visão de futuro
Biocombustíveis e energia renovável
A Petrobras prevê investimento de US$ 2,4 bilhões até 2012 em projetos de energias renováveis e biocombustíveis, que incluem geração de eletricidade através de usinas eólicas, solares e PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), além da produção e comercialização de biodiesel e etanol
Comunicação Institucional da Petrobras
04/12/2008
Entrou em operação, recentemente, a primeira planta piloto de bioetanol do Brasil a utilizar tecnologia enzimática, que produz biocombustível a partir de resíduos agroindustriais, que não competem com a produção agrícola voltada para alimentos.
A Petrobras está na vanguarda da segunda geração de biocombustíveis e sua participação no segmento permitirá a produção de energia a partir de matéria-prima hoje considerada resíduo, como o bagaço de cana, além da produção de etanol sem o aumento da área plantada.
A tecnologia HBIO permite a obtenção de óleo diesel por meio da mistura de óleos vegetais ao diesel de petróleo, devido à hidrogenação a alta pressão e temperatura elevada. O produto final apresenta menor teor de enxofre e baixa densidade.
Para o processo de produção de biodiesel, são testadas diferentes matérias-primas, como sebo bovino, palma, algodão e mamona. Atualmente, existem duas rotas tecnológicas:
- de óleos vegetais ou gorduras animais e
- de sementes oleaginosas.
Além da atuação no segmento de biocombustíveis, diversas ações da empresa são voltadas ao aproveitamento de fontes energéticas renováveis, que não agridem o meio ambiente. A Companhia aplica recursos em energia eólica e biomassa, e avalia oportunidades em Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e de energia solar, entre outras.
O projeto que mais se destacou no ano foi o parque eólico da unidade de produção de petróleo em Macau (RN), com 1,8 MW, no qual o óleo diesel foi substituído, evitando a emissão de cerca de 1.300 toneladas de CO2 por ano na atmosfera. O projeto recebeu o Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia Elétrica, do Procel – Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, na categoria Indústria - Modalidade Energia Alternativa; e o registro de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da ONU - Organização das Nações Unidas, segundo as regras do Protocolo de Quioto.
Entrou em operação, recentemente, a primeira planta piloto de bioetanol do Brasil a utilizar tecnologia enzimática, que produz biocombustível a partir de resíduos agroindustriais, que não competem com a produção agrícola voltada para alimentos.
A Petrobras está na vanguarda da segunda geração de biocombustíveis e sua participação no segmento permitirá a produção de energia a partir de matéria-prima hoje considerada resíduo, como o bagaço de cana, além da produção de etanol sem o aumento da área plantada.
A tecnologia HBIO permite a obtenção de óleo diesel por meio da mistura de óleos vegetais ao diesel de petróleo, devido à hidrogenação a alta pressão e temperatura elevada. O produto final apresenta menor teor de enxofre e baixa densidade.
Para o processo de produção de biodiesel, são testadas diferentes matérias-primas, como sebo bovino, palma, algodão e mamona. Atualmente, existem duas rotas tecnológicas:
- de óleos vegetais ou gorduras animais e
- de sementes oleaginosas.
Além da atuação no segmento de biocombustíveis, diversas ações da empresa são voltadas ao aproveitamento de fontes energéticas renováveis, que não agridem o meio ambiente. A Companhia aplica recursos em energia eólica e biomassa, e avalia oportunidades em Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e de energia solar, entre outras.
O projeto que mais se destacou no ano foi o parque eólico da unidade de produção de petróleo em Macau (RN), com 1,8 MW, no qual o óleo diesel foi substituído, evitando a emissão de cerca de 1.300 toneladas de CO2 por ano na atmosfera. O projeto recebeu o Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia Elétrica, do
Procel – Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, na categoria Indústria - Modalidade Energia Alternativa; e o registro de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (
MDL) da
ONU - Organização das Nações Unidas, segundo as regras do
Protocolo de Quioto.