AINDA TEM JEITO?
Agência de Proteção Ambiental dá mais poder a Obama
Declaração da EPA – Agência de Proteção Ambiental norte-americana, que atesta, que os gases de efeito estufa são prejudiciais ao meio ambiente, pode ser uma tacada de mestre do presidente Barack Obama, para não depender do Congresso norte-americano, quanto à legislação ambiental nos EUA
Sucena Shkrada Resk - Edição: Mônica Nunes
Planeta Sustentável - 08/12/2009
O anúncio da EPA - Agência de Proteção Ambiental norte-americana , feito ontem, constata oficialmente, que as concentrações atuais e previstas dos gases de efeito estufa na atmosfera ameaçam à saúde pública e o bem-estar das atuais e das futuras gerações. Essa declaração está sendo considerada um trunfo, para que o presidente Barack Obama possa fazer um discurso mais consistente, na COP-15 - 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Copenhague, na Dinamarca. Dessa forma, não dependerá estritamente de decisões do Senado, onde a votação da lei do clima é alvo de polêmica, e não sairá neste ano. Assim poderá elaborar decretos do executivo, sem passar sob o crivo legislativo.
Para reforçar o comunicado, a EPA ainda emitiu o parecer, que considera que as emissões combinadas dos GEEs bem misturados de motores e veículos contribuem para a poluição de gases com efeito de estufa, que ameaça a saúde pública e o bem-estar. Com isso, abre precedente, para que haja a regulação de áreas estratégicas da economia, como o mercado automotivo. Os anúncios começam a valer, ao serem publicados, pelo Registro Federal norte-americano.
Essa iniciativa, entretanto, não significa que o presidente Obama irá apresentar uma proposta diferente dos 17% de reduções de emissões até 2020, baseadas em 2005, que anunciou antes da conferência. O percentual baixo ainda é questionado pela comunidade internacional. O que é possível constatar é que a política ambiental nos EUA, agora, pode seguir novos rumos, depois de décadas conservadoras.
*EPA - Agência de Proteção Ambiental norte-americana
O anúncio da EPA - Agência de Proteção Ambiental norte-americana , feito ontem, constata oficialmente, que as concentrações atuais e previstas dos gases de efeito estufa na atmosfera ameaçam à saúde pública e o bem-estar das atuais e das futuras gerações. Essa declaração está sendo considerada um trunfo, para que o presidente Barack Obama possa fazer um discurso mais consistente, na COP-15 - 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Copenhague, na Dinamarca. Dessa forma, não dependerá estritamente de decisões do Senado, onde a votação da lei do clima é alvo de polêmica, e não sairá neste ano. Assim poderá elaborar decretos do executivo, sem passar sob o crivo legislativo.
Para reforçar o comunicado, a EPA ainda emitiu o parecer, que considera que as emissões combinadas dos GEEs bem misturados de motores e veículos contribuem para a poluição de gases com efeito de estufa, que ameaça a saúde pública e o bem-estar. Com isso, abre precedente, para que haja a regulação de áreas estratégicas da economia, como o mercado automotivo. Os anúncios começam a valer, ao serem publicados, pelo Registro Federal norte-americano.
Essa iniciativa, entretanto, não significa que o presidente Obama irá apresentar uma proposta diferente dos 17% de reduções de emissões até 2020, baseadas em 2005, que anunciou antes da conferência. O percentual baixo ainda é questionado pela comunidade internacional. O que é possível constatar é que a política ambiental nos EUA, agora, pode seguir novos rumos, depois de décadas conservadoras.
*EPA - Agência de Proteção Ambiental norte-americana