemente alcalinas, algo em torno de 7,4. Se o pH do sangue baixar, é um sinal de alerta. A acidez pode estar relacionada a um câncer, uma inflamação ou uma doença chamada acidose metabólica, que sobrecarrega rins e pulmões. Assim sendo, medir o pH dentro das células é um bom meio de detectar precocemente esses problemas.

Mas como se mede o pH? Se é para saber se a água é ácida ou alcalina, qualquer piscineiro saca do bolso um papelzinho capaz de mudar de cor conforme o pH. É só molhar o tal papelzinho, esperar uns minutos e comparar com uma escala padrão de cores. O mesmo papelzinho é utilizado por agrônomos, aquaristas, especialistas em hidrologia, técnicos de estações de tratamento de água e esgotos e outros profissionais que lidam com acidez e alcalinidade.

E dentro das células? Aí é que entra em cena o vagalume: existe uma espécie nativa da Mata Atlântica, cuja luminescência pode servir para indicar o pH intracelular. Luminescência é aquela luzinha esverdeada que os vagalumes acendem e apagam, visível apenas nas noites escuras do interior. A luminosidade verde-amarela é produzida por enzimas luciferases, que podem mudar de cor conforme o pH do meio no qual são inseridas.

O inseto em questão é nativo dos remanescentes das florestas paulistas e pertence ao gênero Macrolampis. O uso de suas enzimas luciferases na Medicina já é estudado há anos pelo pesquisador Vadim Viviani, coordenador do Laboratório de Bioquímica e Biotecnologia de Sistemas Bioluminescentes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), campus de Sorocaba, no interior de São Paulo. Agora, a aplicação das luciferases como indicadores de pH intracelular foi demonstrada por Gabriele Verônica de Mello Gabriel, em seu doutorado, sob orientação de Viviani.

“Os experimentos in vivo atestaram a possibilidade de calcular o pH dentro das células de bactérias, a partir da coloração das luciferases: as colorações verde-amarelo indicam alcalinidade e a mudança para vermelho indica acidez”, explica Viviani. “Agora especulamos sobre a possibilidade de usar as luciferases para detectar precocemente as mudanças de pH intracelular associadas a patologias, como inflamações e tumores”. Para isso, segundo ele, o próximo passo é testar as respostas das luciferases em células de mamíferos.

Na UFSCar, a equipe que trabalha com as aplicações da luminescência dos vagalumes tem 10 pessoas. A coleta e a identificação das espécies foram feitas no âmbito do projeto Biota-Fapesp, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. As pesquisas em laboratório são realizadas em parceria com pesquisadores do National Institute of Advanced Industrial Science and Technology (AIST), de Tsukuba, no Japão.

 

Foto: UFSCar
Leia também o post Luzinha dedo-duro , aqui no Biodiversa.

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LIANA JOHN

é jornalista ambiental. Escreve sobre conservação, mudanças climáticas, ciência e uso racional de recursos naturais há quase 30 anos, nas principais revistas e jornais do país. Ao somar entrevistas e observações, constatou o quanto somos todos dependentes da biodiversidade. Mesmo o mais urbano dos habitantes das grandes metrópoles tem alguma espécie nativa em sua rotina diária, seja como fonte de alimento ou bem-estar, seja como inspiração ou base para novas tecnologias. É disso que trata esse blog: de como a biodiversidade entra na sua vida. E como suas opções, eventualmente, protegem a biodiversidade.

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