Cerrado-florido (Platymiscium floribundum)
Figura fácil nos campos cariocas e no interior de São Paulo a Santa Catarina, a árvore tem intensa floração em março e abril. A madeira é usada em marcenaria fina. A foto de Ricardo de Souza Martinelli (assim como as demais que ilustram esta reportagem) faz parte dos trabalhos selecionados no 14º Concurso Itaú BBA de Fotografias. Elas compuseram a exposição A Flor na Paisagem, em cartaz no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, de maio a agosto passado.
Ipê-amarelo-da-casca-lisa (Tabebuia vellosoi) )
Com até 25 m de altura, o ipê mereceu, pelo espetáculo de sua floração de julho a setembro, o título de árvore-símbolo do país. Vive em Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio de Janeiro. Foto de Gerson Nunes Sobreira.
Sucupira-branca (Pterodon emarginatus) )
Muito popular em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul, fornece madeira para construção naval e civil. Floresce em setembro e outubro e atinge até 16 m de altura. Em junho e julho fica quase despida de folhagem. Foto de Geraldo Luiz Gomes da Silva.
Ipê-caraíba (Tabebuia aurea) )
A madeira pesada e flexível é usada na fabricação de papel. Com até 20 m de altura, floresce em agosto e setembro, para o encanto dos moradores das regiões amazônica e Nordeste até São Paulo e Mato Grosso do Sul. Foto de Eduardo Rodrigues Peixoto.
Paineira-rosa (Ceiba boliviana) )
Os frutos fazem a alegria de periquitos e papagaios. As plumas que envolvem as sementes, no passado, serviam de enchimento de travesseiros. De 15 a 30 m de altura, povoa as terras da Bahia, Minas Gerais e Goiás. É de abril a junho que suas flores aparecem. Foto de Margareth Sales Leite.